Poema Quase de Pablo Neruda
Quantas vezes na vida dizemos não?... Quase sempre dizemos sim, como forma de esconder a nossa omissão!... Pensemos nisso de vez em quando, e, em pouco tempo, com certeza, melhoras vão acontecer em nossas vidas. Abraços fraternos.
Já tive outros e já amei outros. Já sofri por eles e já quase te esqueci graças à eles também. Mas depois que acaba, no fim, ou no intervalo de um para o outro, quando só me sobra eu mesma e minha confusão, meus sentimentos me encaram e me confrontam, e eu só vejo você. Só tem você ao meu redor no sábado de noite terminando com alguém. Tem você quando eu me fecho e não deixo ninguém entrar na minha vida, porque morro de medo e é sua culpa. Você na forma como eu escrevo, na música do Leoni, no texto da coca-cola. Cada parte do que eu sou… ainda é você. Mil anos e alguns caras depois e ainda é você.
Intelectual na política é quase sempre errado. É sempre errado. A práxis não deixa espaço para pensar; pensar é muito sutil, enrascado, complexo, multiplica as alternativas.
"É preciso ser firme e determinada , como um tiro, que quase sempre quando se têm o alvo dificilmente erra, e quando erra ainda sobra-lhe mais algumas chance de acertar".
Tenho quase 20 anos Kenrick, nunca tive um namoro descente. na verdade nunca tive um namoro… Desde pequena quando perdi o meu primeiro cachorro eu sabia que a vida toda seria assim: ter coisas e perdê-las… Eu não sei cuidar das minhas coisas, eu mal sei cuidar de mim.
É como se eu tivesse gritando, mas ninguém pode ouvir. Você quase sente vergonha, quando alguém pode ser tão importante, que sem esse alguém, você se sente um nada. Ninguém vai entender como isso machuca. Você sente como se não tivesse esperança, como se nada pudesse te salvar e quando está tudo acabado, você quase deseja ter tudo de volta, assim você pode se sentir bem.
"Na minha infância fui quase um moleque; empinava pipa, jogava pião, bolinha de gude e andava de carrinho de rolimã.
Hoje sou quase uma mulher que empina a procura pelo ser amado, jogo minha cara a tapa, tento ganhar algumas bolinhas de carinho e tenho meu coração riscado pelo rolimã da vida".
Nós dois somos feito de um eterno quase. Um quase deu certo, um quase namoro, um quase amor, um quase não vivido. Somos assim, um quase ainda não esquecido.
Eu penso em quase tudo, mas no fim não penso em nada, quanto sentimento misturado, em um só momento, é tristeza, saudade, pena, vontade de ter ajudado, me sinto egoísta por estar vivendo um dia feliz, efim...
Não acho. É quase certeza. - Eu tenho índice alto de paixões sazonais. Aquele exemplo prático das estações do ano, entende? Algo periódico, passageiro. Meu coração sempre tá aberto pra novos ares de pessoas. Não consigo me fixar muito tempo. Tô sempre querendo mudanças. Deve ser por isso que passo uma temporada sozinho, ou que nada meu, consiga durar.
O amor é quase como o sol, nasce, vive um pouco, ao final do dia morre. Mas nem sempre no outro dia ele "renasce novamente."
Às vezes é preciso sumir para que as pessoas lembrem de você, sintam sua falta. E quase sempre você volta bem melhor do que já foi um dia.
Ele ficava tonto em meio aquelas luzes de neon e aquele barulho misturado a minha voz quase que inaudível pedindo que largasse aquele copo e fugisse dali comigo. Ele ria tanto, e eu só queria abraçar aquela loucura. O que eu mais gostava dos seus momentos longe da sobriedade, era seus olhos fixos nos meus. Porém ele falava pouco, quase nada. Mas me olhava constantemente sem hesitar. Eu disse que não mentiria, mas a unica coisa que via era seus olhos destruindo minhas verdades. O problema era a tal loucura dele que o impedia de ir embora comigo. E também ir embora de mim. Ele queria ficar, ficar mais um pouco. Quem sabe ficaria mais se eu pedisse. Ele só viveria para sempre naquelas luzes impertinentes que o cortava das minhas retinas se eu soubesse viver desse jeito. Eu queria um sentido novo, ele insistiu em ser minha atração desfocada.
Toda minha vida fui somente para mim, uma criança respondona, quase meiga, onde a sensibilidade era um ponto de vista.
Desejar boa sorte a uma pessoa é quase uma ofensa: você não acredita no potencial dela, por isso a deseja.
