Poema de Pobre
Pobre de espírito é aquele que nunca sofreu de verdade, nunca amou de verdade e nunca se doou de verdade.
É aquele que não quis se arriscar por medo. E por decidir não se arriscar a tentar, botou tudo a perder.
Pobre de espírito é aquele que nunca deu uma gargalhada de verdade com os amigos, pois é incapaz de cultivar amizades verdadeiras.
É aquele que nunca foi sincero, nem simpático de verdade e sempre tenta manter a superficialidade por medo da opinião alheia.
O Amor que eu sinto,
não é como um Amor pobre;
Porque o Amor pobre
É aquele no qual se pode medir;
Mas o que eu realmente sinto,
Nem a infinidade de números pode contar!
Dedicado à Matheus O.
Dentro da noite alguém cantou,
seria o canto do pássaro?grilo?
não sei, mas essa pobre alma apaixonada,roubou meu coração.
[mine-poema/novo]
“ Jesus cristo no pobre”
( fato verídico)
No bairro onde moro ha uma horta popularmente conhecida como:horta d o seu JÃO
Um certo dia chamei minha vizinha para irmos
a horta
Ao chegarmos, também ia chegando um mendigo, que se aproximava da casa e pedia comida
Então minha vizinha fez um comentário, de muito mau gosto.
Dizia para a dona da casa esta chegando visita para o jantar
Confesso, fiquei muito assustada ao ver esse comentário partindo de uma pessoa tão religiosa, que participava ativamente da Igreja e que carregava uma bagagem de mais de dez anos de evangelização.
Fiquei observando o fato.
E a conversa prosseguiu
O mendigo chegou e respondeu a alturas
Em suas palavras havia tanta sabedoria, verdades, inteligência e uma serenidade infinita
Que me fazia lembrara passagens bíblicas
Como aquela, “Zaqueu, desce depressa dessa árvore, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa “.Luc 19,5-6
Ou aquela “Bem- aventurados os que tem um coração de pobre, por que deles é o reino do céus”Mat5,3-4
Ou ainda, “Em verdade eu vos declaro: Todas as vezes que deixaste de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que deixaste de fazer”. MAT 5,45-46
E eu ali, presenciando uma correção feita com tanto amor e carinho.
Os seus olhos transmitiam paz, e brilhavam como as estrelas do céu
Não esqueço jamais daquele olhar.
Ao sairmos dali, ela ainda fez uma indagação: será que esse homem é JESUS CRISTO?
Passei dias pensando nisso, meu coração estava inquieto mediante ao fato
Eu pensei e Repesei muitas vezes procurando uma resposta.
E acabei encontrando em uma simples frase de SÃO VICENTE DE PAULO, que dizia.
“Dez vezes vocês irão aos pobres, Dez vezes encontrarão à DEUS .
Então : Não sei se aquele homem era JESUS CRISTO,
Mas sei que JESUS CRISTO se fazia presente nele.
(Cleonice AP. Iori Rosa )
.
Pobre alma impura
Que não se acalma
Por falta de cura;
Que se aprisiona na boca suja
E mesmo que fuja
Carrega consigo o pecado;
A injúria.
Ter riqueza não é acumular dinheiro.
Quem a tem e não sabe ajudar ao irmão; É pobre.
Quem não sabe dar de si mesmo uma palavra amiga,
um sorriso sincero, um encorajamento; É pobre.
Mas, aquele que, mesmo pouco ou nada tendo,
sabe doar-se em ajuda ao próximo, esse sim;
É rico... Enormemente...Rico!
Estigma
Daqui, parto só, para as sobras que me aguardam algures.
Aceita minha despedida pobre Mãe,
Não mais verás a face algoz de teu intruso uterino,
Não mais penarás nos degraus da Santa Morada, onde,
De estômago fraco, concebeste-me a embriaguez,
Que por muitas e muitas eras, fizeste-me crer a ilusão.
E me fui inteiro fiel às tuas pragmáticas salabórdias.
Grande besta é o que fui, ainda que menos malogrado, porque cego.
