Poema Fácil
Persistência
Ser cristão salvo não é fácil! O diabo investe contra aquele que quer manter a sua santidade! Todos os dias, com a finalidade de fazer com este desista! Só que o salvo é persistente! Tem que toda a hora, todo o tempo, estar com a mente em Jesus Cristo! Orar de noite e de dia! E dizer a Lúcifer ”que o Senhor te repreenda Lúcifer"! É necessário continuar sempre: Hoje e amanhã! Ter como alvo sempre o caminho de Deus. Se falhamos hoje, pedir perdão a Deus e continuar. Não se vangloriar de nada! Reconhecer que sem pecado, só mesmo Jesus Cristo. O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Não pensar em dinheiro, carros ou casas!
A mente inteligível é perspicaz, observa, avalia e entende o discurso tendencioso fácil de manipular.
Consigo manipular na dor diária.
Acordar é tão Fácil — basta estar vivo!
Mas se Deus te deixou acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Acordar até parece algo automático: o corpo abre os olhos, respira, se move… e seguimos.
Mas viver acordado não é o mesmo que estar desperto.
Despertar é perceber o que realmente importa: que há Vida depois dessa vida falível.
É ouvir o chamado que você insiste em adiar...
Enxergar o propósito escondido na rotina.
É reconhecer que cada manhã é mais que repetição — é convite, oportunidade...
Porque, se Deus te deixou acordar hoje, não foi apenas para existir.
Foi para despertar, para não desperdiçar o que só você pode decidir...
E despertar, ao contrário de acordar, não acontece no travesseiro.
Acontece na consciência.
Acontece na coragem.
E acontece especialmente quando você decide viver para além da vida.
Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.
Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.
Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.
E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.
Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.
Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.
Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.
Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.
Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.
Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.
Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.
Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.
Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.
Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!
Não é fácil entender como um mundo tão abarrotado de santos consegue fabricar tantos problemas.
Talvez porque santos demais, quando empilhados, deixam de ser testemunho e passam a ser ornamentos e julgamentos
Um mundo abarrotado de “santos” costuma falar mais alto sobre virtude do que praticá-la.
Há muita canonização apressada do próprio ego e pouca disposição para carregar até a própria cruz, quiçá a do outro.
Quando a santidade vira rótulo, ela já não transforma — apenas separa, acusa e justifica.
Os problemas não nascem da falta de discursos corretos, mas da hipocrisia, da ausência de mãos estendidas, de escuta sincera e de misericórdia silenciosa.
Afinal, se todos fossem realmente santos como acreditam, talvez o mundo fosse menos barulhento… e muito mais habitável.
Assusta-me muito menos o pecador assumido do que o santo fabricado.
Confundir Grosseria com Franqueza é muito fácil, difícil é convencer o outro a aceitar a agressão deliberada.
E essa confusão caprichosa nada mais é do que um atalho tentador para quem não quer atravessar o terreno da responsabilidade.
A franqueza exige compromisso com a verdade e com o outro; a grosseria se basta no impacto e se esconde atrás da desculpa da “sinceridade”.
É fácil chamar de honestidade aquilo que foi cuidadosamente temperado para ferir.
Difícil é sustentar que agressão deliberada seja virtude — ainda mais quando se exige do ferido maturidade, compreensão ou o famoso “jogo de cintura”.
A franqueza jamais precisa levantar a mão para se fazer ouvir.
Quem precisa subir o tom para sustentar uma ideia, não tem ideia alguma para sustentar — mas caprichos.
Quando a palavra nasce para machucar e não para esclarecer, já não é verdade: é descarga.
E não, não cabe ao agredido aprender a aceitar o golpe para que o agressor se sinta autêntico.
Isso não é franqueza…
É grosseria pedindo absolvição.
Num mundo onde quase tudo se confunde, qualquer um pode confundir Grosseria com Franqueza, mas não esperar que ela flerte com a minha misericórdia.
Para as ofensas deliberadas, talvez só a Deus caiba o perdão…
Quem vive tentando ser mais humano também cansa!
É muito fácil vender Bravura de Leão enquanto se goza das prerrogativas e do conforto que o poder financeiro proporciona.
Há quem diga o que lhe dá na teia para vender coragem só por gozar de privilégios…
Sob a sombra dessas garantias, o rugido soa alto, firme, quase convincente — mas não passa, muitas vezes, de um eco bem ensaiado em terreno seguro.
O problema não está apenas na encenação da coragem, mas no contraste brutal quando as circunstâncias mudam.
Porque o verdadeiro teste da bravura não acontece quando se tem a caneta que assina destinos ao alcance das mãos, nem quando os riscos são amortecidos por privilégios.
Ele se revela justamente na ausência dessas muletas — quando o silêncio pesa, quando a vulnerabilidade se impõe, quando não há plateia para aplaudir.
É aí que surge o trágico calote da performance: aqueles que se acostumaram a performar força descobrem, tarde demais, que não sabem sustentar leveza.
Tentam, então, entregar a meiguice de um ursinho de pelúcia, mas sem nunca terem aprendido o que há de genuíno nela.
Porque a doçura verdadeira não nasce da falta de poder — nasce do domínio sobre ele.
No fundo, o que se expõe não é apenas a incoerência, mas uma espécie de dependência: há quem só saiba ser grande quando tudo ao redor já o coloca acima dos outros.
