Poema Maos de Semeadora Cora Coralina

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⁠Programado

Eu, Eu... Eu vi...
Eu vi minhas poesias escorrerem
Entre os dedos das mãos
Descobri no meu mundo
A inconstância do ser a vagar na razão
Movimento perdido, espírito adormecido
O desertar de um corpo
Eu, eu...
Eu era a seta
Mas não acertava o alvo
Por não estar plugado
Entre o mim e o EU
Espírito e alma, amor e calma.
Me procurei em mim
Mas eu não estava lá
Dei de cara com o vazio
De minhas angustia
Descobri que ao procurar
Nem sempre a gente
encontra o que busca.
Tudo isso é fruto do medo
Implantado em nós
Somos muitos, mas não podemos
amplificar nossa voz.
Eu, Eu...
Qual robô eu era programado
pra dizer sim ou não
Pra satisfazer você,
Mesmo que ferisse a verdade
do meu coração.
Em vez de Deus, consultamos Freud
Somos mantra do que pode
ou não pode.
Maquiagem a cobri semblantes triste
De atores tristes de um filme triste

Inserida por marcosdeclie

⁠Juntos seguiremos em frente
De mãos dadas, de cabeças erguidas
O amor supera ignóbeis regras estabelecidas.

Inserida por GabrieldaLuz

⁠Sou sobrevivente
Não só de um acidente,
mas sobrevivente de mãos criminosas, de serpentes ardilosas na sequência.
Sobrevivente de incontáveis tipos de violência
dessa mesma gente prepotente que de elegante
só busca a aparência.

Inserida por GabrieldaLuz

⁠Fico Feliz por Você

Você seguiu, firme, o seu caminho,
Com sonhos nas mãos e coragem no peito.
Hoje visita o mundo todinho,
Cumprindo promessas, do seu jeito perfeito.

Caminha por ruas que um dia sonhou,
Toca paisagens que antes eram desejo.
Cada passo é prova do quanto lutou,
Cada olhar um novo lampejo.

Vejo fotos, sorrisos, conquistas no ar,
E meu peito se enche de alegria.
Você foi em frente sem nunca parar,
Transformando esperança em dia.

Fico feliz por você, de verdade,
Por ver que chegou onde quis estar.
Você é um espelho de liberdade,
De quem ousou simplesmente voar.

Inserida por NandaaGoncalves

⁠Minha Abya Yala
em convulsão,
a verdade não
pode ser negada:
vejo mãos aliadas
ao rastrojo
tratando a Wiphala
como um
trapo na sacada,
Enquanto outros
a erguem ao alto
manifestando
pura dignidade
pelas estradas
e avenidas
seja de poncho
ou de pollera
tentando libertar
a Pátria sequestrada.

As pessoas comuns
sempre sofrem
seja aqui
ou na fronteira,
Para estátuas
jamais prestarei
qualquer continência
nem de brincadeira,
Mal não me queira:
Continência sempre
prestarei só para
a minha bandeira.

Intriga em Táchira
e silêncio provável
em Ramo Verde,
os calabouços
e sótãos estão
sendo abertos
em cada mente,
Em Fuerte Tiuna
onde está preso
o General que
sei que é inocente
e foi preso há
mais de dois anos,
em uma reunião
pacífica no dia
treze de março,
respiro estranheza
assobiando um
trecho de Ali Primera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A donzela
Elorza está
desprotegida
e por outras
mãos vem
sendo levada,
Estão deixando
que dela não
sobre sonhos
e mais nada.

Não consigo
fingir que
não estou
vendo nada,
A gente anda
oprimida
e castigada.

O major e pastor
que havia convocado
uma marcha
espiritual foi preso,
Ele acreditou
que o tempo
de liberdade
havia chegado.

A luta popular
em união com
as Nações Indígenas
no Equador recebeu
o seu triunfo
num decreto revogado,
Neste continente há
tantos fatos ocorrendo,
E nenhuma notícia
de libertação para
o General que
segue injustamente preso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Passei a semana
ouvindo as canções
para a nossa América,
E com a esperança
que mãos uruguaias
e mexicanas sejam
estendidas generosas
para o General
e a tropa que foram
presos injustamente
por quem ignora
o sublime ideal,

E uns acham que
não merecem
a justiça divina e a humana;

O General foi preso
há pouco mais de
um ano meio dentro
de um hotel onde
ocorreu uma
reunião pacífica,
Desde esse dia
treze de março
o tempo correu,
Só a justiça não
aprendeu a caminhar
E assim ele se
encontra sem
audiência preliminar.

E uns acham que
conhecem a história
e dela absolutamente nada sabem;
Agora, só se sabe
que no Hospitalito
de Fuerte Tiuna
ele se encontra,
Mas ninguém
tem conhecimento
de fato como ele
realmente está,
Só sei que não era
para ter chegado
a esse ponto,
A inocência dele
não é nenhum conto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando uma
canção sai
informativa
e em protesto,
Saio com
as mãos
na cabeça,
me rendo,
E me entrego
como quem
se entrega
para a tropa
de choque;
Da mesma
forma quando
sei que há
uma greve de fome.

22 dias de petroleiro,
com o coração doído
por um povo inteiro.

Tomando partido
de uma história
que não pertenço,
E falando
com quem
até não conheço.

Buscando entender
o porquê recriaram
um movimento
novo oriundo
do antigo,
Sendo que
o General foi
preso injustamente,
E está há
mais de 50 dias
desaparecido,
Sinceramente,
isso não faz
nenhum sentido!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Sendo a rosa de Evita
no bico da pomba
que entreguei
nas mãos argentinas,
Não me esqueço jamais
das ilhas das Malvinas
e que nosso continente
e região merecem
desfrutar de plena paz.

