Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Se me for permitido, escolho não reencarnar novamente nesse mundo. Conviver com tanta injustiça e gente maldosa não é pra mim. As vezes acho que não sou desse mundo, mas sei que tenho meus resgates pendentes. Trabalho minha consciência, minha índole e minha evolução pra merecer um lugar mais justo e honesto. Que assim seja! 🙏
Pra mim, julgar alguém pelo que eu acho errado é quase inevitável, mas aprendo demais quando meu julgamento está errado.
Meus momentos em isolamento são os que me trazem paz e discernimento. Confio muito no meu discernimento, apesar dos deslizes próprios do ser humano.
Eu não tenho preço. Seu dinheiro e seu status não me impressionam. Não me interessa a sua posição social, me interessa o seu caráter.
Quem fala muito da vida dos outros é um covarde que não tem coragem de assumir e reparar as próprias falhas.
Guria, não importa a distância, por mais que se façam léguas vou a onde tu estás, pois quero os teus beijos, és dona do meu amar...
Sou daquelas pessoas à moda antiga. Prefiro mandar cartas ao invés de mensagens no “Facebook”. Prefiro ganhar um abraço de presente do que bens materiais. Prefiro romantismo do que zuação. Prefiro uma tarde tranquila mateando do que uma noite agitada num bailão.
Eu, tu, dois filhos, um guri, e uma guria, juntos, fazendo um churrasco, tomando um mate e dando risada, que tal, topa essa comigo?
Eu só preciso de ti aqui do meu lado, um rancho, 3 filhos correndo pelo galpão, e como consequência, um mate e a felicidade, fazendo jus a nossa união.
