Poema Fácil
"Anunciar que pode trazer a pessoa amada em 24 horas é fácil. Difícil é ouvir que há humano que acredita nisso!"
Frase Minha 0289, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Algumas vítimas de golpes tipo 'conto do vigario', na verdade buscavam ganho fácil e rápido!"
Frase Minha 0301, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Para muitos, humildade só chega mesmo com a idade. É fácil ser humilde quando se envelhece, quando se adoece, quando se enfraquece e quando se esquece... Do tempo em que precisava mas não foi humilde!"
Frase Minha 0418, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"É tão fácil e honrado ser Democrata de Verdade, que estranho quando alguém insiste em ser Democrata de Mentira, apenas nos Discursos, nas Redes Sociais e envergonhando a familia. Estranha opção!" †😊
Frase Minha 0637, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Se é para desistir tão fácil, por que começa? Isso é muito feio, além de fácil."
0794 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Fugir de debates é péssimo, mas é fácil. Publique o que bem entender e, ao menor sinal de que alguém vai contestar e debater, fuja. Fugir de debates é fácil, mas é péssimo."
0822 | Criado por Mim | Em 2015
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Exemplos, para alguns, do que é FÁCIL e IMPOSSÍVEL, respectivamente: VIVER e DEIXAR VIVER."
Texto Meu 0875, Criado em 2017
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"Não permitir que os seus tenham opinião e vontade proprias pode ser fácil, mas tentar a mesma coisa com outros, pode se transformar em frustração e vergonha para você."
Texto Meu 0885, Criado em 2018
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"Criar Textos com Verdades é fácil. Difícil é alguns aceitarem as verdades contidas nos Meus Textos com Verdades!"
Texto Meu No.1130 (Ano 2022)
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
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"Um dos Meus Médicos disse que 'se eu continuar assim, chego fácil aos 100 Anos!' 'Assim, como?' Perguntei. 'Fazendo Dieta e Yoga?' Ele disse: 'Não! Apenas Envelhecendo Vivo'. É... Faz sentido até porque nunca fiz dieta e jamais fiz Yoga, HeHeHe!"
TextoMeu 1208
😜
Feito de Teixo
Feito de teixo,
não dobra fácil.
Aprendeu cedo a ser madeira firme
enquanto o mundo testava o peso.
Carrega flechas que não disparou,
dores que não nasceram nele,
mas que aceitou guardar
pra ninguém sangrar ao redor.
É arqueiro que vigia em silêncio,
olhos atentos mesmo quando cansam, corpo erguido no
meio do colapso
— não por heroísmo,
mas porque alguém precisa ficar.
Quando tudo racha,
vira apoio.
Quando todos falam,
escuta.
E quem encosta
sente segurança
sem saber por quê.
O erro foi aprender a ser muralha
antes de aprender a pedir abrigo.
Confundiu força com solidão,
resistência com fechamento.
Mas ainda permanece de pé.
Marcado.
Mais denso.
Inteiro.
Dizem que mito nasce do medo,
mas o meu nasceu da esperança:
era mais fácil crer em nós
como lenda eterna
do que aceitar a carne frágil
dos dias que passam.
É fácil ouvir conselhos de outras pessoas.
Difícil é quando somos nós que aconselhamos…
e o conselho é para nós mesmos.
A gente sabe o caminho, sabe a resposta,
mas, ainda assim, escolhe não ouvir.
Talvez porque seguir o próprio conselho
exija coragem maior do que apenas falar.
"Menina no riso, mas guerreira no passo. Ela não espera o caminho ser fácil, ela constrói a própria estrada."
---- Eliana Angel Wolf
Acordar é tão Fácil — basta estar vivo!
Mas se Deus te deixou acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Acordar até parece algo automático: o corpo abre os olhos, respira, se move… e seguimos.
Mas viver acordado não é o mesmo que estar desperto.
Despertar é perceber o que realmente importa: que há Vida depois dessa vida falível.
É ouvir o chamado que você insiste em adiar...
Enxergar o propósito escondido na rotina.
É reconhecer que cada manhã é mais que repetição — é convite, oportunidade...
Porque, se Deus te deixou acordar hoje, não foi apenas para existir.
Foi para despertar, para não desperdiçar o que só você pode decidir...
