Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
O amor zomba das nossas muletas identitárias. Das definições rígidas de si mesmo. Da crença em ser sempre o mesmo. Cobra desapego pelo eu que já era. Para deixar nascer um outro, sempre renovado.
O amor traz dúvidas e quando a certeza da não reciprocidade é demais,o universo conspira e nos passa a felicidade inesperada,faz com que o que não presta fique para trás encaminhando a chegada de um novo ciclo nos trazendo a união com quem nos respeita de verdade sem mentiras, omissões etc...
Seguir a voz do coração é o caminho do bem.
" Quando o amor ele vai muito além do outro, ele sempre será aquém e passa a ser abandono de si próprio."
Não é somente o luto pelo fim do amor de alguém, mas também a dor de deixar o lugar para outro ocupar.
A angústia do luto pelo fim do amor aumenta com a esperança de reconquistar alguém que continua em nossas vidas, ao contrário da morte definitiva.
Um teto uma mesa uma cama e amor, não perca seu tempo buscando a riqueza, o mínimo necessário honesto é divino, um teto sem paz, uma mesa sem alegria, uma cama sem carinho e um amor medíocre numa mansão são apenas objetos.
Até quando sufocaremos relacionamentos tentando mudar a pessoa amada para reviver o amor idealizado do início do namoro?
"O amor é um sentimento absoluto e concreto quando encontramos em nós mesmos e não há espaços para os vazios. No outro é abstratos e não preenche nossas necessidades e não compreende a nossa sensibilidade e muito menos nossa intensidade."
O amor romântico tem sido evitado devido às dificuldades que as pessoas enfrentam ao expressar ou nutrir emoções, bem como ao lidar com os desafios que surgem na convivência a dois.
O amor baseado em aspectos circunstanciais, em vez da pessoa como um todo, tende a desaparecer com o tempo.
