Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Poema de Platão

Cerca de 350 poema de Platão

⁠Paixões e Amores

As Paixões Meteóricas surgem como um grande cometa que cruza a galáxia até nos atingir, e quando nos atinge, esse cometa tem o poder de causar grandes abalos em nosso coração, que podem se transformar em amores que marcam ou até mesmo que amargam, mas são amores.
Os amores que marcam podem ser traduzidos como algo deslumbrante, que nos leva a outra dimensão em questão de segundos ... Já os amores que amargam, drenam nossa paz e nossa força, nos fazendo sentir como o “Super Homem” depois de uma overdose de criptonita, pois nem tudo que reluz é ouro.
Mas, conforme o Filósofo Platão: “Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele”.

Autor: Gamaliel Gonzaga

Inserida por GamalielGonzaga

Fórmula de Silvio Antônio Corrêa Júnior:
Silvio apresenta a fórmula:⁠
C = (ϕ2+π2+2αϕ+2πω)2

Onde ϕ, π, α, e ω representam elementos que, quando substituídos pelos números primários 1, 2, 3, e 4, respectivamente, resultam em:
ϕ=1,π=2,α=3,ω=4
Portanto,
ϕ2=12=1, π2=22=4, 2αϕ=2⋅3⋅1=6, 2πω=2⋅2⋅4=16
C = ( 1 + 4 + 6 + 16 )2

C = ( 27 )2
C= 729
Assim, tanto Platão quanto Silvio Antônio Corrêa Júnior convergem para o número 729 em suas respectivas abordagens. Platão através de um cubo perfeito de 9x9x9, e Silvio através de sua fórmula que, ao ser simplificada com números primários específicos, resulta no mesmo valor.

Esta convergência matemática reflete uma similaridade profunda em suas visões sobre a estrutura e a harmonia do universo, apesar das diferenças temporais e conceituais entre seus pensamentos.

Inserida por silviocorreajr

⁠Desejos tolos
O amor hoje em dia é um desejo
Amamos o que desejamos e desejamos o que não temos
Isso é engraçado, somos ensinados mais a desejar, do que amar o que já temos
Amamos na falta, em desejo
Ao invés de na presença em alegria
Na presença, no encontro, na posse e no carinho
Por que não desse jeitinho?
Cada nova relação tem que ter um enorme cuidado, realmente conhecemos o parceiro do outro lado?
Eu digo que não, já olhou seu coração?
Despedaçado!
Mais uma vez em um amor raso, que você entregou tudo o que tinha e novamente, tá acabado
Será que você perdeu o juízo?
Tendo acreditado mais uma vez que isso ia ser possível
E esqueceu que é assim, você é besta achando que isso não ia ter fim
Porque aqui é vida real!
Não é um filme, um conto de fada, então para de esperar, pela sua “encantada”
Mas vida que segue, segue o rumo dessa estrada
Da próxima vez você sabe e não vai esperar nada de ninguém
Vai lembrar que o amor primeiro vem por você
Até achar a pessoa certa, temos muito a aprender.

Inserida por escrevejhon

⁠Humildade é simplicidade, é modéstia, é consciência das nossas limitações, entretanto temos que ficar atentos para que ela não iniba ou oculte as nossas qualidades e competências.

Izzo Rocha

Inserida por izzorocha

-Amores questionáveis.

Não mereço viver, se não questiono a vida que vivo
por ventura, não questiono o que? e por que?
deixemos de ser poetas antes que o amor nos ataque e enforque
pois a o parafrasear, a mente fraca tende a entrar em conflito

Fernando as vezes é infeliz, porquanto encomendará muitas injustiças
a juventude torna, e contorna homens indomáveis
qualifica e prontifica memorias desagradáveis
perde o amor e tende a poetar, por conta de um monte de imundícias

O arrependimento não costuma regressar amores perdidos
mas amores perdidos podem ser questionados


(Obs: O texto foi moldado encima de algumas ideias de Platão)

Inserida por RobsonSchiavi

⁠O HOMEM NÃO É O SEU CORPO E UM ROBÔ HUMANOIDE NUNCA SERÁ HOMEM!

‎Alguns dos Místicos, Religiosos, Filósofos e Cientistas que apontam para o fato de que o Homem não é o seu Corpo e que um Robô Humanoide nunca será Homem são:

‎Epimênides de Creta (Místico);
‎Lao Tsé (Místico);
‎Paulo de Tarso (Religioso);
‎Maomé (Religioso);
‎Platão (Filósofo);
‎Kant (Filósofo);
‎Max Planck (Cientista);
‎Federico Faggin (Cientista).

Inserida por Amanciorego

A ignorância de alguns homens faz com que a injustiça prolifere. O objetivo da verdadeira política é exatamente corrigir essas injustiças, é tornar justo aquilo que é injusto.

No Brasil esse objetivo foi invertido a enésima potência, a sociedade míngua, o país sucumbe e Platão se revira no túmulo.

Inserida por FRLinhares

⁠Não tenha medo
da palavra "fracasso,"
porque ninguém vai querer
comprar um fracassado e ele ficará em paz.
Mais assustador é a palavra "sucesso"
pois, a alma se venderá facilmente e eu digo que,
não há maior fracasso
do que vender sua própria integridade.

⁠"A verdade não dói, ela liberta!
Porém a mentira é sucedida por dor e traumas que aprisionam."

Oliveira, Thiago Silva (1986 a)
Ensaios de Angústia vol.1

Inserida por TH_Historiador

"Só é útil o conhecimento que nos torna melhores."
(Sócrates)

Tudo nesta vida é inútil, fugaz e ficaremos decrépitos, doentes e morreremos!

