Poema com mar

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O que não posso viver
por Sariel Oliveira

Amar você
foi como segurar o mar nas mãos.

Por mais que eu tentasse,
por mais que eu quisesse…
nunca foi algo que eu pudesse manter.

Você nunca foi minha,
mas, ainda assim,
morou em mim
como se tivesse escolhido ficar.

E talvez esse seja o pior tipo de amor:
aquele que nasce inteiro,
mas não encontra espaço no mundo
pra existir.

Eu te vivi em pensamentos,
em silêncios,
em conversas que nunca aconteceram.

Te senti perto
mesmo quando tudo gritava distância.

E o mais cruel de tudo…
é que não faltou amor.

Faltou tempo.
Faltou caminho.
Faltou “nós”.

Hoje eu entendo:
nem todo sentimento vem pra ser vivido.

Alguns vêm
só pra atravessar a gente
e deixar marcas
que ninguém vê —
mas que mudam tudo por dentro.

E você foi isso…

um amor que eu senti inteiro,
mas que a vida
não deixou acontecer.

Todos Merecem Paz

Descer a serra para apreciar a beleza do mar, mesmo revolto, com sua brisa molhada, é admirar e reconhecer sua beleza em qualquer estado.

Vento no rosto, cabelos ao vento, garoa fina, pés de borracha, árvores passando diante dos meus olhos e a música, companheira fiel que fala em sussurros aos meus ouvidos.

É… descer a serra é bom.
Descer a serra é muito bom.

Mas, pensando aqui — e por favor, me ouça — no mundo existem pessoas más; contudo, existe também uma imensidão de pessoas boas e empáticas.

Então, qual seria a razão de deixarmos de orar e confiar que Deus, em sua magnitude, continue protegendo-nos da maldade humana?

Porque, mesmo quando alguns monstros caminham entre nós, ainda existe uma estação chamada justiça, exaltando a inocência e lembrando que o bem jamais deixa de existir.

Viver em paz não deveria ser um privilégio; deveria ser algo natural entre nós.

O Farol Deserto


Sou o mar que bate na rocha,
Insistindo em te moldar.
Você é a chama que apaga a tocha,
Se recusando a me queimar.


Rego a planta de plástico frio,
Esperando a flor brotar.
Sou o leito de um grande rio,
Que o teu deserto quer secar.


Grito forte em sala vazia,
Onde o eco é o meu rival.
Sua presença é moldura fria,
De um quadro sem final.

É tão improvável cair gelo do céu
quanto a Lua puxar o mar.
Tão improvável,
Que parece invenção dos sonhos.


Porque há verdades que chegam disfarçadas de "impossível", como se Deus gostasse de esconder milagres dentro da lógica.

O NAZARENO

Na relva, no campo ou à beira-mar,
o povo a ouvir o Nazareno a ensinar.
Sua voz suave, seu olhar de amor,
tocava a alma do pobre pecador.

Ele amou sem reservas e ensinou a amar.
Caminhou sobre os montes, vales e campinas,
sua mensagem de amor até hoje nos ensina.

Ele amou sem reservas e ensinou a amar.
Caminhou sobre os montes, vales e campinas,
sua mensagem de amor até hoje nos ensina.

Aos cativos e oprimidos, com seu poder libertou.
Ressuscitou os mortos e aos enfermos curou.
Abraçou os desprezados deste mundo pecador,
deu a todos esperança, o bondoso Salvador.

Sua voz ainda ecoa em cada coração,
mostrando o caminho da graça e do perdão.
Seu amor permanece, jamais passará,
e todo aquele que o segue a vida encontrará.

Ele amou sem reservas e ensinou a amar.
Caminhou sobre os montes, vales e campinas,
sua mensagem de amor até hoje nos ensina.

Ele amou sem reservas e ensinou a amar.
Caminhou sobre os montes, vales e campinas,
sua mensagem de amor até hoje nos ensina.

