Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
São tantos versos que a ti dedico e, que não lês amado meu. Não lês, porque não ouves a poesia que te escrevo no suspiro que precede, o grito mudo dos meus ais.
Tamanho nunca foi documento. A prova disto é o buraco que deixa os simples detalhes, como a falta que faz uma mensagem tua...
"A vida é uma constante explosão de cores, formas, aromas e sabores: rebento permanente para sua continuidade e evolução! Flagrar estes instantes mágicos e únicos consiste no êxtase para o fotógrafo!"
"Eu não sei mais quem sou, sinto saudade de mim. Tudo o que eu fui, não existe mais, e tudo o que eu vou ser é por causa dele..." (Gabbioliver)
Pela Manhã Trânsito da Índia, à Tarde os Estudantes fazem o movimento, Ao Cair da Noite Melancolia.. Assim é Igarapé-Açu
Aqui Mora a Felicidade!
hoje não quero falar da saudade ou da minha solidão, de nada que dói, porque isso sempre está aqui presente, no cheiro da pele, no peito e no sal dos olhos. e porque eu também sou feita de dias quentes, dias que lembro-me que não vivi e sobrevivi até hoje sozinha. Dias que na inconsequência de uma boa gargalhada, por alguns segundos, nada doía.
Melhor é o coração do que uma lâmina para aquele que luta ferozmente; o homem corajoso irá lutar e vencer, por mais maçante que for a sua lâmina.
Nenhum homem é tão bom a ponto de nenhuma culpa o acompanhar. Tampouco tão ruim que mereça ser completamente ignorado.
E com suas palavras afiadas, vi que para ela sou apenas mais um grão de areia neste deserto sem fim.
A harmonia há muito não existe. Mergulhados em um mundo de escuridão, um oceano de pessoas. Almas insaciáveis em meio a um inconfundível caos, de pensamentos egoístas, de meros mortais, apenas mais um indivíduo buscando seu lugar ao sol, geramos o progresso como justificativa de um vazio intrínseco que nos permeia por toda vida. Cada universo sendo desperdiçado em uma constante vazão de audácia, fúria e valentia, aos poucos esvaindo-se de todo seu potencial para ser tomado por idéias previamente impostas a força.
SOBREVIVA em meio ao caos, chore na dor, lute pelo que te torna você e jamais esqueça de ser HUMANO.
A vida assim, jamais cansa... Pra quem é imperativo em todos os sentidos. Imperativo nos objetivos, a querer vencer na vida, a querer ser o melhor para si mesmo e até para aqueles que lhe querem bem.
Mas, viver cansa. Tem dias que nem vontade de levantar da cama tenho, mas tem pessoas que nem tem... Cansamos do mundo que vivemos, vivemos do mundo que cansamos, é tudo uma questão de viver ou só viver. Estressamo-nos pelo excesso de trabalho, pela rotina, pela vida absurdamente curta. Passa muito rápido, que chega a cansar! Canso-me de olhar no espelho e ver meu rosto mudar, as expressões aparecerem, e o sinal de vida cansada estampar no meu rosto. Olho-me, peno; “pareço ter cara de agricultor, com 24 anos, mal aproveitei minha puberdade, da adolescência só ficaram as marcas de espinhas e a saudade de jogar queimada”. Ah! Era tão bom, quando só nos preocupávamos apenas em querer brincar, poderia ser qualquer coisa, de um nobre menino a um super-herói preste a salvar, mas se eu já tivesse consciência de ser adulto, me salvaria de crescer. A vida assim, jamais cansa... Para quem ainda não cresceu.
Não sou Gonçalves Dias, mais na minha terra tem palmeiras, minha terra tem sábia. Só sei que te amo, e pra sempre vou te amar. 💕
Uma das funções da poesia é usar a magia poética contida nas palavras, para chamar atenção para um fato do dia-a-dia.
Não escrevo mais, talvez porque não faça sentido escrever quando não há ninguém disposto a ler. Eu me fiz poema a vida inteira mas as pessoas preferiam as fotografias.
Parei atento para entender cada uma de suas formas, observando seus contornos e movimentos. E percebi que meu corpo ficou estático, querendo mergulhar em cada canto, como se formasse as peças de um quebra-cabeça. Mas depois de um tempo, mais importante do que encaixar-me nas curvas de seu corpo, eu precisava - e estava pronto - para deixar minha alma e meu coração ganhar as mesmas formas de suas paixões e espiritualidade. (Alma Gêmea - Victor Bhering Drummond)
