Poema Louco Insanidade Doido
Pecado
É como um vício, me leva nas noites.
Gotas de insanidade ardendo na veia,
que sem um toque me tira o controle.
Fogo apagado que ainda incendeia.
É um paraiso de indagações.
Beleza insensata, intensa e vulgar.
Perfeito momento de imperfeições.
Meu Édem; lugar proibido de entrar.
a Poesia exige arrancar as mordaças e as máscaras
- exige insanidade, abismos e vertigens
para arremeter contra as colunas de Hércules
e navegar no oceano da imprevisibilidade.
tantas estrelas na podridão do mundo...
apenas a nostalgia da insanidade,
paciente tem qualidade de vida...
muita impunidade o crime é cometido.
"Numa fração de segundo
a razão tornou-se insanidade
e eu que era cego durante todo esse tempo
cético e dono da verdade,
virei menino curioso pra descobrir
por que tudo isso mudou?
Foi quando nossas mãos se entrelaçaram
ou no momento em que seu lábio me tocou?"
Alucinações visuais e auditivas.
Loucamente fruto da minha insanidade...
Realmente conversar com fantasmas...
Suas respostas sussurram pelos ares...
Lágrima demonstra reações dos anjos...
Bem vinda suas aparições que destina minha alma foragida...
Fugi por amar a criação...
O tempo passou...
Por desejo e sentimentos me sinto culpado por amar.
Seja o dia ou noite, a desejo tanto.
Arte da felicidades é um estado imaginário.
No mais alto declaro meu amor...
Com certeza luz que atinge minha alma...
Simbolismo eterno do espírito...
Que paira sobre as asas da imensidão...
Desejo o que muitos não entendi o que é o amor.
Deslumbre nas vastidão do amor...
Fora isso não há razão...
Nas maiores grandezas e virtudes a vida deve ser o glamour de toda paixão.
Em corpos consumidos pelo tempo a amamos
Com valor de missão comprida.
No arco do horizonte o sol descansa mais uma vez.
Declarações que ninguém explica...
O canto que se repete na mente e delícia sua alma...
No instante que lua cheia o faz sintir a paixão..
Como amantes são singulares no instante que dia amanhece.
Possibilidade impossível
Proximidade distante
Lampejos de insanidade
Incoerente sensação
Desalinho de pensamentos
Intocado querer
A INSANIDADE DO CUPIDO
O cupido tenta acertar seu coração
Mas toda vez acerta o meu.
Eu acho que ele perdeu a razão
Pois muita flechada ele me deu.
Tento me esconder de suas mãos
Mas ele sempre me encontra
Quando eu o vejo se aproximando
Toda a minha alma se espanta.
Já estou tão apaixonado por você
Que eu faço questão de mostrar!
Deixarei que o cupido se aproxime
Para então meu plano vingar.
O anjinho iria me acertar novamente
Mas suas flechas e arco eu o tomei
Fui até sua presença minha amada
Então uma flecha, disparei.
Minha vida iria melhorar,
Se por mim você se apaixonasse!
Minha sorte seria completa
Se a flecha disparada, eu acertasse!
Eu não acertei a flecha,
E você me disse sorrindo:
_Não é preciso cupido,
Garanta que esteja ouvindo.
Eu sempre lhe amei
Mas nunca percebeu
Preocupava-se com o cupido
E não viu o que aconteceu.
Apaixonei-me mais ainda
Quando provou o seu amor
Roubou a arma da paixão
E com o cupido brigou!
Então eu e ela fomos juntos
Para um futuro de prosperidade
Hoje em dia agradeço ao cupido
Por toda sua insanidade!
Utopia
Toda Utopia
É transformada em insanidade,
Pois a mente humana
Cheia de maldade,
Faz que Belos sonhos
Repletos de ousadia
Alimentem a crueldade,
Daqueles que,
Tendo em vista a covardia
Distorcem ideais
E criam tiranias
(Felipe de Lima, 24/02/2010 - após debate sobre socialismo)
INSANIDADE
Eu ando por aí contando os passos,
contando as horas,
rezando o terço,
tecendo a vida sem endereço,
pagando o preço dos meus tropeços,
buscando a sorte depois da morte
para um novo recomeço.
Eu ando por aí contando estrelas,
soprando vento das minhas janelas,
cantando músicas que desconheço,
desenhando sombras com a luz de velas,
buscando abraços para os meus braços.
Minha alma está em alvoroço
porque a saudade ocupa todo o espaço
e, ainda por cima, dói doída no osso.
Perdi a senha da felicidade.
Perdi o rumo das minhas vontades.
Perdi a calma da neutralidade.
Perdi de mim, as minhas metades.
Insanidade será meu fim?
Fragilidades não me pertencem,
e delas, juro, não serei refém.
Sou ave branda que voa nas aragens.
Sou ave brava que enfrenta tempestades.
Sou um ser errático, lunático, dramático.
E se não sou fantástico, e não sou poeta,
a poesia é a culpada por eu ser assim
PROVA FINAL
Encontrar-te em meio a milhões
Na insanidade do vai e vem
É a prova mais irrefutável
Que encontrei da existência de Deus
Maldito Deus!
Meu mundinho imperfeito
Que coisa é essa que me sufoca, que me deixa a beira da insanidade. Eu não posso ficar mais sozinho que a loucura bate a minha porta, a noite é a minha tortura, minha agonia.
Não sei mais o que é esta em paz eu não consigo me sentir livre, me sinto preso ao vazio que eu mesmo criei.
E o mundinho imperfeito que à muito criei para me proteger foi invadido e não me defende mais.
Dentro dele agora existe outro alguém que nem se quer conhece ainda e não consigo encontrar. E por onde eu passo não escuto meus gritos, não sinto minhas lagrimas, meu caminho parece um cemitério macabro que por onde eu passo só vejo flores mortas ao chão.
