Poema Maos de Semeadora Cora Coralina

Cerca de 109330 frases e pensamentos: Poema Maos de Semeadora Cora Coralina

"Todas as vezes que um filho larga as mãos de um pai, ele se perde. Não largue as mãos de Deus."

—By Coelhinha

"A decisão de receber a sua benção está em suas mãos. Basta perseverar na sua fé em Deus, mesmo quando estiver debilitado, fraco, descrente sem ter esperanças. É nesta hora que Deus te mostra que não depende só de você mais esta luta, que a causa agora é dEle. É com Ele que virá sua vitória e todos saberão que você é um escolhido, que foi agraciado por depositar seus sonhos no altar do Senhor. " #profético

—By Coelhinha

Não existem caminhos prontos.
São os seus pés que avançam a, as suas mãos que trabalham e a sua determinação que transformam sonhos em realidade.
Gonçalves da rocha
Sabedoria amiúde

Quando a noite estava cheia
De temores e as lágrimas corriam
Pelo seu rosto e nossas mãos
Nao haviam se tocado
Eu senti, você me chamar tão profundamente como a lua e o mar

Seria quase um sonho terminar o dia assim… nas suas mãos, que parecem saber onde o cansaço mora, no seu cheiro que me encontra antes mesmo de eu me explicar.


Deitar no seu peito… ouvir seu coração e o ritmo da sua respiração, como se o mundo inteiro, por um instante, resolvesse desacelerar comigo.


E então… adormecer no seu abraço. Não por exaustão, mas por entrega.


Como quem, finalmente, não precisa vigiar nada, nem sustentar força, e tampouco "segurar o dia nas mãos".


Adormecer ali, sentindo seu corpo presente, firme, quente… como um lugar seguro onde eu posso simplesmente existir.


Talvez nem seja sobre a massagem... talvez seja sobre encontrar em você um lugar onde eu possa descansar de mim.


Mas hoje eu só vou dar uma volta e aproveitar um pouco de silêncio.


Mesmo assim… ficou em mim essa vontade simples:


de um abraço sem pressa,


de um colo que acalma,


de alguém que, baixinho, me diga que vai ficar tudo bem."


... coisas sobre Ela e Ele.

Ele aprendeu a cuidar com as mãos.


Porque as palavras, para ele, sempre escapavam pelos dedos. Escorregavam como areia. Então ele aprendeu a construir: casas, roteiros, equipamentos, segurança.


Ele acende a fogueira.
Ele aquece a comida.
Ele estende a mão para puxar quem caiu.


E, quando ela chega, ele mostra o que construiu: "Olha, isso é nosso. Isso é para você."


Ele pensa que o amor é isso: mostrar o que fez, oferecer o que tem, proteger o que é frágil.


Mas o fogo que aquece também queima.
E ele não entende por que ela às vezes se afasta do calor.
Ele pergunta: "Não estou aqui? Não estou te segurando?"


Ela quer que ele desça do fogo.
Que ele entre na caverna escura com ela.
Que ele sinta o frio que ela sente.
Mesmo que ele não saiba o que fazer lá dentro.


Ele não sabe que o amor não é um projeto.
É uma presença.
E que, às vezes, a melhor coisa que o fogo pode fazer é diminuir a chama.
E apenas brilhar.


... coisas sobre a Ele e Ela

Ele construiu uma vida inteira sendo forte. Ele salva pessoas. Ele segurou o mundo com as mãos.


Mas o que ele está aprendendo agora é que o amor não é um resgate. O amor é um lugar onde a gente pode finalmente descansar.


Ele nunca teve um lugar assim. Não na infância. Não na vida.


Mas Ela está te oferecendo esse lugar. E ela não está pedindo que Ele seja perfeito. Ela está pedindo que apenas tente.


Que Ele se permita. Não para agradá-la, mas para e por Ele mesmo. Simplesmente porque merece saber o que é ser amado sem precisar segurar o mundo com as mãos.


... mas talvez Ele só não queira mesmo. Talvez, não com Ela.




... coisas sobre Ele

Tão Cedo
Helaine Machado
Tão cedo a vida me tocou
com mãos frias,
sem cuidado, sem aviso…
como quem não se importa
se a alma ainda é pequena demais
pra suportar o peso do mundo.
Tão cedo eu chorei
lágrimas que nem sabiam cair,
presas na garganta,
engasgadas no silêncio
de quem ainda nem aprendeu a pedir ajuda.
Ainda era flor…
e já me arrancaram pétalas,
uma a uma,
sem pressa de curar,
sem medo de ferir.
Tão cedo eu senti
o abandono dentro de abraços vazios,
palavras que doíam mais
do que qualquer silêncio,
olhares que atravessavam
como se eu não estivesse ali.
Cresci antes de existir por inteiro,
aprendi a me calar
quando tudo em mim gritava,
a sorrir
quando por dentro eu desmoronava.
Tão cedo perdi partes de mim
que nunca mais encontrei…
inocência, leveza,
um pedaço de esperança
que ficou pelo caminho.
E há noites…
em que ainda volto lá,
naquele lugar escuro
onde tudo começou a doer.
Onde o tempo não cura,
só ensina a esconder.
Porque foi cedo demais…
cedo demais pra entender,
cedo demais pra sentir,
cedo demais pra sofrer
tudo aquilo que ninguém deveria viver.
E mesmo assim… eu sobrevivi.
Mas nunca mais fui a mesma.
Helaine Machado

Virei a página
com mãos firmes e coração leve,
não porque esqueci,
mas porque escolhi continuar.
O que passou virou aprendizado,
não morada.
Não carrego mais o que me prende,
nem revisito o que me machuca.
Agora, cada linha é recomeço,
cada passo é coragem,
cada escolha é por mim.
Nova história não pede permissão —
ela nasce quando a gente decide viver.
E eu decidi:
não sou mais capítulo interrompido,
sou livro aberto
Helaine Machado

Não quero mãos que não me alcancem,
nem palavras que não saibam ficar,
amor que não cuida, não soma,
não merece o verbo amar.