Mas eu te peço, aceita meu insólito adeus,
Garanto-te, minha Mãe, será o último, e o último há de ser.
Cansei-me das indulgências, e das lágrimas derramadas
Por Madalenas inexistentes.
Hoje dou a face às pedradas, pagarei pelos cuspes não dados,
E cantarei os ensinamentos de Blake na terra da posteridade.
Benditos sejam os sacrossantos Provérbios do Inferno,
E amaldiçoados os que não os creem, pois estes são tão lineares
Quanto a própria existência imunda.
Questionado sobre minha pobre escrita pelos tais gênios das letras, defendo-a, do mesmo modo que hasteei a minha bandeira do nada no vazio, defendo-a dizendo que essa não tem público alvo, escrevo ao homem e ao menino, ao mestre e ao discípulo, a água e ao vinho e por fim escrevo . Escrevo por achar que devo me permitir, explicação ou interpretação para minhas linhas pouco me interessa, se o desejo que habita for saciado de mais nada precisarei. Assim continuarei vivendo com um pobre rei, cercado de súditos imaginários, concumbinas indescritíveis e amores inenarráveis. Se não tenho a Pasárgada de Bandeira me contento com meu castelo inteligível e daí tirarei os mais nobres motivos para ser feliz e se porventura for interpelado usarei a minha espada de sol e sem crueldade, lutarei até o fim...........
Zé Fernando 16/12/09 03:03 da manhã
Pobre ser
de vida sub-humana,
sempre a procura de
um pedaço de terra
para plantar sua semente,
fixar sua raiz.
Fruto da corrupção,
em busca de ser alguém,
trabalha a terra
para seu sustento
e de sua família.
Em vez de semente,
planta corpos,
em vez de água,
rega a terra com sangue.
E somente assim, consegue
seu pedaço de terra, morrendo
e se tornando semente.
Semente de dor
em nossos corações.
Um Plebeu Apaixonado
Hoje me disseram que um pobre homem não nobre, sem refinamento, vulgar, prosaico, popular, comum não tem o direito de amar.
Este direito foi permitido somente para os chefes de Estados, investidos de realeza; príncipe de um reino ou monarca soberano.
Não nascie rei, sou apenas um tolo plebeu apaixonado.
Tenho que esquecer que este direito me foi negado e me calar.
Romance, amor, paixão só em contos de fadas para um plebeu só tristeza.
Devo ignorar, não chorar, não desejar, não se apaixonar. Infelizmente me disseram que um pobre não pode amar.
Felizmente esquecerram de cecnsura meus sonhos, por isso vou sonhar um sonho dentro de outro sonho.
Vou sonhar que eu posso. Neste sonho sendo pobre ou sendo nobre, vou sonhar que amo e sou amado.
Vou sonhar sendo rei ou sendo plebeu, o que me importar é poder amar.
Neste sonho a felicidade e o amor sou eu que componho.
Vou amar em demasia, vou buscar a felicidade não importando de me sentir culpado.
Sendo eu o dono dos meus sonhos, serei rei plebeu, amarei e serei amado.
Nos meus sonhos vou morrer de amar.
Não entre nos meus sonhos para me censurar.
DA MENTIRA, INVENTO RIMA
Sou uma pobre poeta,
que da mentira
inventa rima
para depois
viver no meu presente,
tão demente,
tão solvente!
Na verdade, sou uma farsante.
Vivo num caminho errante.
Minhas palavras são inversas aos sentimentos
e os meus momentos transbordados de paixão,
porque sou uma alma em erupção.
Em meu coração, não habitam instantes,
nem amores ambulantes,
nem minha emoção é vacilante.
O que sinto e por quem sinto
é um amor gritante,.
e como não sei fazer isso parar,
escrevo versos reversos,
na tentativa de meu choro sufocar.
Me entreguei para tê-la,
abri meu pobre coração pra conquistá-la
vi você em meus sonhos, planejei você em minha vida,
fiz minha vida depender de você para agora sem mais nem menos te perder.
