Poema sobre verdade
Na verdade não é a vida que é complexa. Somos nós. O fato é que (sic) me entendo melhor sozinha(comigo mesma)...
A verdade sobre o dilema de nossa origem é um produto da necessidade psicológica de duração e medo da morte. Não que o mundo seja injusto ou pagamos nossos carmas, tudo o que fazemos foi composto por nos e para nos, mais somos tolos e imprevisíveis, não vemos o que a vida nos prestigiou por cobrir os olhos com a ganância.
Na verdade ,depois de um longo e tenebroso inverno ,descobri que sentir conforto na presença de alguém que não seja eu mesma faz com que passe a desejar o encontro com quem é capaz de proporcionar esse bem estar.Assim quero muito ser confortável.
Amor de verdade é uma via de mão dupla onde as mão se entrelaçam ,os caminhos se cruzam e o objetivo se descobre único.Vidas que seguem paralelas como cordas de um belo violão,que juntas são capazes de produzir belos acordes.
A verdade, querido, é que buscamos a felicidade como quem procura pelo próprio nariz- na cara, mas sem um espelho não podemos vê-lo bem.
Amar de verdade é não querer ser feliz, mas fazer feliz; e no final, ser feliz por ver seu amor feliz.Felicidade total, pura e não egoísta.
Que á verdade seja dita todas as pessoas são capazes de nos desiludir ou de nos fazer sofrer por mais pequeno que seja a desilusão ou o sentimento... Mas não é ser sábio sofrer por todos, mas sim sofrer por quem realmente valha a pena e que nos ame de verdade
Porcos de verdade não são aqueles que vivem no chiqueiro, são os fracos que não tem força para erguer sua própria capacidade de subir e vencer sem nem ao menos tentar.
Por que ele nunca foi embora de verdade? Por que ele sempre fica aqui? Dessa vez, quero falar sério, não quero dramatizar dor alguma. Mas no fundo, sinto uma dorzinha, ela é extremamente patética e sem sentido. Eu que sempre fiquei tão conectada a ele, sendo que jamais se ligou a mim.
Essa dor irá acontecer milhares de vezes em toda minha vida. Deixo acontecer.
Eu finjo também que penso, quando na verdade eu bem mais que desejo, a sustentabilidade das palavras, não me refiro a estruturas espirituais, de ética ou moral. Preciso que cada palavra que escrevo se transforme em roupa, comida, o recibo do meu pagamento do aluguel de fim de mês.
Deve ser a textura, não sei, das palavras, eu as sinto na boca, é verdade, não fica rindo assim das minhas metáforas, mas elas tocam minha língua, então os dentes se cerram, as serram ao meio, trituram as verdades e eu sem ter o que fazer mastigo suas mentiras também.
A Verdade depois de declarada passa a ser desinteressante, enquanto a mentira declarada fica ecoando por mais tempo, até ser desmascaradas.
