Poema Primavera
As flores da primavera desabrocham como um símbolo de renovação, tingindo os campos de cores e perfumando o ar. Elas surgem com delicadeza e força, trazendo a promessa de vida e alegria após o inverno. No seu florescer, lembram-nos que a beleza e a esperança sempre retornam, convidando a alma a se abrir e florescer junto com a natureza.
É primavera... mas a inquietação da minh'alma não me permite sentir o perfume das flores, enxergar a beleza das cores, nas suas mais variadas formas e expressões.
Não me permite contemplar a mais bela e encantadora das estações.
Que a vida não me negue a paz, nem amparo, e que seja mais uma Primavera intensa de muitas outras que virão.
Quem faz tudo pelo dinheiro e pelo poder logo se corromperá. Ainda que na primavera colha muitos frutos, no final sua recompensa será a vergonha dos seus caminhos. Abandone os maus caminhos, busque melhoria pelo caminho certo e seja grato a Deus pelo que tem
Ah, as flores… Sentinelas da primavera, vestidas de cores suaves, sussurram segredos ao vento, onde suas pétalas, como abraços delicados, acariciam o ar. Cada aroma é um verso, cada botão, uma promessa de renascimento, e nessa dança do tempo, elas nos lembram que a beleza reside na fragilidade da vida.
tempo belo o da primavera, com força as nossas primaveras deram flor e fruto, pena quando a nossa voz já vai tão longe e o nosso olhar se perde no entardecer...
Minha rosa pequena, linda meu amor meu coração minha estrela viva, minha flor da primavera, noite estrelada, luar da madrugada.
O amor sempre exigirá paciência para poder existir, assim como as flores que dependem da primavera!
Pelas campinas orvalhadas o sol passeia atrevido em luz de primavera, saudando o amanhecer de um novo dia, como se fosse uma canção de amor com cheiro de terra molhada.
E se tudo não for flores... Que seja pelo menos primavera....
E floresça quando chegar a hora... Que floresça quando chegar a época !!!
Os andorinhões só vão voltar na próxima primavera. Eles me deixaram sozinho com todo esse monte de humanos que me oprime e me exaspera. Li que os andorinhões emigram para além do Saara, chegam até a altura de Uganda, por aí, e que passam a maior parte da vida no ar. Exatamente o que eu queria: não tocar no chão, não tocar em ninguém. Se eu pudesse ter optado entre nascer homem ou andorinhão, depois de ter visto tudo que vi, escolheria a segunda alternativa. (...) Que bela filosofia existencial: sair de um ovo, cruzar os ares em busca de alimento, olhar o mundo de cima sem ser atormentado por questões existenciais, não ter que falar com ninguém, não pagar impostos nem contas de luz, não se achar o rei da criação, não inventar conceitos pretensiosos como eternidade, justiça e honra e morrer quando chegar a hora, sem assistência médica nem honras fúnebres.
Na próxima primavera talvez o consciente coletivo viva para não morrer; como seus caças autônomos histéricos que existirão para contemplar o vazio sentindo saudade de quando olhavam para o alto mirando cada montanha e suas florestas que não foram abandonadas.
São quatro estações: primavera, outono, inverno e verão. Sempre estarei contigo segurando a sua mão!
