Poema sobre agradecimentos
Sentada no banco
da Avenida Rio Branco,
Descanso a agonia
e dialogo mentalmente
sobre a perplexidade
ante a covardia,
A beleza da bouganville
me faz companhia,
E logo recupero
a coragem e a alegria.
Convidada à flutuação
do meu corpo colado
ao teu e os meus
pés sobre os teus
e a música das estrelas
a nos rodopiar,
é uma indomável
e sublime premonição.
No meio desta savana
temperada a dançar
sob a luz da querida Lua,
o meu afeto de namorada
para você vou devotar,
e à ele tu se renderá;
amor insubstituível amor
a nossa hora chegará.
Os raios amáveis da Lua
que passam as folhas
das suntuosas árvores
desenhando sobre nós
rendas que nos enfeitam
para esta festa
que na minha intuição
já tem acontecido
por antecipação
nestes olhos cansados
desta distância
que se enchem de brilho
quando você ouve
ou alguém fala no meu nome.
Suave regato
que acarinhando
a bela floresta
em noite estrelada
e de imenso luar,
sei que sobre mim
não consegue
parar de imaginar.
Os desejos teus
têm se unido
todos aos meus,
e algo em nós
tem persuadido
à um romance
a ser bem vivido
unidos aos astros.
Os sentidos teus
têm se conectado
todos aos meus,
carícia indômita,
busca assumida
pelo paraíso perdido
neste planeta Terra,
do meu coração
tomará inteiro conta.
Algo tem me dito
que pouco a pouco,
mesmo tendo
os resquícios
de criança medrosa,
não vou resistir
e cairei de amores
hipnotizada
por este teu feitiço.
Ontem a noite estava fria,
A Lua pousou sobre a janela,
Senti a carícia plena...,
- a mais bela
Ela fez mais rosa a rosa cor-de-rosa,
A roseira estremeceu inteira...
Eis aqui um coração de pomba,
E você com esse teu charme
Que amacia, toma-me por tua conta!
Transformou-me a comportada menina
Em mulher faceira que só pensa
Em poesia - e na entrega perfeita.
Quem te tem no coração,
Não é mais sozinha,
Você esquenta e faz amorosa
A mais baixa temperatura,
Estou à espera de teus beijos,
E por eles escrevendo versos de ternura.
No itinerário a ser percorrido,
Há desejos a serem encaixados,
Dois corpos para serem acariciados,
Duas volúpias para não serem contidas,
E beijos para não serem findados,
As nossas mãos se farão incontidas.
Estou sentindo o amor primeiro chegar,
Chegou o tempo das nossas possibilidades,
É tempo particular das ternuras aconchegadas,
Saberemos o quê fazer,
E como fazer com as nossas docilidades
Vamos mais do que nos apaixonar:
- Nós vamos é nos (entregar)!
Cruzando as florestas
boreais e estradas,
a vida sobre rodas
de cada caminhão
trazendo uma solução,
para este mundo,...
Acredito que te vi
num engarrafamento
com o teu carro Éris
recém-comprado
entre modelos
Plutão e Disnomia;
Cruzando as florestas
boreais e estradas,
a vida não pôde
parar nesta noite
de imenso luar,
e um dia a gente
vai se encontrar,...
Acredito que tudo
o quê tiver de ser,
cedo ou tarde,
assim será,
independente
do mau momento
e do contratempo.
VIII
Comece escrevendo
sobre coisas simples
sobre o teu cotidiano,
poucas linhas
e o quê você está
sentindo que a sua
poesia, prosa ou poema:
você vai escrever.
IX
A tua poesia, poema
ou prosa devem
ser feitas com
as palavras
que você domina,
E busque dicionários
quando você sentir
que não conhece,
ou caso uma
dúvida te surja,
porque tenho
certeza absoluta:
você vai escrever.
X
Saiba que rimar
ninguém é obrigado,
E depois de certo
tempo e domínio
se verá obrigado
a criar novas palavras
e será imparável
nesta vida seja por
gente chata, qualquer
ironia ou pelo poder
que o momento domina,
e tenho total certeza
que aconteça
o quê venha acontecer:
você vai escrever.
Os ombros de Órion
sobre mim estão
plenos nesta noite
de silêncio total
e isolamento social,
Pode até parecer
um grande absurdo
no azul profundo
deste Universo,...
Em mim algo ainda
é jovem e chama
à querer viver tudo
ao mesmo tempo
e salvar o mundo;
Pode até parecer
utopia algo diz
que seremos
planetas alinhados,...
Danço para a Lua,
Júpiter e Saturno
com uma rosa
cósmica na boca,
e sem saber que você
de fato existe tem
me deixado quase louca.
Se pudesse dizer
ao mundo como
é a voz do amor
descreveria
que é a sua voz,
e sobre os teus
olhos lindos diria
que abrigam
as constelações
e a cosmogonia.
