Poema Seio
Toma-me ó Vida -
Toma-me ó vida
em teu regaço extenso
em teu seio Sagrado e
oculto
num gesto longo e
profundo!
Deus!
Vida implantada no meu
Rio
espiral de brilho e memória
onde a morte desvanece!
És sopro, tempo, alento,
vento ...
(Poema para Maria Flávia de Monsaraz)
Felicidade onde andas?
No seio da imensidão noturna, apegado ao vazio,
encontro em mim um pouco de nada, nada que chorei,
nada que amei. Encontro um pouco de tudo.
Tudo que sofri, tudo que chorei.
De nada adiantou chorar, se por quem chorei,
por mim nada sente. Se por quem sofri, lágrima alguma
derramou por mim. Ao menos tenho a convicção que estou vivo.
Já é um alento.
Fecunda nossa Terra
Água que brota do seio do mundo
Fecunda nossa terra
Faz brotar em nós a flor da esperança
Atendei os propósitos concedidos pelo arquiteto do Universo
Fazei brotar no coração dos irmãos a sementeira do amor
Atendei ò terra fértil ao chamado dessa água que
Te entranha
E te fecunda
Fazei brotar no coração dos irmãos
A sementeira do amor
Atendei ò terra fértil
Os propósitos que Deus te destinou
Cria os filhos teus
Dá dê beber a quem tem sede
E clama no deserto da dor
Árvores frondosas de amor
Sejam erguidas na soleira da porta do mundo
Erguei tuas mãos aos céus
Fazei descer sobre nós a chuva da temperança
E por fim em nossos corações
O amor fraternal
Fecunda nossa terra.
Rosane Silveira
(proteja os direitos autorais)
«…Nós chamamos “intrapreneurs” às pessoas que transformam ideias em realidade no seio de uma organização.
Intrapreneurs são aqueles que fazem acontecer. Para além disso recrutam outros para ajudar. Seja a trabalharem numa ideia que foi sua, seja a construir a ideia de outros, são os sonhadores que realizam.»
O mesmo autor define aqueles que considera
serem os dez mandamentos dos “intrapreneurs”:
1. Trabalha todos os dias disposto a ser despedido;
2. Realiza qualquer trabalho necessário para que o projecto resulte, qualquer que seja a sua função;
3. Partilha crédito pelo trabalho bem feito pelos seus colegas de trabalho;
4. Lembra-se sempre que é mais fácil pedir desculpa do que pedir permissão;
5. Pede conselhos antes de pedir por recursos;
6. Constrói uma equipa de sucesso, e segue a sua intuição;
7. Constrói cooperação por uma ideia;
8. Nunca aposta numa corrida a não ser que corra nela;
9. É honesto para com os seus objectivos, mas realista quanto aos meios para os atingir;
10. Honra os seus patrocinadores ou sponsors
quizeram as flores ter seu perfume
feliz seria o orvalho em te banhar
pois em teu seio minha amada
está o meu amor á repousar
Como a criança que, ao sair do seio da mãe,
é a mesma criatura que estava na placenta e,
simultaneamente, é um ser totalmente diferente,
assim também é o homem que atravessa as portas da morte.
O sentido é abstraído do seio ou da veia,
do mastro ou do ralo,
do mestre ou da peste
das dunas caladas em forma de morros
dos sonos profundos em formas reais,
dos olhos, do Baco, do leite e azeite,
enquanto cála-te os dentes e ouve seu tom
enquanto abre sua mente e recebe o dom
enquanto falas do vento e ama o amor,
ou odéia a corrente e o mal,
pois nem precisa amar, nem sarar,
nem dizer, talvez nem calar,
pois nem digo que basta,
pois a vida define o que passa
pois só a vida determina a razão
e o sentido quem diz somos nós
com um choro, um sorriso
ou uma fala qual quer
com um grito, uma bandeira
e o mastro que der
que sentido não mata nem morre
muito menos nós
como um sopro
num espaço e num tempo
martilheiros da liga
de corpo profundo
e uma alma sequer!
