Poema Instantes
A mentira é como um anestésico, te livra do desconforto por uns instantes ou mais, porém passado o seu efeito você sente a dor somada à vergonha
Somos instantes efêmeros na imensidão da existência, um sopro que se desfaz como a névoa ao amanhecer; mas, enquanto o tempo apaga pegadas, o amor verdadeiro permanece eterno na memória de quem cativamos. Por isso, ame sem medidas, viva com intensidade e deixe marcas que se perpetuem para sempre.
Respire um pouco, deixe de ser verbo por alguns instantes e seja substantivo. Tome posição, se refaça, não aja, observe. O tempo trará consigo o adjetivo que te faltas.
Somos instantes e apenas um sopro nos leva, assim como um dente de Leão que se vai com o vento e não encontra um chão.
Ei , a vida em todos os instantes vai tentar te derrubar e só você mesmo pode mudar isso . Seja forte e permaneça firme nos seus objetivos, por mas que o vento seja forte e dias maus há de vim , só você mesmo pode mudar isso enfrentando todos os obstáculos que surgi pois o seu dia que faz é você .
Não importa qual é a quantidade de negatividade você está sentindo agora, dentro de instantes a partir de agora pode ser o melhor momento de sua vida.
No decorrer da vida temos desafios a todos os instantes,
O melhor é não desistir, mantendo sempre a fé e a esperança.
Fazer de pequenos instantes obras-primas do ser ontológico, requer base para se tentar alcançar no seu íntimo o ser máximo, o dito invisível, o suprassensível
Quando minha mente se perde, ainda que por breves instantes, os pensamentos se tornam lâminas que cortam por dentro. No silêncio que a noite veste, o tribunal interno desperta, cada lembrança de derrota, uma acusação sussurrada, condenando meu valor, pedindo que me renda à sombra. É um ciclo que me aprisiona, uma dança de espectros onde a vigilância torna-se escudo e lança, uma vigília eterna para deter o veneno antes que ele corrompa o último lampejo de luz.
Eu cometi a loucura de ser normal por alguns instantes, não gostei,voltei a ser quem sou,por isso danço sozinho,a música que eu ouço, e ninguém escuta.
Busco a quietude da alma no vazio de uma mente confusa onde a natureza me acalma e por instantes o meu olhar perdido consegue ver esse mundo que desconheço.
"... nos instantes de volúpia quando, no êxtase do g0zo, o homem perde consciência do mundo exterior e, na expressão popular, "morre no outro". Isso significa que a morte e o amor têm uma estreita semelhança."