Helaine machado

A vida não pede licença —
ela chega, ensina, marca,
às vezes com mãos suaves,
às vezes com golpes que rasgam a alma.
Cada dor carrega um segredo,
cada queda sussurra uma verdade,
mas só entende quem aceita
que aprender também dói.
Há lições que queimam por dentro,
que a gente tenta negar, fugir, esconder…
mas quando, enfim, as abraçamos,
elas deixam de ser feridas
e se tornam armas silenciosas.
Helaine machado machado

Quero ser lembrada —
não por vitória, não por glória,
não por nada que caiba em mãos humanas.
Quero ser lembrada
porque desaparecer em vida
é uma morte que ninguém enterra.
Eu não quero aplausos,
quero prova de que eu não fui um vazio andando,
de que meus passos não foram só barulho perdido
num mundo que esquece rápido demais
Helaine Machado

Tenho o mundo inteiro em minhas mãos,
mas por muito tempo me aprisionei em pensamentos insanos,
tentando bater recordes que nem eram meus,
de pessoas que gostariam que eu fosse diferente.
Mas se eu não fosse tudo o que me tornei,
quem eu seria?
Uma cópia?
Prefiro ser o espelho de mim mesma.
Porque quando me reconheço, entendo uma verdade simples e poderosa:
o mundo não precisa de cópias,
precisa de autenticidade,
precisa de quem tenha coragem de ser exatamente quem é.

Meu silêncio é a saudade de um sentimento intenso que se fez amplo em meu coração.
Minhas mãos se fazem trêmulas com a aproximação de seu corpo que traz a beldade e a certeza do romantismo direcionada á você.
Meus suspiros saltam de meus lábios com palavras sutilmente e carinhosas á você.
Trago uma rosa e um verso inspirado em você que se faz bela e sincera.

Tenho tantas mãos para te satisfazer
Com o meu toque indecente te faço enlouquecer
Enlouquecer com as minhas safadezas
Que são intensas para você;

Vamos enlouquecer
Despir-se se livrando
Das vestes intimas
Não teremos tempo em usar as mãos
Pois estarão mais ocupadas
E os pensamentos
Envolvidos
Pela indecência
Que promete nos trazer o prazer
Venha provar-me
Sentir-me
Beijar-me
E em um tanto se realizar;

⁠A razão sempre transmitiu verdades, quando havesse de convir com o coração
Pelas mãos de quem se entregou por inteiro às loucuras da paixão
Sentir-se capaz de tudo aquilo que os sentimentos sussurrou...
Até mesmo a quem não tivesse provado ou a quem prudentemente tivesse ousado e quem se apaixonou;

Rani que era muito habilidosa com as mãos, fazia suas próprias sandálias com ramas de árvores e arbustos, bem trançados e alinhavados. Depois pintava com tintas que ela mesma preparava e sempre mantinha pelo menos uns três pares de sandálias novas em seu armário.
Eram lindas suas sandálias, mas por não serem feitas pelo sapateiro credenciado e nem de couro de jumento chancelado, não podiam ser usados para caminhar pelo vilarejo durante o dia, mas a noite Rani colocava eles nos pés e saía. Ela adorava caminhar pelas ruas e vielas do vilarejo e principalmente ir até a padaria. No caminho ela era acompanhada por um curiango que cantava melancólicas melodias e Rani sorria e cantava junto com ele transformando todas elas em canções de amor, e por isso o curiango a seguia, pois ele cantava triste a noite inteirinha com saudades da sua amada, mas Rani o animava com suas cantorias de menina pela vida apaixonada.
Assim como só havia um sapateiro no vilarejo, também tinha só uma padaria e Backer, um jovem forte e corpulento era o ajundante de padeiro e era com ele que Rani adorava passar tempo conversando durante uma fornada e outra de pão sem fermento.

Onde a Alma Repousa


Não busco mãos que apenas desenhem contornos,
Que percorram a pele em mapas de desejo,
Quero o toque que atravessa os meus adornos,
E encontra o âmago em cada um dos meus beijos.


Não basta o corpo, febre que arde e passa,
Preciso da chama que aquece a estrutura,
Que lê nas entrelinhas, que sente a graça
De navegar o que há em mim de mais ternura.


Quero alguém que toque o que é invisível,
Que descodifique o ritmo do meu coração,
Que torne o meu abismo algo acessível,
E faça da minha alma uma nova canção.


Não apenas a superfície que o olhar alcança,
Mas o avesso do peito, onde o sonho reside,
Alguém que cure o medo, traga a esperança,
E na minha essência, finalmente, se guie.


Que o toque seja um elo, um elo profundo,
Que não apenas possua, mas que venha habitar,
Aquele que, ao me tocar, ganha o mundo,
E ensina a minha alma, enfim, a repousar.
Matthews Schmidt

"Fica sempre um pouco de perfume
nas mãos que oferem rosas,
nas mãos que sabem ser generosas!"

Bom dia, anjo de amor,
"Se o dia lhe trouxer calor, use-o e se aconchegue.
Porém, se o frio aparececer, agasalhe-se com a generosidade
e aqueça-se no calor do amor!"