Poema sobre Existência
Considero, cada dia que se inicia, uma nova semente na lavoura da existência. E, eu colho e cultivo essa semente que nunca se repetirá. Assim, quando chegar o término da minha vida terrena, terei uma plantação e poderei dizer: Valeu cada semente que recebi.
Tomado pelo desejo de transcender os limites da própria existência, o ser humano aperfeiçoa tudo ao seu redor, o que não faz é aperfeiçoar a si mesmo.
O que é verdadeiro? Há quem se refugie na dor, como se a existência fosse um eterno processo de quebras contínuas; há quem veja luz mesmo na escuridão. Quem poderá dizer o que é certo ou errado, ruim ou bom? Por trás das ilusões, temos que fazer escolhas. Viver é um eterno tatear no escuro
"Os fanáticos religiosos refutam a ciência, entretanto, tentam provar a existência de Deus utizando dados científicos. A prova da existência de Deus, é única e suficiente e chama-se: Fé. "
Poema de desamor.
Na janela da tua existência, não pretendo ser só mais uma. Sou antes inteira, viva, voraz, a posição que me colocas, é senão ínfima, outrora dúbia, ante o querer e o desquerer. Tua presença me desqualifica, prefiro ser todo à quase nada. Sou todo só, única, certa do meu auto querer. Sou chegada, tu partida. Somente somos 1 num breve encontro, passagem. Não há o que perdurar...
Cães e gatos vivem a plenitude do amor, são ternos e doces por toda a sua breve existência, pois, não precisam viver tanto, a plenitude é o máximo da perfeição. Que possamos ser como cães e gatos, viver em amor intenso, mesmo com as adversidades da vida. Que sua vida seja tão intensa e profunda em beleza, como as horas de sono de nossos mais inteligentes animais.
"Viver é belo e intenso demais para que se cometa o crime de passar por essa existência sob a sombra de tudo aquilo que nos foi apresentado como verdades."
Acreditar ou não na existência do Criador, pode parecer não ter relevância para muitos. Apenas enquanto possuem folego de vida.
É preciso equilíbrio entre a razão e a emoção, porque o amor é fundamental para a existência humana, mas o que nos nutre não é o amor que recebemos das outras pessoas, mas o nosso.
Você vai entender que somos complexos demais para alguém tentar generalizar a existência humana e que todos devemos questionar as verdades que nos ensinam e a desconstruir nossos próprios preconceitos.
Hábitos. São eles que nos definem. Transformam a nossa existência em uma identidade. Em outras palavras, somos o resultado de nossas ações. Do nosso comportamento. Eu sou tão leve quanto os hábitos que cultivo. Ou tão melancólico. Tão decidido ou indeciso. Tão maduro ou não resolvido. Aprender é então ser capaz de mudar os nossos gestos. Se para cada lição da vida, para cada dor, continuarmos agindo da mesma forma, não estamos aprendendo. Estamos, é claro, acumulando experiências. Histórias. Vivências. Porque a vida sempre nos ensina. Mas ela apenas ensina. Nada além disso. Cabe a cada um de nós transformar estas lições em aprendizado. Em maturidade. Somente assim somos capazes de não repetir as mesmas atitudes. De não estarmos mais presos nas mesmas histórias, das quais parecemos não conseguir escapar. Então, faça de cada lição um aprendizado. Senão, elas se tornam inúteis. E não seremos nada além de um único hábito: o de repetirmos os mesmos erros.
Nossa vida é dádiva de Deus, lamentar a própria existência é renegar a existência de Deus. Ele tudo cria e transforma. Sejamos gratos!
A liberdade dos governados consiste em pautar a própria existência em uma norma permanente, comum a cada membro daquela sociedade, proclamada como tal pelo Poder Legislativo; liberdade de seguir minha própria vontade em todas as situações não prescritas pela norma e de não se estar sujeito à vontade inconstante, incerta e arbitrária de outro homem.
Tudo o que um homem pode utilizar de maneira a retirar uma vantagem qualquer para sua existência sem desperdício, eis o que seu trabalho pode fixar como sua propriedade. Tudo o que excede a este limite é mais que a sua parte e pertence aos outros. Deus não criou nada para que os homens desperdiçassem ou destruíssem.
A existência de um mercado livre não elimina, evidentemente, a necessidade de um governo. Ao contrário, um governo é essencial para a determinação das 'regras do jogo' e um árbitro para interpretar e pôr em vigor as regras estabelecidas. O que o mercado faz é reduzir sensivelmente o número de questões que devem ser decididas por meios políticos - e, por isso, minimizar a extensão em que o governo tem que participar diretamente do jogo.
