Poema para uma Amiga que se Mudou
O Poeta e o seu bonde
Para escrever uma poesia,
Para mim,
É muito simples,
Não sei o que os outros pensam,
Mas aqui falarei como eu faço,
Porém,
Não é uma regra,
Para cada uma eu crio um tipo,
Ou uma para muitas,
É mais ou menos assim!
Primeiro passo eu me abro para a vida,
Segundo passo,
Vou expulsando a morte,
Após isso,
Entro no meu bonde,
E para bem longe eu sigo em um trilho,
Acreditem ou não,
No cabo em que o meu ilusório bonde percorre,
Existe uma energia que me alimenta,
Nessa jornada vejo os caminhos da vida,
Ninguém chega até aonde eu vou,
E não me permito ninguém me acompanhar,
Somente sozinho eu escrevo,
Pois não desfazendo dos membros da família e nem dos amigos,
E muito menos dos inimigos,
É na solidão que eu me encontro,
Pois ela me faz ter o que tenho e ser quem eu sou,
Esses trilhos energizados,
As vezes eles ficam sem corrente elétrica,
Mas como inspirador,
Me recarrego com a luz do Sol,
Com energia solar em meu coração,
Não permito falhas nesse campo magnético,
Fazendo isso,
O poema e a poesia se encontram,
Fim da trilha ?
Ou acabou a trilha ?
Não,
Não é tão simples assim não,
É aí onde começa o terceiro passo da minha ilusão,
Ou melhor dizendo!
Terceira fase de qualquer inspiração,
A prova viva e a olho nu,
É que encontro no profundo ser de quem sou,
Subo na rampa,
Porque os degraus quebram,
Pois amando a vida,
E detestando a morte,
É que começo e termino uma ou centenas de poesias,
Simples não !
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Cala-te... Teu silêncio é teu refúgio, teu abrigo e uma única esperança.
Não busque inquietações a mais do que já te assombram, não fale, apenas fique em seu silêncio e solidão.
A solidão é um momento de reflexão e auto conhecimento sem igual, aproveite. Ao se sentir só, veja o que há dentro de você, a luz ou escuridão, mas tenho certeza, que nunca estará completamente vazio.
O vazio é estéril... Logo nada se têm e nem se produz. Portanto, a solidão é sua porta mágica, onde você pode fugir de tudo e todos, até de se mesmo, para assim, analisar os fatos de fora pra dentro, até conseguir se reencontrar e salvasse de se mesmo.
A dores bateram sempre em sua porta, mas a escolha é unicamente sua de deixa ela entrar.
estremecimentos distais
as unhas se mantêm
é uma fome tolerante à sua vez
cachos de miçangas fazendo o caminho da Guia
o pescoço é guidão em direção
ao triunfo
ao novo
Quando me deixaste em 2018
Foi o telefone que me acolheu
Quando ficavas uma semana ou mais sem falar comigo
Foi o telefone que me acolheu
Quando fazias mania diáriamente
Foi o telefone que me acolheu
O telefone fazia tudo, o que farias
Só não fazia jantar, porque não tem braços
Não ria comigo, mas fazia-me rir
O telefone acudia-me de ti
O telefone é meu hospedeiro
Não faz pão, porque não é padeiro
Quando o mundo é contra mim
Ele é por mim
Por que namorar?
Se ele desempenha o papel de namorada
Do telefone não quero ser separado?
Do computador, não quero, nem por punhado
Esses dois me acolhem e dão-me apetite
Telefone é amicíssimo e indispensável
Comigo não é despresível nem miserável
Já briguei com quase todos
Também, brinquei com todos
Por ele já gritei com vários
Com ele já falei com vários
Ainda que estiver no armário falarei com todos
A Lagarta e a Borboleta
Em um pessegueiro em flor havia um casulo.
Dentro dele uma lagarta muito pessimista.
De sua janela via as borboletas felizes, de flor em flor
e invejava a sua liberdade.
Chorava se sentindo esquecida pela sorte, até que num dia de sol, uma borboletinha pousou à sua janela. Vendo-a chorar lhe pergunta: Por que choras?
Porque eu também queria voar e estou presa aqui dentro...
Ao que a Borboleta responde: Então não sabes de onde, nós borboletas, viemos? Nós viemos de casulos, iguais ao seu.
A Lagarta surpresa e vibrando de alegria sorri feliz...
Compreendeu, finalmente, que para tudo há um tempo. Tempo de ser Lagarta e tempo de ser Borboleta e tratou de esperar que tudo acontecesse no seu tempo.