Eu Sou Mais Um Poeta
Me atiro na lua deserta.
Vago no seio da Terra.
Eu sou mais um poeta.
Cansado de andar em uma esteira estragada.
Gastando sola do meu sapato de cor amarela.
Eu sou mais um poeta.
Às vezes, corro contra a corrida.
Me desabo na decida, da ladeira mau cuidada.
Sem dó, nem piedade,
Arranco todos os dentes dos covardes.
Como faz um sádico e um psicopata.
Não tenho sangue frio, nem provoco calafrios.
Sou apenas mais um poeta.
Subo as escadas do meu passado sombrio.
Vejo uma mulher morrendo de lepra.
Sou mais um poeta.
Palavras marcantes eu sei escrever.
Coisas vazias, eu tenho a dizer.
Eu sou mais um poeta.
Às vezes, na escuridão, encontro a luz.
Corro pra cama e me escondo, embaixo da coberta.
Eu sou mais um poeta.
Me abrigo na cama daquela.
Que um dia rejeitou o poeta.
Que escreveu coisas lindas para a agradar.
Agora, não quero nem saber.
Vou escrever e escrever.
Sem medo de morrer.
Ou do dia amanhecer.
Pois, sou apenas mais um poeta .
Que você acabou de conhecer.
Ontem eu estava brincando e decifrando o mundo e hoje não seio oque fazer, Sou apenas mais uma vitima desse mundo injusto que acaba com você.
Ontem eu queria um abalanço e hoje quero você!
È tão estranho, vida injusta que me obriga envelhecer.
Eu queria ser um garoto que não pudesse crescer quem dera eu pudesse ser o PETER PAN ir pra terra do nunca e te esquecer!
Quem sabe assim não fosse tão ruim esquecer os problemas que vem contra mim.
E se todos acreditassem em contos de fada, seríamos mais felizes!
O Papai Noel que viria no final de dezembro trazendo oque sempre quis
Sou apenas mais uma vitima desse mundo injusto que não me ensinou a viver
Quem bebe, rosa, o perfume
Que de teu seio respira?
Um anjo, um silfo? ou que nume
Com esse aroma delira?
Qual é o deus que, namorado,
De seu trono te ajoelha,
E esse néctar encantado
Bebe oculto, humilde abelha?
- Ninguém? - Mentiste: essa frente
Em languidez inclinada,
Quem ta pôs assim pendente?
Dize, rosa namorada.
E a cor de púrpura viva
Como assim te desmaiou?
e essa palidez lasciva
Nas folhas quem ta pintou?
Os espinhos que tão duros
Tinhas na rama lustrosa,
Com que magos esconjuros
Tos desarmam, ó rosa?
E porquê, na hástea sentida
Tremes tanto ao pôr do sol?
Porque escutas tão rendida
O canto do rouxinol?
Que eu não ouvi um suspiro
Sussurrar-te na folhagem?
Nas águas desse retiro
Não espreitei a tua imagem?
Não a vi aflita, ansiada...
- Era de prazer ou dor? -
Mentiste, rosa, és amada,
E também tu amas, flor.
Mas ai! se não for um nume
O que em teu seio delira,
Há-de matá-lo o perfume
Que nesse aroma respira.
~~ANJO ARREBATADOR~~
Dor crônica.
Espero o descanso da noite como o bebê faminto pranteia pelo seio materno.
Não há descanso no seio da noite, e a minha dor não cessa.
Então espero que o sol traga alívio em seus raios quentes.
Nasce o sol, e minha dor é maior que ontem.
Espero então pela chuva.
Espero que a orquestra de gotas tocando a superfície das coisas me deem a distração necessária para não sentir tudo isso.
Chove, e a música da chuva não me anestesia o corpo, ao menos tenho a desculpa aceitável de estar sem condições de outra coisa.
E a sinfonia necessária para fazer relaxar a decepção da alma.
Tenho na chuva o direito comum de dormir. Como se tudo fosse preguiça.
Medico-me e durmo. E acordo sem a obrigação de acordar como quem descansou.