E quando esse cenário se desfaz, resta apenas o desconforto de encarar a própria dimensão real — sem metáforas, sem encenações, sem privilégios para sustentar a doce ilusão.
Talvez a coragem mais rara não seja a do leão que ruge protegido, mas a de quem consegue ser íntegro quando já não há nada que o proteja — nem mesmo a própria imagem.
Há várias maneiras de alugar as cabeças dos asseclas, mas nenhuma é tão fácil, perversa e sutil quanto usar o nome de Deus.
Os mais apaixonados engolem até o cálice do discurso de ódio laureado com o Santo nome d'Ele.
Porque a fé, quando sequestrada pela conveniência, deixa de ser ponte e vira trincheira.
O versículo arrancado do contexto passa a servir como munição; não ilumina consciências, apenas reforça ressentimentos já cultivados.
E assim se constrói uma devoção estranha: menos interessada no divino do que na validação das próprias crueldades.
Há quem use a religião como espelho moral, mas há também quem a transforme em escudo para não encarar a própria hipocrisia.
Em nome de Deus, perdoa-se a ganância dos aliados, relativiza-se a mentira conveniente e santifica-se a violência quando ela atende ao lado “certo”.
O pecado, então, deixa de ser aquilo que corrompe o caráter e passa a ser apenas aquilo que contraria a tribo.
Os mais perigosos já não são os que fraquejaram na fé, mas os que descobriram como explorá-la.
Sabem exatamente quais palavras despertam culpa, medo, orgulho e pertencimento.
Entendem que um povo emocionalmente dependente de certezas prefere um líder que grite versículos a alguém que proponha reflexão.
Pensar exige coragem; repetir slogans travestidos de mandamento exige apenas obediência cega.
E enquanto uns transformam púlpitos em palanques e escrituras em instrumentos de domesticação, muitos seguem acreditando que defendem Deus, quando na verdade apenas defendem os interesses de seus próprios ídolos: poder, vaidade, vingança e superioridade moral.
Talvez a blasfêmia mais silenciosa já não seja só duvidar da existência divina, mas usar o nome de Deus para justificar aquilo que há de menos divino no ser humano.
Fingir preocupação com asseclas apaixonados deve ser tão fácil quanto pregar para convertidos.
Afinal, quem já entregou a própria consciência a uma causa não precisa de argumentos — precisa apenas de viés de confirmação.
Basta oferecer a eles uma narrativa em que seus ídolos continuam virtuosos, seus adversários continuam monstruosos e qualquer contradição pode ser convenientemente rebatizada de “perseguição”.
O problema começa quando a preocupação deixa de ser genuína e passa a ser estratégica.
Quando o sofrimento dos outros só importa se puder ser convertido em combustível para a própria narrativa.
Quando a indignação é seletiva, a compaixão tem lado e a verdade precisa primeiro passar pelo filtro da conveniência.
Há algo profundamente confortável em pregar para convertidos: ninguém ali quer ser realmente convencido de nada…
Quer apenas ouvir, mais uma vez, aquilo em que já decidiu acreditar.
Talvez por isso seja tão difícil reconhecer a manipulação quando ela vem embalada em preocupação.
Porque o discurso não precisa mais conquistar a razão — basta acariciar a paixão.
E quando a paixão assume o lugar da consciência, qualquer um pode se apresentar como salvador, inclusive aquele que ajudou a construir o cativeiro do qual agora promete libertar os seus.
Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.
Meus pés descalços
vão convergindo
a esquina,
se tô perdido
me acho fácil,
estando fácil
encontro-me perdido;
As vezes
é bom se calar,
para o frio
deixo a coberta,
não espero
a ressaca chegar.
"Errar é fácil e não necessário. Pedir desculpas é difícil e pode ser muito necessário!"
Minha Frase 0070, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
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"Gostar de mim é muito fácil. Não é necessário sequer gostarem de si!"
Frase Minha 0087, Criada em 2006
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”Se mentir é mais fácil e convence os iguais, por que perder tempo com a verdade (para esses mesmos iguais)? Hein?”
Frase Minha 0197, Criada no Ano 2007
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"Exemplos de Fácil e Difícil de se ver? O entrevistado respondeu: registro policial sobre "Desacato à Autoridade" e idem sobre "Abuso de Autoridade". 'Muito fácil e muito difícil de se ver, respectivamente', disse o entrevistado!"
Frase Minha 0281, Criada no Ano 2008
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"Anunciar que pode trazer a pessoa amada em 24 horas é fácil. Difícil é ouvir que há humano que acredita nisso!"
Frase Minha 0289, Criada no Ano 2008
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"Algumas vítimas de golpes tipo 'conto do vigario', na verdade buscavam ganho fácil e rápido!"
Frase Minha 0301, Criada no Ano 2009
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"Para muitos, humildade só chega mesmo com a idade. É fácil ser humilde quando se envelhece, quando se adoece, quando se enfraquece e quando se esquece... Do tempo em que precisava mas não foi humilde!"
Frase Minha 0418, Criada no Ano 2010
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"É tão fácil e honrado ser Democrata de Verdade, que estranho quando alguém insiste em ser Democrata de Mentira, apenas nos Discursos, nas Redes Sociais e envergonhando a familia. Estranha opção!" †😊
Frase Minha 0637, Criada no Ano 2013
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