Cika Parolin
da coleção de pequenos Contos Infantis
A mente é uma coisa...
E se pudesse simplesmente ir lá e consertar?!
Não, não estou doida...rs
Me refiro mesmo à um reparo fisico, abrir e depois costurar
O fato é que a desordem não está na própria estrutura
Por exemplo, na perda de uma massa encefálica
Não, não! É uma disfunção inteiramente psicológica, abstração pura!
O conflito interno ocorre como uma mágica
Então...
Para esse ajuste meu caro, terapia!
Para o que se desconhece, coragem!
O racional aparentemente lhe guia
Descodifique a mensagem
No fechar dos olhos, a vida é uma moradia
No fechar dos olhos,
me oculto ao exterior.
Em meus sonhos,
encontro meu interior.
Acordo para outra realidade,
entre o viver e o adormecer.
As memórias em minha individualidade,
na alma, além da vida, estão momentos do meu ser.
Em outra dimensão,
amanhece na noite, um dia.
Existência é imensidão,
a vida é uma moradia.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Olhe nos meus olhos mais uma vez ...
Mesmo que a noite escureça o claro dia de amor
E nossas palavras se percam em labirintos desnecessários de solidão
Olhe nos meus olhos mais uma vez ...
Mas não os veja...
Enxerga apenas o arremedo de alma que jaz num corpo que é teu
Num corpo que sustenta a fragilizada esperança do reencontro...
Olhe nos meus olhos mais uma vez ...
olhe ...
Não com pena ...
Não com desejo ...
Não com amor ...
Apenas olhe
Pois o amor não permite tomar o quê já é seu por direito
O amor apenas nos faz velar a certeza do encontro
Olhe nos meus olhos mais uma vez ...
Devore minhas mãos com as tuas ...
Aprisiona meus sonhos juntos aos teus
e constrói um só
desconstrói o que nos obrigaram a ser para sermos apenas um em conexão e simetria
Olhe nos meus olhos mais uma vez ...
Não parte
Fica
Digere os minutos
Pois as horas são nossas escravas e senhoras
Quem sabe amigas
Perdidas nesses olhos de cristal nascidos de estrelas seculares e cãs que nunca foram vistas
Olhe nos meus olhos mais uma vez ...
Eternamente olhe...
E nunca parta...
Pois nos seus olhos vejo o reflexo real do homem que sou
Criança. ..
Anjo ...
Ou nada
Mas sou
e ser é mais que inexistir
E mesmo assim desistiria de tudo por somente mais uma noite com você
O calor incessante de uma busca longa e constante, faz escorrer pelos olhos aquilo que lava a alma. Que depois que sai, acalma.
A busca está no interior, todo caminho é composto por alegria e dor.
A vida é uma roda gigante, sóbe e desce, faz dela um desafio instigante.
Você chora, grita, sorrir e depois quer poder sumir.
Depois tá paz e amor, e somos todos assim, e tá tudo bem. Na jornada vamos assim, vendendo as batalhas diárias.
A Chuva
Chove hoje como um dia normal na capital
Há até quem lhe deseja-se um terrível mal.
Uma indigente à chuva está sentada
Vê um corrupio de pessoas que dela e e da chuva fogem.
Alma perdida dizem eles... coitada e acidentada
Quando chove, chove para todos, não só para a mendigagem.
Houvessem apelos de misericórdia e de esmola caridosa
Mas todos olham para baixo e repugnam tal ação
Ela pobre de riquezas, é como a chuva que esfria o coração
Ninguém sabe de onde veio ou quem era.
Como a água desta chuva que embate como uma fera
O presente nada mais é que uma vibração,
uma oscilação no espaço-tempo, um instante.
É curto, realmente curto.
Praticamente (mas não realmente) invisível.
Ele muda e mantém vidas.
É parcialmente controlável e incontrolável.
É o que permite equilíbrio com desequilíbrios.
É o A
É o Ω
Por fim é o Σ com { }
Uma palavra sem ação é como um davul
É grande
Tem volume
Seu som pode ser estrondoso
Mas é oco
E pode ser transportado a qualquer lugar
Uma mudança na viagem.
Olá!
Eu ia passando e me deu vontade de parar,
Acabei passando direto,
Mas algo muito forte me mandou fazer o retorno e voltar,
Peguei essa estrada,
Ja fazem três dias que nela estou viajando para outro mundo,
A fome apertou e a sede também,
Preciso de um banho,
E se não for incômodo,
Um prato de comida para me alimentar,
E para concluir,
Parei para conhecer um pouco desse lugar,
Percebo que são belas invernadas,
Vastos campos verdes e férteis,
E vastas Campinas muito lindas,
Além daqui,
Vejo muitas curvas,
E parecem ser perigosas,
Permita-me pernoitar nesse humilde recinto ?
