Poema com mar
Oh, querida, você é a razão do meu viver, você é tudo que eu quero! Você me acalma como o som do mar. Mas, minha querida, tem dias que eu fico com medo de te perder. Será que realmente você me ama? Dê-me um motivo para eu não ir embora.
Meu amor,
Não há razão para temer a correnteza do nosso mar.
Se sou o som que te acalma,
Você é a âncora que me impede de navegar para longe.
Seu medo de me perder não é um fardo, é a prova exata do seu coração,
um espelho do meu próprio pavor secreto de não ser o suficiente para você.
Sim, eu te amo. E o motivo para você ficar
Teus olhos, eternidade
Nos teus olhos, encontro o mar,
um brilho que sabe segredos do tempo,
e me faz querer naufragar
no silêncio doce de cada momento.
Teu olhar é chama serena,
que aquece a noite sem precisar de luar,
teu sorriso promessa pequena
tem o poder de tudo transformar.
A pele que guarda o tom do sol,
o gesto que fala sem uma palavra,
és poema escrito em véu de arrebol,
és o verso que o amor sempre buscava.
E se o destino ousar me guiar,
quero ser o eco do teu coração,
pois em ti descobri o lugar
onde a vida se faz canção.
Simplesmente o seu olhar,
vai além das ondas do mar,
brilham com o clarão da lua!
Seus olhos, como de crianças, brincam inocentes pelas ruas.
Arrumar a casa, organizar as gavetas e, principalmente, pôr os pensamentos em ordem.
A vida é maravilhosa nos seus altos e baixos, então só priorize as coisas boas. Não que você tenha que deletar tudo de ruim que já viveu, até então eles têm que estar presentes em algum momento para te servir de aprendizagem, para você saber onde esteve, onde se encontra e principalmente para onde quer ir!
Então siga firme no seu propósito
Limpar a casa é desatar os nós da mente. O passado não deve ser apagado, mas transformado em aprendizado para guiar nossos próximos passos. Com força, foco e fé, o propósito se realiza.
Feliz semana ☕ 🍀 💟
Força 💪 foco 👁️ e Fé 🙏 💕
*O MAR.*𓇼𓂃 ོ☼𓂃
Desembarquei em Maceió com a dor na garupa, e pouco espaço na mala
Cheguei eu e minha dor
E o Atlântico não perguntou quem éramos.
Apenas abriu os braços de sal e espuma:
"Entrem"
Aqui todo pranto é sagrado.
Gritou o mar, salgado
Tirei os sapatos gastos de giz e estrada,
E a areia quente curou sem prometer milagre.
Dor sentou-se ao meu lado, calada pela primeira vez, não doía.
Contando conchas, não mais minhas cicatrizes.
"Então é aqui que finda a guerra?", ele me olha.
Com olhos de quem já foi alto e agora é quase maresia
"Não", respondo ao mar, "aqui é onde começa a trégua.
Onde aprendo que tu não és corrente, és maré."
Porque descobri, de pés no oceano,
Que paz não é silêncio, é barulho de onda.
Não é ausência de ti, dor,
É saber que até tu sabes boiar.
Então, hoje, sorrio com os olhos e com o cerne,
Porque a essência que um dia se esvaiu,
Voltou trazida pela maré,
Mais salgada, mais forte, mais inteira.
E a dor?
Ah, a dor agora tira fotos do pôr do sol comigo.
Com o mar assistindo do seu esplendor infinito....⊹ ࣪ ﹏𓊝﹏𓂁﹏⊹ ࣪ ˖
Gosto de andar na praia.
Ouvir o barulho do mar.
Gosto de contar estrelas.
Fazer as escolhas certas.
Isso, sim, é Prosperar.
DESBRAVADOR
Naveguei
pelo mar do teu sorriso.
Desembarquei
no porto seguro
do teu coração.
Minha missão:
por ti me apaixonar.
Felizes são todos aqueles
que podem desbravar
os caminhos do amor.
ACORDA, PORTUGAL!
O horizonte encolheu. Trocaram o mar e as estrelas, que alargam a alma, por agendas estreitas e por um comercialismo triste, sem luz própria.
Desviámo-nos do rumo. Deixámos de ser a expressão audaz do espírito que descobriu mundos para nos perdermos em figurinos alheios, longe da nossa terra e do nosso povo.
É tempo de levantar o olhar. De voltar a sentir o sal e a nocturna claridade. De reencontrar, nas ondas e no céu, a perspectiva que nos foi roubada.
Acorda
Eu sou mar.
Trago em mim vastos oceanos
de profundidade incalculável.
Há dias em que sou tempestade,
e navego entre ondas avassaladoras
que ameaçam lançar meu barco
ao fundo.
Há dias em que sou luz,
sol aberto,
água mansa,
calmaria.
Mas atravessar, em tão pouco tempo,
a violência das águas
e o silêncio da superfície
desgasta o casco,
as velas,
o leme,
a esperança.
E esse desgaste nos faz perguntar
se ainda é justo
continuar navegando.
Ainda assim, seguimos.
Como um veleiro solitário
em meio ao mar.
Às vezes cercado por outros barcos,
mas, por dentro,
profundamente só.
