Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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Auto Ajuda

Começando um começo, abrindo o livro no capítulo perdido tentando achar a melhor forma de me sentir melhor, acordar sem esperança ou dormir com problemas não sei oque é pior
As vezes parece que descrevo o mesmo sentimento trocando as palavras de lugar, talvez um dia alguém vai se ligar
Mas isso faz parte da minha sina não posso esconder oque está na minha face, a vida é longa e feita de "e se eu tentasse?"

Amanheceu mais um dia e como formigas saindo do formigueiro pessoas saem com pressa, a maioria indo na direção certa e outras no caminho que não presta
Sou mais um na multidão tentando me encaixar em uma atividade, um lugar talvez onde valorizam minha criatividade,
eo que nos resta depois de todas as luzes apagadas e esperanças frustradas?

Apostando todas as minhas fichas jogando em um poço de desejos e sabendo que o retorno seria mútuo, de vez em quando cabeça fora do lugar causava tumulto, mas tudo que eu precisava era de auto ajuda alguém que se importasse e além de tudo não ignorasse

Perdendo a chuva caindo lá fora preso nesse verso tentando prever quais palavras vem adiante, mil palavras pra descrever oque sinto ainda não é o bastante
De vez em quando esquecendo que somente Deus pode nos salvar, observando apenas o lado escuro das coisas eu precisava achar uma forma de não naufragar

Mas agora é tudo ou nada eu vou me levantar mesmo sem ninguém a me apoiar eu preciso ir o mais alto que eu alcançar
Você tem que entender que não está cem por cento só, precisa abrir os olhos e deixar a escuridão de lado, por mais cruel que seja o mundo não tenha um coração gelado

Inserida por AdrianoLopes1

Memoria de uma infância.

'' Da saudades vem as lembranças,dos meus tempos de infância, lembro-me quando brincava, as brincadeiras de criança, nunca esqueço daqueles dias, no tempo em que vivia, mas hoje eu sou um homem, agora estou aqui, lembrando de tudo isso,e o futuro pode vi''.

Inserida por Domingossantossilva

E assim, sem pressas e sem códigos
Sem relógios e sem armaduras
O viajante se assenta, organiza suas malas, planeja o próximo destino.

Contempla o mar, traz a brisa pra dentro de sua alma,
Sente o cheiro das alturas e das liberdades, abre suas asas e chega ao seu próximo destino: nas palavras dos poetas e nos versos dos escritores navegantes nesse mar de amores, descobertas e arrepios.

(Escritores do mar - Victor Bhering Drummond)

Inserida por victordrummond

Suas curvas
(Victor Bhering Drummond)

Nos contornos de seus versos
Em suas costas esculpidas atrás das minhas
Sinto rios e mares de vida correndo e escorrendo pelas minhas canções
Se não pelo espelho que não vejo
Refletidos meus desejos,
Pelo reflexo de suas próprias águas caudalosas, carregando vozes guardadas,
Figuras pintadas
Nas paredes
Corpos deitados nas redes
Apenas contemplando as curvas
Que projetas atrás de mim.

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Inserida por victordrummond

DOCE SERENA

São lindas e doces
Cálidas canções
Versos de amor
Que saem de sua boca

Tu és o orvalho da minha manhã
És o cheiro da flor molhada
Minha doce Serena apaixonada!
Tu és minha inspiração
És minha amada!

Serena pura e delicada
És tão linda
Linda e perfumada!
A tua chegada a tudo transforma
Tens o perfume das flores
E o colorido das rosas

A tua presença
É como a luz do sol
Ao nascer do dia
Num esplendor da aurora
A cada momento te amo mais
E anseio por teus suaves carinhos

És paixão
És pura sedução
És meu amor com gosto de licor
És minha única escolhida
Entre as mais belas orquídeas
Desse jardim do amor!

Inserida por luci_serena

Aniversário do Pequeno Príncipe

Todas as cores posso te desejar
Chuvas de rosas e arco-íris pintar
Mesmo jasmins para seu jardim perfumar
Ou raios de sol para suas campinas florescer
Nada disso seria suficiente
Para poder descrever
A quantidade de sonhos realizados
Manhãs tranquilas
E tardes de caminhadas macias
Que imagino te desejar.

É seu dia. Seu novo ano.
Seu novo ciclo para ser abraçado
Desejado, acariciado.
Que os desejos descritos nos versos acima
Venham com mais cores e forças
Derramados como chuvas das forças divinas
Gotejando quimeras e primaveras
Para seus passos de guerreiro
E para seus olhos turquesas de garoto faceiro

Cresça e viva leve e feliz menino do Rio
Homem das formas que inspiram e desenham
Formas ainda mais lindas para nosso mundo.
Cabelos de ouro,
Armaduras em ferro e couro
Com pele de diamante
Do coração brilhante
Como joias em flor
Te desejo amor
E caminhos lindos sem dor
Há tantos caminhos para trilhar
E que neles haja sempre o encanto da vida
A te amar e respeitar

Deitas no pequeno planeta
Como um nobre pequeno príncipe
Que veio de uma constelação
Caiu aqui segurando a cauda de um cometa
Porque seres de luz
Que a própria poesia traduz
Faz com que tudo que toque
Vire estrelas
Como o brilho de seus olhos
Continue com seu toque de Midas
Iluminando nossos passos,
encantando em seu dia, nossas vidas!

Inserida por victordrummond

Sem nada
Eu caminho com os pés descalços na areia da praia
Pensando sobre a vida e as coisas que não valem nada
Cheguei a conclusão que estou sozinho no mundo
Estão tudo e todos tão longe de mim
Não tenho amor próprio, só tenho ódio e muito mau gosto.
Eu quero viver, eu quero morrer, mas no final quero mesmo é sobreviver...

Inserida por vinicius_sousa

Olhei através do espelho e vi o vazio de um ser, sem destino, sem vida, sem esperança, sem razão de existir.
Olhei para o lado vi a escuridão que me cobria os meus olhos, como se não houvesse amanhecer e apenas a cálida escuridão que que me lacerava a alma.
Triste, só, abandonado, me sentia, e cada dia mais essa dor sufocante como se uma faca em brasa me toca o peito e destrói a última esperança de um dia ver novamente a luz.
Porém essa luz veio através de um doce sorriso de uma linda e iluminada sereia, sua voz suave, falava como se fosse abrisa do mar, sua alegria como as rosas da prima verá e sua felicidade que encantava e ardia meu coração como o calor do verão, seus olhos castanhos lindos como jóias, seus cabelos cacheados como os de um anjo e seu jeito como o de uma mulher forte e Gentili, libertou-me de minha escravidão, e livrou-me do meu cativeiro, hoje ao seu lado sinto-me como se voasse livre.

Inserida por willyan_lira

Há tantas ondas no mar,
quanto estrelas no firmamento,
como as brisas a vagarem
como vagam por ti ...meus pensamentos !

Inserida por neusamarilda

Helena, minha paixão

Em ti encontrei a verdadeira felicidade,
Tornando cada dia da minha vida especial,
Um ser humano com muita bondade,
Que me levou ao sonho matrimonial.

A ti princesa te prometo lealdade,
E o meu amor quase sobrenatural,
És sem dúvida a minha cara-metade,
Uma companhia simplesmente excecional.

No Solitude te dei com serenidade,
O meu compromisso conjugal,
És o meu amor para a eternidade,
O sentimento por ti é incondicional.

Inserida por sergiocruz

A doce descoberta do amor

Na primavera a flor e o beija-flor
Assim se conectam duas vidas
Apaixonando-se com um objetivo
E gerando o primeiro amor

Assim é o começo do juvenil vigor
Da cabeça enlouquecida
Da falta de um sentido
Dos planos de vida com mais sensível fervor

Ah, o doce primeiro amor
Não é difícil ficar intrigado
Com a insensatez juvenil
Ver num adolescente um coração incrivelmente perturbado

Fazem de uma simples boa impressão
Ardor e emoção
Vida e sentimento
Da vida uma possível degradação

Acreditemos no juvenil coração
Olhá-los com muita leveza
Ajudando por dar-lhe muito ouvido
Cuidar deles com muita destreza

Inserida por Poetaantonioferreira

A lucidez me assusta
A Acidez do mundo
corroe até a pedra mais bruta
sou frio e calculista
pessimista e niilista
as vezes penso que não há mais salvação
nem pra mim nem pra esse mundão,irmão
foi aí então que vi um par de olhos castanhos
que em seus lábios promoviam
os mais belos encantos
desprovida de carinho e atenção
talvez por que seus amores passados
a fizeram sofrer tanto
que perdeu motivação
estou cativado nessa dama
por quem meu coração tanto clama
por fora tento manter o silêncio
mas a vontade é de contar pro mundo todo
o que guardo no peito
a noite mantendo o silêncio
pra não demonstrar que estou louco
sempre que lembro do seu beijo
boto logo um sorriso no rosto
me perco no seu jeito único de levar a vida
vejo uma menina dedicada e decidida
capaz de fazer de tudo
pelos seus sonhos
até mesmo quando muitos
tiram o seu sono
penso tanto em você
que até esqueço de fazer o café
quero estar contigo onde você estiver
esse mundo lotado de almas vazias
que só por bebidas e amores ilusórios
acham que são preenchidas
conhecer alguém hoje
e deixar partir noutro dia
não sei como ser assim
se for errado, perdoe-me
eu quero alguém que goste de ser mimada
que goste de ler uma carta
que goste de declarações, flores e afins
que ainda acredite que o amor verdadeiro
ainda não teve fim
talvez eu ainda deixe dúvidas
se sou digno da sua confiança
mas saiba que eu lutei tanto
pra achar alguém como você
e é por isso que
não vou perder a esperança
Sobre amor você é o melhor tema
esse pequeno poema eu dedico a você
Morena.

