Poema na minha Rua Mario Quintana
A minha prioridade são os que ainda não conhecem a ti, pois como está escrito: “Aqueles a quem não foi proclamado, o verão; e os que ainda não haviam ouvido, compreenderão”, os demais, já o renegaram!
"Meu coração me obrigas a te amar e minha lógica a te odiar, então não sou eu que te amas e nem tão pouco te odeia. Mas tudo sinto, porque somos só brinquedos nas mãos do destino."
As críticas verídicas e embasadas que me atribuem e me decepcionam eventualmente, provocam minha reação de reconstrução interior, contribuem para o despertar de minhas habilidades e virtudes adormecidas.
O tempo me fez ver que eu não tenho sido presente a minha felicidade mas eu tenho sido pontual na minha arrogância
Sairei hoje da minha zona de conforto mental, mudarei enquanto o fracasso procura repouso, não darei DESCANSO ao sucesso e às vitórias. O fracasso!!! Permanecerá inerte. Eu, visitarei lugares novos que refresquem minha mente, tragam-me novas idéias e acalme minha alma.
Os meus sonhos são minha espiração, eles vêm do coração, sei que já levei muitos não, mas tenho uma ambição e não posso parar não e caminhando eu vou nesse mundão, atrás da minha realização.
Hoje sentado na minha varanda olhei meu gatinho pertinho de mim, entendi que as maiores riquezas são feitas de momentos simples assim. Tenho que valorizar pois o tempo insiste em passar, um dia tudo isso será apenas histórias que algumas pessoas vão lembrar.
Convivi com várias pessoas durante toda a minha infância a quem eu chamava amigos, mas, só aos 18 anos é que eu percebi que só tive um amigo em toda a minha vida: A solidão.
A minha vantagem é que nunca sei quando começo mas também não sei quando termino.
Sendo assim, poucos arrependimentos.
Infeliz e maldito seja todo aquele e aquela egoísta pessoa que me rouba da minha feliz, justa e perfeita insanidade sem ter a verdadeira possibilidade de me dar os eficazes meios de algumas mentiras e curtas confusas possibilidades para que viva pelo menos por algum tempo, feliz.
A torpe felicidade incomoda à muita gente mas a feliz loucura incomoda muito mais.
Minha mente acelerada antes que eu corrija minhas postagens come letras quando não come palavras inteiras mas quem tem alma de ver, entende.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Minha fé perante ao sagrado é muito mais uma convicção pessoal por intuição que uma aceitação institucional dogmática qualquer.
O verdadeiro homem não faz filho. Na minha educação de berço que recebi de meu pai, o verdadeiro homem cria o filho, possibilitando-o de ser um homem bem melhor do que ele. Por isto que tantos dizem por aí que o grande pai é sempre aquele que cria.
Grande parte de minha vida e pensamento é inspirada na sabedoria familiar, também de pessoas comuns, simples e humildes que fazem um show diariamente anonimamente no grande palco da existência. Por si é um laboratório teatral cotidiano do simples, como me alertou durante vários anos o querido "Zimba" - Zbigniew Marian Ziembiński, mais conhecido como Ziembinski, o magnifico ator e diretor de teatro, cinema e televisão, na década de 1970 com quem tive a alegria de conviver no RJ. Parece mesmo que no mais erudito e no mais simples são que circulam naturalmente as melhores respostas pois diferente do intermediário presunçoso do que é e não é e talvez possa ser, só vivem as sombras descrentes das perguntas sem sentido e as alegações infrutíferas e sem objetiva solução. A divina generosidade é a grande maré que nos movimenta pela brisa constante e continua do Oceano dos Humildes.