E despertar, ao contrário de acordar, não acontece no travesseiro.
Acontece na consciência.
Acontece na coragem.
E acontece especialmente quando você decide viver para além da vida.
Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.
Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.
Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.
E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.
Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.
Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.
Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.
Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.
Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.
Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.
Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.
Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.
Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.
Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!
Não é fácil entender como um mundo tão abarrotado de santos consegue fabricar tantos problemas.
Talvez porque santos demais, quando empilhados, deixam de ser testemunho e passam a ser ornamentos e julgamentos
Um mundo abarrotado de “santos” costuma falar mais alto sobre virtude do que praticá-la.
Há muita canonização apressada do próprio ego e pouca disposição para carregar até a própria cruz, quiçá a do outro.
Quando a santidade vira rótulo, ela já não transforma — apenas separa, acusa e justifica.
Os problemas não nascem da falta de discursos corretos, mas da hipocrisia, da ausência de mãos estendidas, de escuta sincera e de misericórdia silenciosa.
Afinal, se todos fossem realmente santos como acreditam, talvez o mundo fosse menos barulhento… e muito mais habitável.
Assusta-me muito menos o pecador assumido do que o santo fabricado.
Confundir Grosseria com Franqueza é muito fácil, difícil é convencer o outro a aceitar a agressão deliberada.
E essa confusão caprichosa nada mais é do que um atalho tentador para quem não quer atravessar o terreno da responsabilidade.
A franqueza exige compromisso com a verdade e com o outro; a grosseria se basta no impacto e se esconde atrás da desculpa da “sinceridade”.
É fácil chamar de honestidade aquilo que foi cuidadosamente temperado para ferir.
Difícil é sustentar que agressão deliberada seja virtude — ainda mais quando se exige do ferido maturidade, compreensão ou o famoso “jogo de cintura”.
A franqueza jamais precisa levantar a mão para se fazer ouvir.
Quem precisa subir o tom para sustentar uma ideia, não tem ideia alguma para sustentar — mas caprichos.
Quando a palavra nasce para machucar e não para esclarecer, já não é verdade: é descarga.
E não, não cabe ao agredido aprender a aceitar o golpe para que o agressor se sinta autêntico.
Isso não é franqueza…
É grosseria pedindo absolvição.
Num mundo onde quase tudo se confunde, qualquer um pode confundir Grosseria com Franqueza, mas não esperar que ela flerte com a minha misericórdia.
Para as ofensas deliberadas, talvez só a Deus caiba o perdão…
Quem vive tentando ser mais humano também cansa!
É muito fácil vender Bravura de Leão enquanto se goza das prerrogativas e do conforto que o poder financeiro proporciona.
Há quem diga o que lhe dá na teia para vender coragem só por gozar de privilégios…
Sob a sombra dessas garantias, o rugido soa alto, firme, quase convincente — mas não passa, muitas vezes, de um eco bem ensaiado em terreno seguro.
O problema não está apenas na encenação da coragem, mas no contraste brutal quando as circunstâncias mudam.
Porque o verdadeiro teste da bravura não acontece quando se tem a caneta que assina destinos ao alcance das mãos, nem quando os riscos são amortecidos por privilégios.
Ele se revela justamente na ausência dessas muletas — quando o silêncio pesa, quando a vulnerabilidade se impõe, quando não há plateia para aplaudir.
É aí que surge o trágico calote da performance: aqueles que se acostumaram a performar força descobrem, tarde demais, que não sabem sustentar leveza.
Tentam, então, entregar a meiguice de um ursinho de pelúcia, mas sem nunca terem aprendido o que há de genuíno nela.
Porque a doçura verdadeira não nasce da falta de poder — nasce do domínio sobre ele.
No fundo, o que se expõe não é apenas a incoerência, mas uma espécie de dependência: há quem só saiba ser grande quando tudo ao redor já o coloca acima dos outros.
E quando esse cenário se desfaz, resta apenas o desconforto de encarar a própria dimensão real — sem metáforas, sem encenações, sem privilégios para sustentar a doce ilusão.
Talvez a coragem mais rara não seja a do leão que ruge protegido, mas a de quem consegue ser íntegro quando já não há nada que o proteja — nem mesmo a própria imagem.