Sua mensagem de amor até hoje nos ensina.
Sua mensagem de amor até hoje nos ensina.

Cícero Marcos

EXPECTATIVA X REALIDADE

Entre a expectativa , onde imaginação percorre um mar de rosas , na realidade surgem sempre espinhos. Expectativas e realidades se confrontam sempre , dando um tempero especial na vida, feito rosas com espinhos no percurso de nossos caminhos !

João Batista Barbosa
Poesias / Pensamentos

Não peça a Deus para remover as ondas, peça para Ele te ensinar a navegar. O mar calmo não forma marinheiros, e é no meio do caos que a gente descobre que tem uma força que não vem da gente, mas que nos sustenta.


SerLucia Reflexoes

⁠Abra janelas da alma
deixa o sol entrar,
deixa que vem
a brisa do mar.
Deixa nascer
você vai florescer,
é ainda mais fácil
quando permite acontecer.

Hoje o dia se revela diferente,
como se o tempo tivesse aprendido a ser calmo.
O mar repousa em sua própria grandeza,
e a lua, discreta, insiste em iluminar.
Ainda assim, é no encontro do teu olhar
que tudo encontra sentido—
límpido como cristal,
raro na forma, singular na essência.
E, sem alarde, sem pressa,
tua presença se instala
de maneira constante e serena.

Paz...

Esta Paz que trago na alma...
É como o dia sem ventania...
É como o mar com sua onda calma...
É como o oceano sem maresia.

A Súplica ao Abismo
Diga à terra, diga ao sol,
Diga ao mar para gritarem aos quatro cantos,
Até que a lua pare para escutar:
E o abismo, no qual me reflito, por fim volte a me encarar.


Puxe-me... Rasgue-me!
Quero arrancar de mim este egoísmo humano.
Derramo o meu sangue sob o céu que agora escurece.


A morte, da qual tanto fujo... fugir dela de nada importará.
A morte virá, e toda a existência despencará.
Perecerei. Apodrecerei. E à terra eu voltarei.


Então, ao mar eu clamarei:
Afunde-me! Guarde-me e traga-me o amor!
Pois, neste peito em ruínas, eu suplico por esse vazio esplendor.

Mar de lama

Eu sou apenas
um sujeito brasileiro e
como tantos outros
tenho medos, sonhos
amores e desamores,
mas não me esqueço
nem por um segundo que
sou apenas um sujeito
brasileiro, rejeitado e
preso a rejeitos de
um mar de lama e
dinheiro.Eu sei que
minhas lagrimas não
valem mais do que o
seus milhões em minérios,
mas seu moço, no momento
elas são tudo que eu tenho.

Eu não sobrevivo a tempestade.
Eu durmo nela, porque tem
Quem acalma o mar.
Van Escher

Não há ondas hoje.
Só o silêncio e leve brisa.
A correnteza conduz a água serena,
o mar não parou para ser olhado.
Que não deixa de ser admirado!
#bisissym

Projeto Gotinhas de Amor
Oceanos das Marés da Adolescência: Voz, Identidade e Futuro.
Poema
Marés da Adolescência
(Letra & Poesia)
No mar da adolescência,
A gente aprende a navegar,
Entre as ondas do medo
E a esperança de um lugar.
Navegando no escuro,
Buscando a direção,
Com a força da nossa voz,
Identidade e coração.
Este é o nosso oceano! Descobrindo a coragem,
Nosso projeto de vida.
Navegando nessa maré,
Construindo a nossa rota,
Fortalecendo a fé.
Todo capitão aprende
Com o peso da tempestade,

Versinho da Autora

Cada criança é uma gotinha,
Brilhando em seu próprio mar.
Umas chegam como ondas fortes,
Outras aprendem devagar.

Há quem navegue em calmaria,
Há quem enfrente a imensidão.
Mas todas carregam consigo
Um tesouro no coração.

Se o amor for nossa bússola,
E o cuidado, nosso farol,
Toda infância encontrará caminhos
Para florescer sob o sol.

