Poema na minha Rua Mario Quintana
Sinto a profundeza de minha humanidade quando me deparo com minhas piores falhas. Não como uma condição de perpétua culpabilidade, mas a conexão segura entre o eu, a vontade de acertar e as oportunidades ofertadas pela vida.
Quando toca uma música bonita, minha ironia assovia mais alto. Um assovio sem melodia. Um assovio mecânico mas cuidadoso, como tomar banho ou colocar meias. Outro dia tentei chorar. Outro dia tentei abraçar meu travesseiro. Não acontece nada. Eu não consigo sofrer porque sofrer seria menos do que isso que sinto. Tentei falar. Convidei uma amiga pra jantar e tentei falar. Fiquei rouca, enjoada, até que a voz foi embora. Tentei aceitar o abraço da minha amiga, mas minha mão não conseguiu tocar nas costas dela. Não consigo ficar triste porque ficar triste é menos do que eu estou. Não consigo aceitar nenhum tipo de amor porque nenhum tipo de amor me parece do tamanho do buraco que eu me tornei. Se alguém me abraçar ou me der as mãos, vai cair solitário do outro lado de mim.
Preciso de um amigo que comungue a mesma fé que a minha, para que juntos nos deliciemos com mel farto e saboroso da Palavra de Deus, fonte inesgotável de delícias a serem compartilhadas; preciso de um amigo para ouvir uma voz, um som melodioso, nos inspirando a compartilhar as nossas alegrias, os nossos maiores sonhos, as nossas vitórias e também os nossos equívocos, inevitáveis tropeços; preciso de um amigo para exercitar a virtude da humildade, pedindo perdão e ofertando a minha liberalidade de perdoar; preciso de um amigo que seja sábio e prudente sempre me exortando, com antecedência, quando estou andando por um caminho inadequado.
A minha escrita sempre será a chave decodificada que dará acesso aos labirintos ainda insondáveis do meu ser; só após ultrapassá-los, pode se ter acesso a fonte inesgotável de amor, não provindo de mim, e sim do fruto deleitoso agraciado pelo Espírito Santo; revelado somente a quem comungue o mesmo espírito com Ele.
Finalzinho do Inverno rigoroso, impetuoso, frio enrijecendo os meus ossos; martelando em minha mente; azucrinando os meus ouvidos, o tic, tic tac do relógio persistente; a chuva que cai lá fora, me instiga a sonhar, almejar maior liberdade; e acreditar que as flores ainda vão brotar na dura sequidão do meu medo; a me expor tão frágil, vulnerável, diante dos açoites da tempestade.
Talhar minha personalidade, desbastar ego e formar opinião justa e perfeita sobre fatos, são um dos caminhos que escolhi trilhar.
Bem vindo a minha louca vida.'.
Há um mundo estranho dentro de mim: uma voz que soa como se não fosse minha, um olhar perdido em qualquer direção.
Te Agradeço por ter entrado na minha vida!,e até hoje você estar, te agradeço pelo seu amor sua obra prima, jamais vou deichar de te amar te agradeço por tudo que vais me dar, o meu obrigado por você estar aki jamais vou te esquecer meu amor nunca irá morrer, ! porque eu gosto muito de você!, você é uma jóia uma benção do senhor, obrigado por tudo te ver mal éa minha dor obrigado por tudo princesinha, hoje você éa minha sina! jamais vou te esquecer obrigado ao meu senhor
“Liga pra mim, de madrugada e diz que não consegue dormir porque esta sentido minha falta ao seu lado.”
Pronto Maldito Vira lata pode vir Mijar na minha perna, pois com tudo de ruim que já aconteceu hoje só falta isso mesmo um vira lata vir mija na minha perna.
“Porque às vezes só preciso de um café forte, papel e caneta e toda a minha solidão, para fazer mover dentro de mim os meus anseios, os meus gritos, os meus risos e toda a minha humana complexidade.”
“Tem dias em que a minha alma acorda repleta de harmonia, pura, leve com perfume de primavera. Há momentos em que a razão grita com a minha alma, pedindo respostas, estipulando prazos, acusando-a dos dissabores do caminho. Nesses momentos, eu costumo ficar em silêncio, escutando o turbilhão que se passa dentro de mim... nesses momentos peço ao universo, que este silêncio seja logo ocupado por um barulho suave, de coração batendo e respiração se aproximando. São nesses momentos que de forma ou de outra, sinto um afago divino na alma, capaz de findar toda a minha tempestade.”
Devo ser considerada boba por ainda acreditar no amor. As pessoas riem da minha cara e dizem: pra quê acreditar em algo que todos estão banalizando? Mas, eu não entendo como alguém pode banalizar o amor. Amor é coisa séria, relacionamento é compromisso. São duas vidas juntas que estão alí para formar uma só. Será que vocês não enxergam isso? Ainda acredito no amor apenas porque preciso acreditar em algo tão belo e cá pra nós, vai que encontro uma versão minha acreditando na mesma coisa?
A minha pequena menina das neves de tão tão distante. Coma toda comida. Não vai brigar com a colher. Ela quer o seu bem. Eu também!!! bjs...
Minha lenda é pesada. Magoei pessoas que me amavam. Não da para amar os outros quando não se ama a si próprio. Talvez eu nunca aprenda...