Meu mundinho imperfeito caiu por terra e hoje se transformou no meu inferno particular.
(09/12/09)
Meu mundinho imperfeito
Que coisa é essa que me sufoca, que me deixa a beira da insanidade. Eu não posso ficar mais sozinho que a loucura bate a minha porta, a noite é a minha tortura, minha agonia.
Não sei mais o que é esta em paz eu não consigo me sentir livre, me sinto preso ao vazio que eu mesmo criei.
E o mindinho imperfeito que à muito criei para me proteger foi invadido e não me defende mais.
Dentro dele agora existe outro alguém que nem se quer conhece ainda e não consigo encontrar. E por onde eu passo não escuto meus gritos, não sinto minhas lagrimas, meu caminho parece um cemitério macabro que por onde eu passo só vejo flores mortas ao chão.
Meu mundinho imperfeito caiu por terra e hoje se transformou no meu inferno particular.
(09/12/09)
Toda insanidade
Tem em si
Uma certa castidade
Um certo ar santo
De todo pranto que cai
De tudo que se esvai
Um corpo que cai
Sou um sonhador
Apenas mais um lunático
A pensar que aqui
Nao é por certo meu lugar
Sou um copo, um corpo, quebrado no chao
Me divido em mil pedaços pontiagudos
Para me furar ou cortar ou nao.
Insanidade Sana.
Essa minha insanidade sana,
Que me leva á beira da loucura,
Pois um homem que não pensa,
Já é louco de nascença,
Mas aquele que pensa demais,
Enlouquece, muito mais.
De expectativa, a desilusão,
Ruindo na escuridão,
Insanidade, sem razão,
Espaço e tempo sem compreensão,
Legitimo bobalhão,
Legal pois sem noção,
Yin-Yang, sem coração.
Se um dia alguém
Tiver a insanidade
De me perguntar a você,
Diga, sorrindo de lado,
Assim, no passado:
'Eu não a conheci'.
Bom dia
Cúmplices da insanidade
Olho ao redor do meu dia a dia, e vejo a cumplicidade e a insanidade das pessoas em relação ao nosso país. Não gosto de falar de política, porém hoje resolvi me manifestar. Em cada 10 famílias Um membro faz uso de substância química, nosso sistema de saúde Mata mais do que salva (não por culpa dos profissionais ), a educação me dói em ver a luta dos verdadeiros profissionais para formar novos profissionais, falam em passeatas, manifestações, porém o que vejo é uma passeata de estradas lotadas num feriado que deveria ser de um dia apenas e se tornou
uma semana. Ai aparecem alguns e dizem poxa trabalho metade do ano para pagar meus impostos, mais esquece também que fica mais em casa do que trabalha. O pior que a anos vejo as mesmas caras no controle do nosso país ou seus descendentes, até porque o político brasileiro precisa só de dois mandatos para se aposentar, enquanto a verdadeira máquina trabalhadora que faz o país girar trabalha até quase a morte para o mesmo, pior sem nenhuma dignidade de um trabalhador verdadeiro.
INSANIDADE
Quinta-feira de chuva; estou sem coragem para levantar. Joguei o colchão no chão da sala, para que ficássemos à vontade. Você está aqui, deitado ao meu lado - estou sobre seu peito, acariciando seu corpo - e posso ouvir sua respiração enquanto dorme. Coloquei música no notebook. John Mayer. Você agora me abraça pelas costas, me envolve em seus braços e entrelaçamos os dedos. Quero namorar com você, sussurro. Sorrio involuntariamente. Minha situação piora a cada dia. Não saio do quarto, porque você está aqui comigo (e ninguém sabe). Vamos à praça, de mãos dadas. Paramos pelo caminho e nos beijamos. Alguém observa; desconheço. Vou até sua casa e conheço sua família. Todos estranham. Notam o sotaque. Fico à vontade - e não chamo palavrão, eu sei me comportar. Tardezinha. Ficamos no sofá, rindo de qualquer coisa. "Acho que você já viu meu rosto". Sim, mas você não acredita. E gosto do que vejo, é perfeito para mim. Te puxo pra perto e te beijo. Rostos colados. Sinto sua mão no meu cabelo agora. Gosto quando você sorri. Me sinto bem com você perto de mim, chego a sentir que somos só nós dois. "Queria que fosse de verdade". "Não deixa de ser verdade". Você sobe em mim - estou sozinha. Agora sinto tua boca na minha. No meu pescoço. Na minha barriga. Fico ofegante. As mãos passeiam pelo meu corpo, enquanto olho nos teus olhos, olho para tua boca. Perco e recupero os sentidos. Permaneço deitada, olhando para o teto. O que você está fazendo agora? Olho para o celular e digito uma mensagem. "Um coração pra você saber que tô pensando em ti". Digito um coração e envio. Saio do quarto e estouro a bolha de ilusão.
Nos meus tempos mais devassos
agarrei-me à insanidade
e na busca pela minha verdade
indisposto a qualquer plano
eu andei feito cigano
mesmo em terra de ninguém
e fiz questão de esquecer
que mentir para si mesmo
é o pior dos vis enganos.
Fanfarrão dissimulado
e jogador inconsequente
sofro, então, no meu presente
com as mazelas do passado
e posso ver que o futuro
sempre tão obscuro
sorri-me, por entre os dentes.
Eu me vejo em um labirinto
tão perdido! Aqui não minto!
Vou explicar para você:
se o seu dia é madrugada
você fez a escolha torta
e não se engane, irá perder!
Sem ter chão,
não queira porta
mas, sem ter porta,
queira chão
corajoso é quem decide
sempre pelo melhor
sem ver distância ou direção.