Ok,
Vou tirar a bagagem do carro,
Amanhã bem cedinho irei partir,
Saí das vias públicas,
Com a agitação da cidade grande
Ao longo do tempo me deixou um pouco fora de mim,
Vou ficar um pouco fora delas,
Quem sabe posso me recompor,
Apartir desse chão que ainda tenho que percorrer,
Terei muitas surpresas para eu voltar a viver,
Amigos!
Lá,
É bom e ao mesmo tempo não é,
Nobre viajante,
Aqui no interior é bom,
Fique por alguns dias,
Você vai gostar,
Experimente,
Após sua experiência nesse sertão,
Decidas -se,
Ou fique ou continua,
Mas caso eu queira para sempre aqui morar?
Sinta-se ja residente,
O verde e nosso,
Aloje-se,
E seja para sempre feliz....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
"Amor à vida
Amo demais a vida!!! Para mim, não é uma prova difícil. É um grande aprendizado que nos leva à evolução. Existem pessoas e situações que são colocadas em nossas vidas para que possamos exercitar a nossa força, coragem, determinação e fé. Cada situação vivida, é um passo grandioso na nossa evolução espiritual. A força interior adquirida é indescritível. A vida é muito, é fantástica e encantadora demais, para ser tratada de forma insignificante.".
*pOeSiA falando mal de você*
***
(Inspirado na música "Eu quis fazer uma canção falando mal de você"_ de Moacir Franco)
***
Eu quis fazer
Uma pOeSiA falando
Mal de você...
Mas que tolice
Eu escrever
vErSoS dizendo
Coisas ruins de você...
*
Eu quis escrever
Uma pOeSiA
Com raiva de você
Mas que tolice...
Quando fui ler
Só havia frases falando
De um bem querer
Aquele ser
Maravilhoso que é só amor.
Sim, que só fala de amor,
E que me ama e tem temor
De me perder...
Sinônimos de um silêncio
De asas abertas,
Na chuva fina lá fui eu,
Encorporado por uma águia,
Voei,
No ar!
Fiz café e não parei,
Parece que a cafeína me deu energia,
Ou tirou meu sono,
Na noite escura e estrelada,
Continuei,
Momentos de desatinos,
Com a lua conversei,
De alma despida,
Sinônimos de um silêncio,
Minha vida analisei,
Para salvar ainda o que me restou,
Fechei os olhos e me pus á sonhar,
Uma conversa franca comigo mesmo eu precisava realizar,
Com assunto altamente inteligente,
Dei início a essa prosa,
De olhos nos meus olhos,
Promovi essa poesia,
E mais um poema se registra,
Da infância perdida,
E sobretudo que já vivi,
Não posso de nada reclamar....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
O coração de um poeta é uma mistura de variados ritmos
Vai do tango ao samba
Em passos miudinhos
Na boa ginga manda o recado
Que parceria é essa, compadre
Deixa qualquer romântica sem fôlego
Tiro o chapéu por sua maestria
Samba miudinho no teu compasso
Neste passo de bom sambista
No amor és afinado e requintado
Faz de mim a bailarina de sonhos
Segura estou em teus braços
Entrelaçada neste abraço
Se me perco ou me acho
Neste compasso...
De amor, alma e parceria
Não brinque com este coração
Parceiro
Depois que o Amor se instala
No coração quer abrigo
No teu colo descansar
Deixando as horas soltas
Nos desejos e na ânsia de te amar...
Vai que dá um samba, sabe lá.
CONFIDÊNCIAS A DRUMMOND
“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho”.
Não julgue meu caminho por ter uma pedra
Peguei um atalho no desatino
Nasci na sombra dos esquecidos
Tenho fome de amor, de pão e de carinho
Descanso no teu colo poeta, no meio do caminho
Entre a fumaça e o cachimbo
Tem uma pedra no meu caminho...
Sou alvo do descaso, sem esperança no teu colo cochilo
São dias e noites fadigados neste corpo franzino
No meio do caminho tem uma pedra, desta pedra perdi todo o meu caminho...
Está sem saber o que fazer?
Procure ser uma pessoa melhor.
Assim estará ocupado em todos os momentos.
- Relacionados
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 57 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- Poemas para Conquistar uma Garota
