Poema em Linha Reta
Onde é que fica esta elusiva linha que harmoniza a serenidade e a inquietação, que açoita-nos a face todos os dias, no fundo de nossas almas irrequietas, solícitas de serenidade?
E na linha do tempo ficam os que amam e os que odeiam, mas todos, sem exceção, são amados e abençoados por Deus, o nosso Pai Maior...
Jamais siga uma linha em torno de um pra sempre, porque o pra sempre querendo ou não, sempre acaba e ainda nos deixa estraçalhados. Siga em torno de um “enquanto durar”; porque assim durará o tempo necessário para sermos felizes.
Se o amor é algo severo a que vemos o fim da linha, mais vale voltarmos dois metros atrás, para avançarmos com mais força e continuarmos a linha, uma linha eterna.
O amor é um sentimento do coração, não uma linha de raciocínio, o amor deve ser sentido e não pensado.
Cansado do agora, que já não é mais e foi embora... ainda bem que indo posso tocar a linha do horizonte e me embriagar de esperança.
Não é por acaso que a linha do horizonte se (des)monta na mesma direção do olhar. É o limite entre o visível e o invisível. Nosso horizonte é o que se quer e não ver.
É dificil para o homem que se doa as pessoas, assimilar a linha que separa o a bondade da bobisse e vice versa...
A Maioria das Pessoas desistem quando estão a poucos passos da linha de chegada, pois a maioria das pessoas passam por esse mundo de olhos fechados
O amor e o ódio são linhas paralelas,assim como a linha que separa a vida e a morte, se você der um passo em falso... você morre.
debaixo da tênue linha que divide o amor do ódio, existe um país neutro onde moram os corações dormentes. é um lugar onde não há ressentimentos, nem andamos em montanhas russas. o coração cumpre sua responsabilidade física, mas se ausenta no sentir.
Tento mostrar a falta que ele me faz em cada linha, mas sei que minha vida não está tão péssima assim. E quando perguntam de você, não sei como explicar, nem ao menos entender, porque no fim das contas, talvez a culpa foi minha e talvez, a vida está me dando a chance de querer mudar tudo novamente. Mas dessa vez, não quero errar com ele. Vou ficar quietinha, nem darei algum palpite para a sua vida pessoal. Mas e a dor? O que eu faço com ela? Aonde coloco? Na bolsa? Não sei o que faço com ela, não aguento mais isso.
Desejo me reconhecer na linha do tempo. Desejo simplificar meu ego e transparecer idéias que auxiliem na construção do novo.
Entendo quem prefere a linha do conformismo, é mais fácil.
Mas creio que o corpo inventou a adrenalina para funcionar a todo vapor.