É do meu sul até
o teu sutil norte
os anseios doces
todos convergem
em caravana
rumo ao mistério
em busca do éden.
Nada em mim é
segredo para você,
algo me diz que
nos teus lábios
tenho o meu oásis
mesmo sendo
para mim miragem.
É deste outro lado
do Oceano Atlântico
e sob a luz da Lua
tenho conseguido
ouvir que o teu peito
não é mais o mesmo:
é por mim que ele vem batendo.
Eu leio sobre tudo. Tenho amigos e contatos de todas as matizes de pensamento.
Porém, eu me declaro conservadora sem ser hipócrita e sem ser tirânica, ser conservadora é preservar os princípios básicos da convivência em sociedade de tal maneira que se permite interagir de maneira harmoniosa com variadas culturas.
Ser conservador é tudo menos ser mal educado, preconceituoso e hostil, mas infelizmente existem sempre aqueles que gostam de subverter os valores e os conceitos em prol da vaidade e do ego.
A tua paixão macia
põe sobre a minha
uma ânsia amorosa
a cada inspiração
nova que provoca.
Ao derredor da Lua
e em pleno rebento
tal qual Saturno,
o teu paciente amor
tem me alfabetizado.
A expectativa tem
decorado envelopes
a espera de enviar
o amor declarado
para que seja notado.
Por onde a notícia
do meu amor passar
que ouse a encorajar
a multidão distraída
que no amor não acredita.
Ser como a canela
sobre o doce ou sobre
a sua fruta predileta,
Ser o doce ou a sua
fruta predileta
enquanto escolhe
com ou sem creme.
Dominar os teus
meridianos e ser
a parte mais selvagem
dos teus oceanos,
Te colocar em ponto
de fogo e rebelião,
e sem luta te ganhar
com o poder de sedução.
Ser poesia e persuasão
por corais negros
coroada para tomar
posse dos teus segredos
e me divertir com eles
quando as luzes da cidade
as estrelas forem acesas
pelos meus poemas. Assim seja.
Confesso que tenho
o hábito de conversar
com o Céu sobre a paz
que busco para o mundo
enquanto caço desenhos
nas nuvens travessas
que por aqui têm se mostrado
ultimamente espessas,
Depois de muitas chuvas
o tempo nos brindou com
um entardecer colorido
que não alcança a beleza
dos olhos mais lindos
que para mim estão
escritos pelo destino.
A sagrada existência
de uma Sapucaia,
Fala muito sobre
o quê outros não
são capazes de fazer.
Uma Sapucaia com
a sua copa generosa
nos protege do Sol,
com a sua florada
ajuda as abelhas
e com castanhas
saborosas alimenta.
Quando uma Sapucaia
gentil encontra a outra,
o tempo cumprimenta
e assim sem precisar
estar escrito sagra-se
o verdadeiro poema.
Quem dera ser para ti
tudo o quê uma única
Sapucaia é capaz
de fazer por nós dois
sem precisar questionar.
De uma única Sapucaia
é capaz de elucidar
sem imposição o quanto
se é capaz de fazer e amar.
(Nasci para te venerar).
Cruzeiro do Sul,
minha Arapari
sobre a Pindorama,
que me une a ti
e que te mantém
apegado a mim,
E assim nos guardo
de amor em mim.
Na mente salpicou
mais uma das inúmeras
fantasias que nutro
sobre nós dois,
Sempre nos coloco
em várias cenas de amor
mesmo que não perceba,
O destino não vai decepcionar,
você há de ser meu com certeza,
Um sussurro diário do destino
não tem deixado duvidar
e quando você vier com pulso
forte o melhor irei por nós segurar
em nome do nosso amor
que tem tudo para combinar.
Não deixar
nem mesmo
um raio cair
sobre nós,
Esticar a mão
como quem
resgata alguém
que caiu num poço,
É coragem
feita para poucos
neste mundo que teima
em chamar todos
os que ajudam de loucos.
Cantarola muito sobre nós
o lema "Sub Umbra Floreo",
Por isso para a bela Belize
e o melhor para nós desejo.
Maio escreve nas folhas
da Mahogany a efemeridade:
Lição para pensar o quê
se faz com o tempo de verdade.
No primeiro ensejo serenar
lado a lado e só se ocupar
com aquilo que de fato merece.
Porque o quê nos importa
é cultivar o quê nos enleva
e para o amor abrir a nossa porta.
Suavemente repousa sobre
o Hemisfério Celestial Sul
a aurora vespertina,
Sob um majestoso
e belo Jacarandá-da-Bahia
Não nego que você
é o amor da minha vida.
A aurora matutina brinca
no Hemisfério Celestial Sul,
E eu escrevo sobre o nosso
destino sob a total benção
floral do Jacarandá-da-Bahia,
Se isso não é poesia,
não sei mais o quê é na vida.
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