Inserida por dalainilton

⁠A Sombra da Ideia

Em que canto se esconde o real,
senão na lembrança do que não foi?
O mundo é reflexo desigual
de algo que pulsa… mas já se foi.

Toquei o belo com olhos fechados,
buscando formas no véu da razão.
Mas o que vi eram traços borrados
de um ideal preso na ilusão.

A alma — essa prisioneira antiga —
geme por algo que não sabe dizer.
É sede de luz, mas sempre ambígua,
no espelho das coisas por conhecer.

Caminho entre sombras projetadas,
tentando lembrar o que nunca vivi.
Meu peito carrega estradas fechadas
e um silêncio maior do que eu previ.

Ó verdade, tão longe e tão pura,
por que deixaste migalhas no chão?
Sigo-as sem fé, mas com ternura,
como quem ama sua própria prisão.

Inserida por higor_capellari

⁠"O Brasil é um país onde os ignorantes julgam e condenam os sábios, a saber, o contrário também ocorre. No entanto, é um grande descaso e preconceito de ambas as partes. Afinal, o sábio não vive as mazelas do ignorante, por sua vez, o apedeuta não aprecia a sobriedade e filosofia do iluminado, preferindo viver em sua caverna confortavelmente, recebendo as migalhas do assistencialismo deletério."

Thiago S. Oliveira (1986 a)

Inserida por TH_Historiador

⁠Sinto a ilusão da manifestação do homem. Transvestida de verdades que me acorrentam ao tronco da aflição. Sou escravo do meu tempo, livre, iludido pela realidade efêmera que me empurra para minha prisão.
Vejo luzes que dão formas as correntes da escravidão.
Vejo pássaros como sombras de uma utopia libertária refletida na imaginação dos cegos.
Ouço gritos dos medrosos ecoando no vazio real, presos nos delírios de uma vida real.
Fujo das amarras da realidade. Saio da caverna criada pelo homem, adentro a prisão da libertação. Minha razão se funde a alma, na mais pura razão. Os sentidos fazem sentido, dentro dessa prisão. Longe das amarras, sou livre para enxergar a luz da libertação.

Inserida por Marlin

Era uma vez uma menina. Ela tinha sonhos, e os sonhos a tinham.
Às vezes, ela vivia sonhando, e esquecia da realidade.
Às vezes, vivia a realidade, e então esquecia dos sonhos...

Como transformar os sonhos em realidade?

O caminho sempre é esse,
mas às vezes nos perdemos do caminho...
nos perdemos em nós mesmos.

Sempre buscando algo que não sabemos direito o que é.

Se os sonhos são a realidade, já não são sonhos...

Onde entra a felicidade nisso tudo, então?

Pois é, hoje talvez eu tenha encontrado a resposta.

A felicidade não está no sonho
nem no sonhar
nem na realidade sonhada e alcançada, que vem depois.

Mas está no caminho,
nas lutas diárias
no tentar
nos esforços
na esperança
na fé em si mesmo
no simples ato de caminhar procurando chegar sempre em algum lugar
e depois em outro, e em outro...
está no movimento
na perseverança
em vencer os desafios e as dificuldades
no empenho, que faz você se sentir vivo
que torna a sua existência importante.

E quando você alcança, ah...
esse momento é simplesmente o ápice da felicidade.

Mas não é a felicidade em si.
Pois aí, a felicidade já se tornou a realidade.

Mais importante que ter um sonho,
é ter a coragem necessária para deixar de somente sonhar
é ter coragem de enfrentar não só o mundo todo
mas principalmente você mesmo, que é o primeiro que diz que não,
o primeiro que diz pra si mesmo: nunca.

No fim das contas,
a felicidade é simplesmente uma questão
sua, com você mesmo.

Como disse Platão:
"Vencer a si próprio é a maior das vitórias".

Inserida por lskato

⁠MIL PLATÕES
Transpôs gerações a perspectiva
Monóculo de única "verdade"
Nas correntes da acomodação
Ninguém a duvidar das projeções

Eram as sombras ali sempre vivas
Incrédulos de outras realidades
Atrofiavam as chaves da razão
Até um desgarrar das ilusões

Embora encandeado pela luz
Venceu barreiras, provou liberdade
No inefável ampliou a visão
Carecia partir tais emoções

Julgarão insano o que ele conduz?
Pra ignorância o sol ainda arde
Conhecer por si é a libertação
Socraticamente em mil Platões!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠FURNAS
Não é rude quem hiberna
Esperando o tempo certo
"A coberto" na caverna
A prudência tem por perto
Com o tempo amadura
Até tuna no deserto!

Inserida por alfredo_bochi_brum

Até que ponto?

Conhecimento é inato, até que ponto?
O empirismo tem suas razões e suas verdades, até que ponto?
As crenças, os valores, o certo e o errado, "a alegoria da Caverna de Platão", tem sentido até que ponto?
A tecnologia desafia a humanidade seguindo em duas cordas bambas paralelas, uma caminha velozmente rumo ao fracasso social e irracional da maioria, outra caminha dando saltos largos na corda bamba elevando o poder descontrolado dos grandes capitalistas, ao mesmo tempo cegando as mentes vazias de conhecimento, suportaremos como sociedade, até quando?

Inserida por Ricardossouza

É que aqueles que criticam a injustiça não a criticam por recearem praticá-la, mas por temerem sofrê-la.

Porém, descobrir o criador e pai do mundo é uma tarefa difícil e, a descobri-lo, é impossível falar sobre ele a toda a gente.

Ou não devemos fazer filhos, ou devemos ir juntos até o fim, criando-os e educando-os!

Platão
Apologia de Sócrates precedido de Êutifron (Sobre a piedade) e seguido de Críton (Sobre o dever). Porto Alegre: L&PM, 2013.

Nota: Trecho da obra “Críton: Sobre o dever”.

...Mais