Poema da Manhã

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Você faz de cada manhã um milagre. Bom dia, amor da minha vida! ✨ te amo a cada segundo, meu amor ❤️

Há tantas razões para agradecer todos os dias. Eu sou grato por você! Tenha uma ótima manhã, amor!

⁠A maior riqueza de um ser humano é levantar pela manhã e estar consciente, e ter o sentimento e o coração tranquilo de estar buscando fazer o melhor pela esposa, filhos, família e pelos amigos.

Que Deus abençoe sua manhã, seus esforços, sua dedicação e sua linda família. Ser grato é esperar que Deus abençoe, ame e proteja o que é seu. Não há nada melhor que ser grato todos os dias. Você pode vencer o medo. Você pode enfrentar o que for. Com Jeová, Deus, você não temerá. Não terá que se esconder, porque você sabe que tem Seu amor. Olhar com fé é ver além do escuro. Se olhar com fé, você não terá o que temer. Seja forte com Jeová e continue a perseverar. Viva pela fé! Tenha um dia cheio de amor, esperança e gratidão.

Onde a luz trespassava a fresta, a manhã se fez plena: o verde das árvores trazia o orvalho para perto dos olhos e o mundo se resumia àquela solitude preenchida, harmoniosamente, ao canto suave dos pássaros.

A manhã surge como uma borboleta rompendo a escuridão do casulo, deixando-se banhar pela claridade que aos poucos a envolve, até que plena em toda a sua beleza exibe todas as cores da vida.

Se a manhã começa com fé e cheirinho de café quente já é meio caminho andado para ter um dia gostoso.

Que a brisa mansa da manhã ao tocar a essência orvalhada dos jardins leve até você o olor suave das flores e a paz sublime de um dia leve e sereno.

E quando te decepcionarem, você se levantará do chão. Pois a manhã volta a surgir e é mais um dia de Sol.

A vida recomeça toda manhã para aquele que é capaz de olhar para si mesmo com um olhar novo.

Ela chorava todas as noites e pela manhã colocava seu casaco preto e um sorriso no rosto

O quão bom é sentir o vento no rosto. O sol da manhã toca a pele o céu parece cada vez mais azul.⁠

Na noite que tarda estrelas, as mãos tecem versos no chão e se podia dizer que era manhã, já que as palavras tudo aceitam dos versos descomprometidos com a verdade e eu não diria que é mentira se ardem as esmeraldas. A face reflete o mais puro céu azul e os girassóis deliram no amarelo altivo de uma vasta plantação. E se diria que o rubro de minha face era a vida queimando na melodia indizível das colinas esverdeadas que murmuravam fontes de água cristalina nas mãos de flauta. E se podia dizer sobretudo que tudo já foi dito, mas o poema contradito toca a margem do infinito e mais versos geram em minhas linhas digitais. As árvores falam o sussurrar das folhas ao vento e colorem de flores o chão e as ruas se fazem rosas, vermelhas e larajadas, uma camada farta de detalhes numerosos em sonhos de turquesa. O amor partiu em muitas tardes como uma imagem que se esvai e restam fotos antigas desprovidas de vida. E o amor já não é uma necessidade, haja visto o preço oneroso da vida, pois é preciso comer, morar, vestir e viver. Eis que o amor é um luxo e se procura a paz no esdrúxulo movimento de se manter em pé. E para tanto se pede um pouco de fé, na esperança desmedida de o mundo ser melhor e sermos melhores para o mundo. No entanto, navego no absurdo e planto flores no olhos plenos de palavras, que assim compõem uma paisagem que não distingue as estações e faz solar a escuridão da noite. Faz do sul o norte e tudo muda de lugar no poema a proclamar verdades de imensidão nos dedos que tecem rimas nas constatações violetas do corpo em êxtase, pois tudo são pormenoridades se escrevo e me escutam e nada tarda na vida que permanece no tempo. Seguimos fortes sem lamentos a poupar o rosto de lágrimas frágeis, porque se bem observar não há motivos para chorar, pois que estamos vivos e atravessamos todas as madrugadas frias.

Comece a manhã dizendo a si mesmo: Hoje vou encontrar: um ingrato, um ignorante, um raivoso.

Marco Aurélio
Meditações. São Paulo: Edipro, 2019.

Na casa clara da manhã, de poeira se enchia a estrada em um redemionho a levar flores de outono que descansam no solo. Canta a asa branca na planície de uma mata vasta e inebriada. A água calma da lagoa acalma a alma vaga na madrugada. Ouve-se a fala mansa de um arara que chama alta na varanda. No mar uma barca branca e iluminada levava uma menina que sorria. Para ela a vida era linda e infinita. A brisa fria da colina ouvia sinos a vibrar nas igrejas. Um poeta põe-se a escrever rima viva e cristalina, trilha antiga e escondida, que fitava a neblina e a poesia ilumina o dia. A melodia inspira a menina de família unida e querida. O rouxinol cantou de novo no dia solto do outono. No quintal havia um poço fundo e silencioso. Nas montanhas se ouviam coros sonoros de monges. Os olhos eram como sóis dourados, no contorno do horizonte e os opostos formam o todo de um sonho longo e misterioso. A lua despida sobre a rua pairava chuva pura da altura, em escultura de ternura. A bruma azul era música muda à alma. Uma luz profunda e absoluta. Na mesa havia uma fruta suculenta e madura, com uma cursa suave de pintura. O dinheiro era escasso e fortuna busca aventura. Mas esqueça. Uma doçura flutua na memória e o céu sereno e pequeno leva o tempo lento e secreto. Um vento leve sobre o campo, faz o verde crescer em silêncio para futuras festas belas e singelas. Uma estrela revela secredos e a névoa leve desliza pela relva. A terra espera a primavera em um verso belo e sincero. Um menino seguia sozinho, sorrigo antigo e tranquilo. Brilho vivo do destino. E há um caminho florido e bonito. Foi um livro escrito com carinho.

Como o café quente a ser tomado pela manhã, sua mente trabalha para executar o mais perfeito plano naquele dia.
Sendo aquele café ao acordar muito bom, faça com que sua vida seja da mesma forma.

Hoje pela manhã ao ver os raios do SOL a brilhar, estava tão lindo e tinha a cor dos teus cabelos...

Quando acordo pela manhã sorrindo feliz falando besteira, não se preocupem. No trabalho um pouco mais comportado, mas sorrindo e feliz, não se preocupem. À noite antes de dormir também, sorrindo feliz falando bobagens, não se preocupem. Mas quando eu despertar pela manhã, e não fazer tudo isso, então se preocupem.

Pela manhã eu olho o Sol, e lembro de ti, passo o dia todo pensando em ti, vem à noite e eu penso em ti, a Lua as Estrelas me fazem lembrar de ti, os Serenos, as Geadas, as Brisas, as Chuvas, os Campos, as Matas, as Montanhas, os Rios, os Mares e Oceanos também, me fazem em ti lembrar, o Verão me faz lembrar o calor do teu corpo, o Inverno a concha do teu corpo que se encaixava no meu quando me aquecias, o Outono que na sua suavidade, faz com que eu pense em ti, a Primavera me faz lembrar quando tu partiu e junto levou todo o perfume, me deixando aqui sozinho, lembrando e pensando em ti e tudo e em tudo que passamos e vivemos juntos.

Se você reclama da comida que sobrou do meio dia, do pão que sobrou do café da manhã! E os coloca no lixo? Lembre-se daqueles que vivem famintos por não terem o que você jogou fora.