É dia de chuva. É permitido ser improdutivo.
Posso oferecer ao meu corpo tudo o que ele precisa, e que será minimamente suficiente.
E isso me torna como todos os outros irmãos meus.
Sem culpa, e sem cansaço.
Moraria em tuas pernas
Meu ninho seria tua nuca
Teus pés seriam minhas nuvens
Teu seio guardaria meu peito
Minha vida seria mais, com a sua
Meus sonhos ficariam mais vivos
Nosso dias cheios de alegria
A calma viraria euforia
A sua espinha correria em meus dedo
Nossas cinturas dançariam amarradas
Por apenas um dia se entregar
É inútil a esperança de nos consumir
Nossos poros não mentem quanto o acaso nos toca
Nossa pele cheira essa nossa vontade.
só me sinto como se não estive ninguém por mim, estou só e não seio oque fazer..
Vejo as pessoas olharem para mim de um modo que me faz sofrer..
Mas não importa sei que acima desse céu nublado á um céu azul, e que do mesmo jeito que hoje choro, amanhã posso sorrir, a esperança de sermos felizes é o que nos da força para continuar, agora me pergunto e se não houvesse esperança o que faríamos, seria um monte de pessoa vazias sem sonhos e objetivos no mundo?
Trova
No campo dorme encantada
Cheirosa como jasmim
No seio do campo
Tua alma chora,
Suspirando o amor...
REFÚGIO
Os trilhos do amanhã
O seio da gratidão
O amor da inquietude
A tradução oculta percebida pelo ato de indiciar.
O toque almejado
A luz no anoitecer
O reluzir da compreensão.
A que vieras?
Serás do infortúnio a mente sã?
Consumista de energias
que reluze as notas de circulação
Transformista de dores em compaixão.
A que vieras?
Es tu mente sã do infortúnio?
Estive sozinha,eu sei,o mundo todo me desprezou,essa vida amarga então,me fez conhecer um homem,pelo qual,dei meu amor e meu bem mais precioso.Ele me humilhou,me fez de refém da sua maldade,homem cem por cento carnal.
Ah! como ele era lindo,me disse palavras românticas,me mostrou o que eu mais queria,um romance sem fim.Me mostrou a mais bela e a mais cara aliança que uma mulher embriagada de amor poderia se quer pensar em ter em seus dedos,ele me mostrou a vida que eu sempre quis.
Inocente.Eu era muito inocente.
Tive uma vida desprezível ao seu lado,uma vida que não tinha sentido,fui gravada por diversas molduras nesse mundo,por isso hoje muitas pessoas olhem para minha imagem,e acham bonito,por que me vêem como uma pintura que resplandece a tristeza.Mal sabe que através desta imagem,de mulher triste,humilde de roupas amassadas,cabelos negros porém embaraçados,pele branca,e um olhar sem igual,existiu uma história trágica,de abuso e que hoje virou uma simples tela,para se ganhar dinheiro.
O apito final
de que jeito
ouvir o selo
mais que o
seio, o freio
de Gaia e
magnetismo
fim do artificial
para renascer
sem pensar
em cinzas
de um carnaval.
Venha inspiração e faça de mim morada,
que em meu seio seja tua casa.
Eu, que nada sou sem ti,
ainda sinto que habitas em mim, desde o primeiro dia em que lhe senti.
Não se afaste, não recue, não se desperdice,
esteja aqui, sendo serena, intensa e transcrevendo-me .
Deixa-me deitar em teu seio
Somente por alguns minutos
E imaginar que o mundo
É um grande arco-íris.
Caráter é a primícias da sua formação no seio de sua família até a sua auto dependência.
Quaisquer que seja a religião ou o que escolha seguir jamais mudará, a sua real essência; porém em algum dado momento sempre é revelado quem verdadeiramente você sempre será.
Tudo se baseia em escolhas, em fazer o certo e lutar sem se corromper mesmo sabendo das dificuldades e não desistir ou o errado e continuar se iludindo, sofrendo, vendo tudo se acabando e se perdendo pouco a pouco diante dos seus olhos.