Mudei meu jeito de viver,
o jeito dos outros me ver
fiz tudo para fazer você fazer parte de minha vida,
consegui introduzi-lá em meus pensamentos, meus sentimentos encontraram-se em ti.
Fico feliz de saber que consigo me entregar a alguem,
hoje vejo que independente do quanto eu me entregue, eu não a terei.
Você não fez o mesmo por mim, não me quis em tua vida.
Bloqueou-me de teus sonhos, não me planejou no teu futuro
Some da minha vida do mesmo jeito que apareceu, da noite pro dia...do mesmo jeito que me entreguei volto-me a bloquear-me ninguem me terá do jeito que você teve.
Meu Bloquinho de folhas velhas,amarelo pobre papel
Parece até que já sentia, capa dura desenho céu..
Meus desejos, sentimentos, palavras felizes
sorrisos, lembranças e desalentos..
Formam a memória de menina
que a mulher deixou para trás
eita mulher cretina
crescer de novo nunca mais!
Sou fria, gelada
Um ser pobre e sem valia.
Sou fraca, sem salvação,
Injuriada da escuridão.
Uma promessa me vem na mente,
À minha vida eu juro amor,
Mas em troca você poderia
Me livrar dessa eterna dor?
Mau sabe o pobre do ator
Que sua felicidade é sempre testada
E a amargura das escolhas
São sempre cruéis na sua estrada...
Pobre coração
Se há esperança... ainda resta
Seu egoísmo nunca compreenderá
O amor tão puro e sublime
Que sentia envolvida pela tua alma
Que planeta é este que você está?
Quantos mistérios você guarda?
Se tenho que desvendar
Então deixa eu entrar neste teu mundo
Pois se são apenas teus
Por que me abandonastes?
Eu precisei tanto da sua ternura
Do seu calor
Mesmo distante...
Queria ele para mim
Estou perdida, sem rumo a tomar
Se nada mais incomoda
Se tudo é indiferente pra ti
Como dói deixar de amar te
Deus sabe as razões das coisas...
Deixarei-te livre, como assim estou...
Sejas feliz, meu amor
Assim como serei também
Coração partido
Assim...
Caminharei para uma nova vida
Uma nova história
Até as feridas cicatrizarem
Assim transcenderei
Um novo amor encontrarei
Que valha a pena
Que valorize a minha alma
simples e humilde
Encontrarei o meu novo rumo
Ate o meu coração serenar
E encontrará um novo
Amor
A Burguesia
A burguesia está cada vez mais rica
A fome cada vez mais constante
Enquanto o pobre luta pelo pão
O rico se cobre de diamante
A burguesia fede
E está em todos os lugares
E a miséria da corrupção
Continua invadindo nossos lares
A burguesia impede o povo
De ter uma boa educação
Para onde vai nosso País
Com esta política de “fundo de porão”
Eterno tempo
Tudo morre:
amizades,
amigos,
amores,
o pobre,
o rico,
os bichos de estimação,
sua empregada,
sua sogra,
seu professor de física,
seus ídolos,
seus pais,
parentes,
aderentes,
você,
eu,
e o tempo vai passando.
Acorda, tolo que dorme nessa vida.
Acorda pobre que sonha com o pão de cada dia.
Acorda
A corda
A corda enrolada no pescoço.
o pulo e o desgosto.
POBRESINHO
Pobre de mim
Que ainda espero por um beijo teu
Meu coração, na certa não entendeu
Que aquilo foi despedida.
Pobre de mim
Que fico triste quando alguém me diz
Que te encontrou de vida tão feliz
Eu era o teu pesadelo.
Só que quando eu me sinto assim
Tão pobrezinho
Eu desço a lata no fundo do poço de mim
E bebo do amor que é meu.
Só que quando eu me sinto assim
Tão machucado
Eu deito leve no colo
De amor bem forrado
E choro no amor que é meu.
Ninguém me ama como eu
Ninguém me engana como eu
E nos reveses da vida
A ferida do amor doeu.
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naeno*comreservas