Estrela do mar ou estrela azul
furta cor...murmúrio sombra...sem sol ao sul...
Contaminar....sorriso...poluição...distintas.....clarão azul....solitude.....subtração....astes...mobilidade....onde nos tá...o azul...Estrela do mar ou estrela azul
furta cor...murmúrio sombra...sem sol ao sul...
Contaminar....sorriso...poluição...distintas.....clarão azul....solitude.....subtração....astes...mobilidade....onde nos tá...o azul...
Dentre notas.....pêndulo se entrega....não distante....dentre reflexo aos olhos....lua....caiu...sol está sem cor....atrás....de tua lente....não ....o suspiro...sem ar....o sangue...ignora o vapor....
Sinetas....em sombra....massa....cinzas....covarde....sem eclipse....como se move....antes...adiantando....sem mesmo compor....
Sonata ....sinos....celo....em contas mão....
A espera é um mar sem fim,
a alma se perde,
dias viram séculos,
e o coração não mede.
Cada hora é fogo,
cada instante é chão,
mas ainda pulsa a esperança,
teimosa no coração.
O mar é abrigo
O mar não pergunta nada.
Não exige explicações,
não pede promessas.
Eu chego cansada
e ele continua ali,
aberto, imenso,
sem se negar.
O mar acolhe até
quem chega quebrada,
com os pés feridos
e o peito cheio de nomes.
Não me diz para ficar,
não me diz para ir.
Ele apenas existe.
E às vezes isso basta:
um lugar que não foge,
que não se fecha,
que não me pede para ser outra.
Menina de leão
cabelos enrolados, pele morena.
O mar parece sua morada.
Coração largo, onde cabem a alegria, a generosidade,
o colo e o aconchego.
Tem abraço de mãe e força de quem sustenta sem alarde.
Faz de si abrigo, mesmo quando o mundo só oferece vento.
Não pede, oferece.
Não cobra, acolhe.
Pode chamar do que quiser,
mas, de verdade, preserve.
Gente assim não se refaz fácil
quando quebrada.
O que não posso viver
por Sariel Oliveira
Amar você
foi como segurar o mar nas mãos.
Por mais que eu tentasse,
por mais que eu quisesse…
nunca foi algo que eu pudesse manter.
Você nunca foi minha,
mas, ainda assim,
morou em mim
como se tivesse escolhido ficar.
E talvez esse seja o pior tipo de amor:
aquele que nasce inteiro,
mas não encontra espaço no mundo
pra existir.
Eu te vivi em pensamentos,
em silêncios,
em conversas que nunca aconteceram.
Te senti perto
mesmo quando tudo gritava distância.
E o mais cruel de tudo…
é que não faltou amor.
Faltou tempo.
Faltou caminho.
Faltou “nós”.
Hoje eu entendo:
nem todo sentimento vem pra ser vivido.
Alguns vêm
só pra atravessar a gente
e deixar marcas
que ninguém vê —
mas que mudam tudo por dentro.
E você foi isso…
um amor que eu senti inteiro,
mas que a vida
não deixou acontecer.
Todos Merecem Paz
Descer a serra para apreciar a beleza do mar, mesmo revolto, com sua brisa molhada, é admirar e reconhecer sua beleza em qualquer estado.
Vento no rosto, cabelos ao vento, garoa fina, pés de borracha, árvores passando diante dos meus olhos e a música, companheira fiel que fala em sussurros aos meus ouvidos.
É… descer a serra é bom.
Descer a serra é muito bom.
Mas, pensando aqui — e por favor, me ouça — no mundo existem pessoas más; contudo, existe também uma imensidão de pessoas boas e empáticas.
Então, qual seria a razão de deixarmos de orar e confiar que Deus, em sua magnitude, continue protegendo-nos da maldade humana?
Porque, mesmo quando alguns monstros caminham entre nós, ainda existe uma estação chamada justiça, exaltando a inocência e lembrando que o bem jamais deixa de existir.
Viver em paz não deveria ser um privilégio; deveria ser algo natural entre nós.
Não há ondas hoje.
Só o silêncio e leve brisa.
A correnteza conduz a água serena,
o mar não parou para ser olhado.
Que não deixa de ser admirado!
#bisissym
O Farol Deserto
Sou o mar que bate na rocha,
Insistindo em te moldar.
Você é a chama que apaga a tocha,
Se recusando a me queimar.
Rego a planta de plástico frio,
Esperando a flor brotar.
Sou o leito de um grande rio,
Que o teu deserto quer secar.
Grito forte em sala vazia,
Onde o eco é o meu rival.
Sua presença é moldura fria,
De um quadro sem final.
Cada palavra traz o som do mar para o poema o vruuuuh do vento canta nos lábios, o sol invade o vocabulário e o calor da imaginação chama ao banho
nas ondas das palavras quebrando
agente na praia que não deixa marca
de bronze, mas marca o imaginário...
Navegamos o mar das aparências
porque a ilha da verdade exige um sacrifício:
abrir mão da gentileza. E o custo desse adeus é imenso
Se o amor tivesse endereço, seria entre o mar e o luar, onde nossos sonhos caminham sem nunca se cansar.
DeBrunoParaCarla
