Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Um amor nativo é um amor cheio e repleto da coragem de entregar-se a Cristo. Ser para Ele, um instrumento de vontade, verdade e mansidão.
A eternidade é um sentimento de amor recíproco que infunde amor ao próximo e ao nosso próprio interior exacerbado de júbilo e entendimento intrínsecos.
Não posso pedir o amor de ninguém, por que amor é amor e não é esmola nem consolo. Ele simplesmente acontece.
A meia idade da nossa mente é um nutrimento de amor intrínseco pela volatilidade dos corações exaltados em Deus.
O luto vem e, sem demora, surge a hora de um novo agora, sem o amor que foi embora. Resta a dor que aflora na alma de quem chora e implora pela paz de outrora.
Viver apegado a alguém é cultivar amor artificial. Pois o verdadeiro amor é estar bem consigo mesmo e com Deus.
O amor é uma estrela de brilho intenso que revela a paz em nosso olhar.
Não permite que, por causa de uma aventura, esta estrela venha se apagar!
Somente a vida e a despedida nos trazem a dor de uma partida
O amor e a saudade nos fazem sentir vontades e alegrias
Há dois tipos de avarentos: O avarento do dinheiro e o avarento do amor. O primeiro é digno de repúdio e o segundo é digno de pena.
Conhece-se o amor, pelo seu perfume, ele é assim, puro, gostoso, castiço e cheiroso... O amor é detentor de vários prêmios, que são os sentimentos, que nos levam até o válido caminho, por onde ele costuma percorrer...
Marilina Baccarat de Almeida Leão (escritora brasileira) no livro Sempre Amor página 15
Eu nunca mereci e sei que nunca merecerei tamanho amor, eu realmente não entendo um Deus assim, mas me deixo ser amado, e desejo amá-lo cada vez mais...