Inserida por fael_strong

O que é beleza pra você?
Um jeito de olhar
Um modo de sentir
Ou a maneira de pensar...

Um salto e um Chandon
Aquela música e o luar
A cor do edredom
Nuance que faz voar

O que é belo, afinal
Se beleza é simetria
E o simétrico é raro
Que tal a simpatia?

Beleza é no fim
A soma do intangível
É algo que toca, assim
No âmago do invisível...

O belo é, um saber multiplicado
Saber-se gente, com mais a ouvir
Do que tanto a ser falado...

(Adriana Carvalho Adam)

Inserida por Adrianacarvalhoadam

SONETO NA MADRUGADA

No cerrado, numa certa madrugada
Sem saber se parava ou caminhava
Se me desiludia ou se me encantava
Só sabia que a quimera estava calada

Aí, a aflição que a saudade recordava
Num céu desmarcado e de mão dada
Com a solidão, ali tinha hora marcada
E o silêncio então, comigo devaneava

Ouvi o vento na janela dando pancada
Ansiando entrar, e então, assim ficava
Repetindo num bate e bate a chamada

E a madrugada que o sono desprezava
Grafava dor, aperto, lágrima derramada
Num soneto, no qual, só suspiro coava

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, 17/05, 04'35"
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Verão no Claridge
(Victor Bhering Drummond)

Caminhando à beira d’água
Percebi que minha imagem
Era apenas um mero e efêmero reflexo
Preciso sim, olhar mais para dentro de mim
Para viajar rumo à descobertas menos superficiais;
E do lado de fora havia tanto a me fazer bem;
O azul do céu,
O próprio verde da água que não era um espelho, mas um poço de relaxamento
As histórias dos edifícios
E as estórias que meus passos deixarão
Com a alegria do meu samba e o drama do meu tango.

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#samba #victordrummond #drummond #marketingdigital

Inserida por victordrummond

CERRADO PÁLIDO

Cerrado pálido, em meu poetar
Vem, e com mais cor, por favor
Esconder o sufocante amargor
Porque desbotou o meu versar

Aí, o meu pobre senso criador
Cuida que é menos o tal pesar
Por estar tão pouco a celebrar
A emoção, vida, sangue, calor

Pois... livre é o teu vento a chiar
D'alma o pensamento quer amor
E o aflitivo peito, só quer chorar

Que há de agora, aí, dizer o autor
Pendente na dor e, chora o olhar
Se do zelo só queria ser um valedor

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, abril, 05'30"
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Guardo poemas que nunca escrevi
um pouco de mim em cada verso
e muito de você, eu confesso.

Inserida por pri_vallone

Assusta quem pouco conhece
Anima quem muito oferece
Intimidade
Olhar, jeito, sinais, pretextos
Terra onde ofusca defeitos
Defeitos? Desfeitos, aceitos
Tudo não passa de jeitos
Sentir, verdades, detalhes
Tudo se diz em olhares
Olhares, amares, Há mares
Ser você mesmo, além
Não sozinho, sem ninguém
Um só, em dois, sem desdém
Sinal de amor, neném

Inserida por biapass

Querer-te bem
Faz parte
Amar-te bem:
Minha arte

Sentimentos, jeitos, releve
Sou fogo, ela ar
Livre como uma brisa, leve
Fácil de amar

Inserida por biapass

Meu tempo esgotou-se, minha missão foi cumprida. Algo me prendeu, me aprisionou a alma.

Aqueles que deveriam ser comigo, só compreenderam as próprias dores! Isso não me importa mais!

Tanto faz morar na rua, estar empregado, vestido ou nú. Agora entendo o que fez do homem um andarilho.

Não creio no verbo crer! Quisera a ingenuidade, sonhadora e fútil dos meus semelhantes, mas tudo que contemplei foram cérebros rumos ao pó.

Oh! humanidade movida por interesses pessoais o que será de ti?

Alegram-se e preocupam-se, não com a coletividade, mas com a dor daqueles que discordam dos seus prazeres mais íntimos.

Vocês são apenas bajuladores de si próprio!

Será amor e felicidade? ou será apenas comodidade e momentos de concordância entre egos?

Devo Eu fingir demencia a tudo isso, para fazer parte desse clube?

Dar um fim a própria vida num ato covarde, ou ver os meus dias se passarem, a envelhecer sem contestar?

A verdade que liberta nunca foi doce.

Ah vida! jas o tempo do sorriso sem preço e tudo que me alimenta agora, é a solidão da alma.

Poema em versos pessimistas.
(Autor: Paulo César Camuri - 2017).

Inserida por camurri