Com escuta, afeto e respeito,
Aprendemos a compreender:
Que a diversidade é a beleza
De cada criança ser quem é.

Rosana Figueira
Pedagoga, Escritora Infantil e Especialista em Estudo Infantil

''O Cataclismo Iminente''
No abismo interno ou mar infinito,
São várias emoções misturadas,
Fazendo-nos ficar sobrecarregados e aflitos,
Um colapso iminente, como uma bomba-relógio.

Se permanece no mesmo lugar,
Até um momento explodir,
Gerando uma catástrofe enorme.

E mesmo reconstruindo os edifícios,
A população afetada,
Ainda terá sido a afetada,
E a nada que possamos fazer,
Que mude isso.

Mas podemos ao menos,
Reconstruir com mais cuidado,
E ficarmos sempre preparado,
Se acaso vier um abalo sísmico.

Ser positivo não significa acreditar que a vida é um mar de rosas e que dificuldades e desafios não existem.
Ser positivo significa acreditar no poder do invisível e no poder do impossível, e descobrir que o poder não está nos problemas, mas sim nas soluções. E que o querer é o que verdadeiramente te dá o poder para vencer qualquer desafio, pois, quando se deseja com toda a intensidade alguma coisa, o universo sempre conspira a seu favor e tudo sempre dá certo!
O universo sempre conspira a meu favor e tudo vem a mim com alegria, facilidade e glória!
Bom dia.

TRANSCEPTO CRUZEIRO



No mar da velha poesia,
Dois navios vão singrando:
Um carrega a dor da história,
Outro segue renovando.
Entre o ontem e o agora,
Vai o verso navegando.


Castro Alves levantou
Sua voz de claridade,
Denunciando as correntes
Da cruel desumanidade.
Fez do poema um clarim
Em defesa da liberdade.


Seu Navio Negreiro, então,
Foi um grito contra o mal,
Retratando o sofrimento
Do cativeiro brutal.
Cada estrofe era um açoite
Na consciência mundial.


Negreiros Neto, por sua vez,
Lança a Nave ao infinito;
Não conduz corpos cativos,
Mas o sonho mais bendito.
Leva esperança na proa
E Deus guiando o seu rito.


Se um navio foi prisão,
Outro é ponte e travessia;
Se um cruzou mares de sangue,
Outro semeia poesia.
Um revela antigas sombras,
Outro anuncia o novo dia.


No transcepto do cruzeiro,
Onde os rumos se entrelaçam,
A memória encontra a fé
E os destinos se abraçam.
O passado vira mestre,
Sem que as feridas desfaçam.


Castro Alves fez da pena
Uma espada de justiça;
Negreiros faz do cordel
Um altar de boa liça.
Cada qual em seu tempo
Cultivou igual premissa.


Não disputam grandeza,
Nem procuram primazia;
São faróis de um mesmo porto,
Cada qual com sua guia.
Um combate a escravidão,
Outro exalta a harmonia.


Transcepto Cruzeiro é ponte
Entre o pranto e a esperança;
É o encontro das palavras
Com a eterna confiança.
Quem conhece o seu passado
Dá ao futuro segurança.


Que o Brasil jamais esqueça
O valor da consciência;
Pois a arte quando é livre
Transforma toda existência.
E a poesia permanece
Como luz da resistência.

Como eu posso pedir para me amar?
Se nem mesmo eu consigo?
Posso seguir flutuando nesse mar
Ou posso enfrentar esse conflito.


No fim só preciso mudar
Mudar para não ser mais um náufrago
Mudar para conseguir me amar
Mudar para não precisar de mais um trago.


No final só queria voltar a ser você
Você não tinha problema
Não conhecia esse sistema
Mas você era só um bebê


No fim eu só preciso mudar
Mudar e entender que eu cresci
Mudar pra me orgulhar e parar de chorar
Mudar e enfim dizer: eu consegui