Poema sobre Erro
Não cometa o erro de ver a vida com os olhos dos outros, mas principalmente não limite a sua visão sobre si mesmo à perspectiva do outro.
Veja o mundo, a vida e a você com seus próprios olhos.
Esperei tanto por concelhos, esperei tanto para não errar, mas o meu maior erro foi esperar, agora eu percebi que as coisas não acontecem quando somos cautelosos demais, quando temos medo, mas eu já não tenho mais a mesma energia, aparência ou tempo disponível, todos os dias o espelho me lembra o tempo que perdi. Preciso correr, preciso recomeçar.
Demorei pra perceber que isso é verdade, por mais que a gente tenta mostrar ao outro o erro que está cometendo, ele vai cometer mesmo assim, e isso se chama livre arbítrio, o que fazemos, iremos receber de volta não importa onde, quando e como.
O erro é acreditarmos que se pode controlar pessoas, é difícil acreditar em uma certa idade que a solitude seria torturante... mas vale lembrar que a vida é dura e as pessoas também. Depois que se aprende a andar, você caminha sozinho!
Essa onda de que aquariano é frio é puro erro de interpretação, somos profundos! Vocês que falham em mergulhar sem folêlo para chegar em nossa Atlântida.
Ao negligenciar os pequenos detalhes, podemos estar cometendo um grave erro, pois é nas entrelinhas da vida que podemos estar a um passo do sucesso ou da derrota.
Não devemos odiar nenhum erro... o amor também ama o ódio; pois quando o erro somos nós, odiar é o erro!
Não tenha vergonha de admitir seu erro, pedindo desculpa ou até mesmo perdão para a pessoa a quem você ofendeu.
Pra quem já ouviu de um pai ou de uma mãe que você foi um erro, que você podia morrer sabe o real sentido de se sentir um nada .
É fácil você apontar e julgar o erro de alguém e torná-lo culpado como centro dos crimes,o que é difícil é você reconhecer os seus próprios erros ocultos por pura hipocrisia.
A perfeição é aquele que mesmo muitas vezes errando, aceita o erro, e ri de si mesmo, mantendo a frequência de amor e alegria dentro de você.
Tentativa e erro já formaram uma dupla quase que inseparável, pois encontraram entre si um elo de desenvolvimento. Quanto mais tentamos e erramos, e aprendemos com os erros, melhores os resultamos são das novas tentativas.
Começar do zero nunca foi fácil, mas insistir em algo que não te faz bem é unm erro. Tente uma, duas, três ou quantas vezes for necessário até você encontrar algo ou alguém que te faça evoluir sem apagar na essência a pessoa que você é.
Do mesmo modo, afirmamos que os Estados imperialistas cometeriam um grave erro e uma injustiça inqualificável caso se limitassem a retirar de nosso solo as tropas militares, os serviços administrativos e de intendência cuja função era descobrir riquezas, extraí-las e enviá-las para as metrópoles. A reparação moral da independência nacional não nos deixa cegos, não nos alimenta. A riqueza dos países imperialistas também é nossa riqueza. No plano do universal, essa afirmação, como se pode presumir, não significa absolutamente que nós nos sentimos tocados pelas criações das técnicas ou das artes ocidentais. Muito concretamente, a Europa inflou-se de maneira desmedida com o ouro e as matérias-primas dos países coloniais: na América Latina, na China, na África. De todos esses continentes, ante os quais a Europa ergue hoje sua opulenta torre, partem há séculos, em direção dessa mesma Europa, os diamantes e o petróleo, a seda e o algodão, as madeiras e os produtos exóticos. A Europa é, literalmente, a criação do Terceiro Mundo. As riquezas que a sufocam são as que foram roubadas dos povos subdesenvolvidos. Os portos da Holanda, as docas de Bordeaux e de Liverpool especializados no tráfico negreiro devem seu renome aos milhões de escravos deportados. E quando ouvimos um chefe de Estado europeu declarar, com a mão no coração, que tem o dever de ajudar os infelizes povos subdesenvolvidos, não estremecemos de gratidão. Ao contrário, dizemos a nós mesmos: “É uma reparação justa”. Logo, não aceitaremos que a ajuda aos países subdesenvolvidos seja um programa de “irmãs de caridade”. Essa ajuda deve ser a consagração de uma dupla conscientização, conscientização por parte dos colonizados de que isso lhes é devido e, por parte das potências capitalistas, de que efetivamente elas têm que pagar.
O melhor equipamento de resgate é aquele que reduz a chance de erro, diminui o número de pessoas na operação e permite que o usuário tenha total domínio e conhecimento sobre ele.