O quê dói na Argentina
também me dói
a falta de paz e liberdade
constituem uma dívida
sem paz quando porque
existe dentro de casa
a ocupação colonialista.

Estes meus versos
latino-americanos
são feitos da poesia
da dupla fronteira
venezuelana e brasileira:
Não deixam passar
nada esquecido
e reclamam por cada
venezuelano que cabe saber
que é dono do Esequibo.

Refletindo os fatos distantes
e atuais em alta rotação:
(Não me esqueço da tropa
e do General que continuam
injustamente na prisão),
E sigo clamando pela libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Jupiá

⁠O destino te fez nascer
das mãos do Sr. Edemar,
deste Oeste a tua História
é linda para se contar.

O teu nome de cinco
letras é para lembrar
da tua grandeza guarani
e Pátria para a gente louvar.

O Divisor dos Ventos
traz o acolhimento
sempre que busco
admirar em recolhimento
o quê tu fostes, és e será.

Meu remoinho amoroso
que na simplicidade
dos pioneiros se ergueu cidade,
Na cachoeira hei de escrever
nas águas infinitos poemas.

És a minha amada Jupiá
filha preciosa de Santa Catarina,
de Nossa Senhora de Aparecida
és incontestável devota,
e minha razão de ir, voltar
e de nunca nesta vida te deixar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Balada de todas as baladas
és a que toca o meu coração
com a alma e as duas mãos
que põem em doce alucinação.

De todos os meus esquemas
em pouco tempo se tornou
por mérito o mais romântico
e eu o teu mais apaixonado.

Balada de todas as baladas
sem ter me dado conta,
você me trouxe para perto
e abriu a tua amorosa porta.

Tu és o meu transe sublime
que levo em silêncio devocional,
porque sei tudo em ti existe
e o nosso relógio é atemporal.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um foi se moldando
ao outro feito argila
nas mãos do oleiro,
Somos dois corações
e o amor construiu
o nosso amor inteiro,
Celebramos orgulhosos
o amor verdadeiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Colocamos nas mãos
um do outro o amor
inquebrantável, forte
e inoxidável tal qual
níquel para chegarmos
aqui reunidos celebrando
juntos cada obstáculo
vencido na nossa História.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Estrela de trinta e uma pontas
desenhada pelas mãos do Arquiteto,
Sede da República,
muitos ainda não conhecem de perto,
A alma e o coração do país
pulsam vibrantes bem ali,
das flores e das frutas do Cerrado
nunca na minha vida me esqueci.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Entreguei alguns de meus
marcos poéticos nas mãos
do Invencionarium
e nos braços da compaixão
neste mundo onde uns
fazem questão de odiar
sem conhecer ou por
qualquer razão vulgar.

Cada um dos meus marcos
poéticos na Praça do Sertório
em Évora são como orações,
Onde muitos desistem
de sonhar assim sigo com
o meu ofertório poético
na esperança que venham
na vida voltar a sonhar.

Declarei-me assim a poetisa
dos invisíveis deste mundo
não importam onde estejam
os meus versos irão alcançar,
Porque a paz que eu quero
é aquela que vai se espalhar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na altura dos olhos,
muito mais altas
do que os sonhos,
as nossas mãos
começaram serenas
a se enamorar no ritmo
da Valsa de Mão Trocada,
Que num estalo fez
de mim por ti gamada.

Os gaúchos e as prendas
a rodopiar começaram
no salão a se alternar,
Não quis fazer nenhum
esforço para disfarçar.

A poesia romântica
do seu perfume a partir
deste dia nunca mais
eu consegui olvidar:
Você não vai se segurar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As fitas coloridas girando
no mastro pelas nossas
mãos dançamos a poesia
o passo da feiticeira
vida que por ironia
nos colocou amarrados
de corpo, alma e coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por tuas mãos amorosas
e sua força o mastro
foi erguido com as fitas
coloridas amarradas
pelas minhas mão devotas.

Para juntinhos a dança
do Pau de Fitas ensaiar
coloquei a minha saia
enfeitada para te cativar,
e para fazer você se apaixonar.

Eu sou poetisa brasileira,
quem te disse que não sei dançar,
não me viu no Tramadinho
e no Trenzinho em pleno desenrolar.

Eu sei dançar o folclore,
quem te disse que não sei escrever,
não me viu sendo poetisa
no Zigue-Zague e no Zigue-Zague
a dois do amanhecer ao anoitecer.

Eu sou poetisa, dançarina, feiticeira,
e também sei o quê é seduzir,
mesmo que não me perceba ando dando pistas para você de amor cair.

Como poetisa, dançarina e feiticeira,
ultimamente ando virando sereia
para escapar da sua Rede de Pescador,
porque além de dançar e conheço
essa sua mania de brincar de amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O céu estrelado
anuncia a poesia
campeira nas mãos
do biriva todinha
de prenda dançarei
a roseira a noite inteira,
Ele tem certeza
que eu o quero,
Espero que da mesma
maneira que ele me queira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Todo carinhoso com
o arco de flores
nas mãos para dançar
a jardineira comigo,
Foi um aceno do destino
para mergulhar
de vez no oceano
do teu amor e me deixar
levar até quando
nada fizer sentido,
Porque sem explicação
me vejo sobre o seu peito
em silêncio e nele o meu abrigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt