Poema Quase de Pablo Neruda
"Sem amigos somos muito pouco, quase nada! Com eles, estamos sempre avançando mais um passo em nossa jornada pelos caminhos da vida."
Contudo, não irá acontecer que eu seja morto, mas eu estarei apenas num estado de quase morte (estado de coma), eu serei considerado morto por três dias e três noites. Serei posto numa sepultura de pedra, para que a parábola de Jonas seja cumprida. Meus amigos das distantes terras da Índia, que são muito bem versados nas artes da cura, serão os meus guardiões, e benfeitores, até a minha fuga para fora da sepultura, no terceiro dia, portanto, para que eu então possa terminar a minha missão em terras distantes ao nascer do Sol com povos estrangeiros, porque o meu caminho me obriga.
O jornalismo hoje está chato, pois quase todos os jornalistas pensam em fazer o serviço da maneira mais redonda possível, esquecendo-se de inserir suas particularidades pessoais nos textos.
Enquanto os homens, de forma desinteressada e quase que mecânica, questionam-se sobre o que querem as mulheres, seguido pela constatação de essa ser uma pergunta sem resposta, ao lado de outros já conhecidos questionamentos de semelhante fim (qual o sentido da vida?), elas, por sua vez, parecem já saber exatamente o que os homens querem, e se encontram entediadas pela falta de mistério e de olhares. Não o mistério de um conto infantil, mas o de um simples e confiante "não saber" que permeia a imaginação, porque lá o universo feminino acontece, um não saber que te arrasta pela mão e te coloca na garupa sem dizer pra onde vai. Não de um olhar limitado, previsível, aprisionante, mas de um olhar quase neutro, de caçador. Que não capture apenas imagens estáticas (ela é assim, ela é assado), mas que reinvente a cada novo foco. Fixo e vazio, Onde é possível sentir-se dentro. Onde seja possível, até mesmo, viver.
Em densa areia molhada, quase exauridos, erguidos somos por Deus. Compreendemos assim, pernas e pés hábeis."
Sigo tentando me convencer que o não teve inicio nem fim simplesmente não existiu, e sou tão quase boa na argumentação quanto na arte da negação.
Eu acredito em quase tudo aquilo que você nunca acreditou.
Por isso, não desisto facilmente, pois o rio é grande, o barco... Ele corre conforme as correntes, eu sou apenas um alguém parado, esperando o próximo barco, mas às vezes o barco que um dia andamos foi embora, e você o esperou, a cachoeira fez voltar porque, se está escrito, é neste barco que você irá trilhar e ultrapassar cada pedaço deste riacho.
Falar de morte em nossa sociedade atual é quase um tabu, pois a nossa cultura gratifica e reforça a vida e isto é positivo. No entanto, a morte, nao faz parte da vida?
Duvida de quase tudo que eu faço e falo, só não duvida dos meus sentimentos porque eu não sei fingir sentimentos.
Reclama da vida quase que sempre, mas somente em dias de "feira", sábados, domingos e feriados. Os outros dias que sobram ele não reclama mais, que alívio...
Tem homens que só Presta com Uma Havaiana Quase Furada e com Cabrejo Amarado com uma Presilha e Roendo as Unhas.
Se o coração está vazio, o sorriso torna-se sem graça, e quase sempre assusta. Quando o coração está pleno de graças, o sorriso é a luz de um rosto iluminado e feliz.
Os primeiros habitantes da terra viveram por quase 1000 anos, como deveriam ser dotados de experiência de vida e sabedoria, visto que, o tempo acrescenta esses tesouros.
Hoje nós mal chegamos aos 100 anos e achamos que sabemos de tudo quando, não sabemos de nada!
Eu creio que a senhora sonha talvez demais. Sonhará uns amores de romance, quase impossíveis? Digo-lhe que faz mal, que é melhor, muito melhor contentar-se com a realidade; se ela não é brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir.
Um quase amor é aquilo que você acredita ser amor, tem mesma intencidade, sofre na mesma proporção, só que quando acaba, simplismente acabou
Quando se encontra alguém que com você parece encaixar,quase não se faz perguntas,pois na vida muitas das vezes perdermos amores verdadeiros,por medo de se arriscar.
A MORTE, quase ninguém quer, mas é uma realidade que ninguém pode fugir. Tudo se renova, por isso se morre, quando já não mais somos útil a sociedade. O novo continuará a obra inacabada que um dia para ele terá fim. Assim caminha a humanidade. Nascemos, vivemos e morremos. Não podemos contrariar a natureza.
A experiência humana na terra às vezes ou quase sempre não é apenas o mais forte que sobrevive, mas aquele que consegue adaptar, experienciando no campo da coragem.
A bagagem, quase sempre pesada, impulsiona o corpo para trás, ao passo que o desprendimento, mesmo fragilizando o ser, faz a vida fluir.
