Poema de Mãos

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Romanos 8:30 nos lembra que nossa história não está solta nas mãos dos homens, mas segura nas mãos de Deus. O que Ele começa, Ele termina.
Que essa palavra traga descanso à sua alma e firmeza ao seu espírito.
O céu não voltou atrás a seu respeito. miriamleal

Tocar na identidade restaurada de alguém
é tocar na obra das mãos de Deus.
miriamleal

Se um dia as mãos se calarem,
a vida ainda prega.
Os passos contam histórias,
as escolhas viram versos,
e o testemunho se torna carta viva.


miriam leal

​Mãos cerradas que nada ofertam,
Coração mudo que não sabe agraciar.
Vive o lamento de quem se sente só,
Mas esquece que o amor é via de par.
​Exige o brilho, o mimo, o cuidado,
Faz-se vítima do próprio deserto.
Quer ser banquete em solo sagrado,
Sendo apenas um abismo aberto.

No silêncio está a provação:
Portas vão se fechar;
Oportunidades irão escapar das suas mãos;
Pessoas que não se alinham a sua futura realidade irão se afastar;
Não tema, Deus está alinhando.

Permitir
Permiti que você cruzasse minha porta
sem mãos que não sabiam acolher.
Permiti que tocasse minha alma
com mãos que não sabiam acolher.
O jogo frio com os seus sentimentos
Permiti que as palavras ferissem
e o silêncio machucasse mais ainda.
Permiti, porque eu permiti tudo isso.
Apenas eu.

⁠Orar por coisas que parecem impossíveis é um ato de coragem. É colocar sua confiança nas mãos divinas e entregar-se à fé sem olhar para as circunstâncias. É entender que nem sempre temos o controle de tudo, mas podemos contar com uma força maior que nos auxilia em nosso caminho.

Hoje, olho para trás e agradeço por todos os momentos de dificuldade. Cada desafio superado me tornou mais resiliente e confiante. Compreendi que a vida é feita de altos e baixos, e que em cada queda posso me levantar ainda mais forte...

- Edna Andrade

“Não fugi,..
Apenas aprendi a
me proteger das mãos
que não seguram.”

SÓ PRECISA DIZEM,VEM

Não deixe a felicidade escapar das suas mãos
Não deixe de amar por indecisão
Eu estou aqui entregue a você
Não me deixe ir não sei como te esquecer

Se existe alguém no mundo que te quer
Esse alguém sou eu
Depois não vá lamentar
Porque me perdeu

Um dia você vai parar E vai pensar
Em um bobo que te quis
E vai chorar vai perceber
Que não estar feliz
Então vai lembrar que no passado alguém andou atrás de você
E você desprezou

O dia é hoje quem espera demais um dia cansa
Se você me quer entra na dança
E me namora sem pensar em mais nada
Que eu jogo tudo pro Alto pra você ser a minha amada
Só precisa dizer,vem, que estou a te esperar
E eu vou feito um louco pra te amar.

Poeta Antonio Luís

⁠Quero segurar minhas mãos dentro de você
Eu quero tomar fôlego, é verdade
Eu olho para você e nada vejo
Eu olho pra você para ver a verdade

Permaneça sempre perto de Deus.
Quanto mais você deixar suas mãos nas mãos Dele, mais você estará a salvo de todas as misérias do mundo.
*
╰☆
Fran Ximenes
19/07/2013

Curvado estou, almejo
apalpar e segurar firme
suas mãos, mas é
para reerguem-se do
chão.

"O maior presente do Natal não se abre com as mãos,
mas com o coração.
É a luz de Cristo entre nós.
Feliz Natal."

Entre o amor e a desconfiança
Amamos com culpa nas mãos,
e medo nos olhos.
O amor veio torto,
nasceu de um erro
e quis se endireitar no caminho.
Eu pedi paz,
ela pediu confiança.
Mas o silêncio gritava
mais alto que as promessas
e os gestos desmentiam as palavras.
Carregamos passados como sombras,
seguindo a gente mesmo ao meio-dia.
Ciúmes não eram falta de amor,
eram excesso de insegurança,
era o pavor de ser trocado
do mesmo jeito que um dia alguém foi.
Ela dizia “confia”,
mas não largava as portas abertas.
Eu dizia “fico”,
mas já estava cansado de vigiar.
Nos amamos…
mas amor sem credibilidade
vira dúvida,
vira nó no peito,
vira guerra fria entre dois corações cansados.
Talvez não tenha faltado sentimento.
Talvez tenha faltado coragem
de ser inteiro,
de ser claro,
ou de admitir que amar
não é suficiente quando não há paz.
E assim seguimos
não por falta de amor,
mas por excesso de medo
de ficar
ou de partir.

Te encontrei na curva de um sonho,
No balanço doce do mar,
Tuas mãos falavam sem som,
Que era ali que eu ia ficar. _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo

Tem gente que aquece com o olhar, com as mãos, com o corpo, com as palavras, com abraço, com amor, com ternura.
Gente que é chama intensa, aquecendo sempre o coração da gente.
╰☆╮
FranXimenes
14*08*2013

⁠A Janela do Discurso sempre se moveu pelas Mãos Invisíveis das Narrativas.


Se reinventar já era mais do que esperado…


Mas nada foi tão Medonho quanto a vê-la se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


A Janela de Overton — esse mecanismo silencioso e traiçoeiro que define os limites do que é socialmente aceitável — sempre se moveu pelas mãos invisíveis das narrativas.


Ideias outrora impensáveis se tornam plausíveis, discutíveis, desejáveis… e até aceitáveis.


Nada disso é novo.


Mas há deslocamentos que ultrapassam o jogo das ideias: eles tocam em pilares que, uma vez manipulados, comprometem a própria estrutura da convivência civilizada.


Nada foi tão medonho quanto assistir a essa janela se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.


Ambas, por natureza, deveriam inspirar confiança — não manipulação.


Quando começam a ser usadas como régua para definir quem merece voz, respeito ou até mesmo existência, o que está em jogo não é mais apenas a opinião pública: é a própria noção de justiça e espiritualidade.


A confiança na justiça perde o chão quando o discurso sobre “idoneidade” é moldado para blindar abusos e silenciar denúncias.


E a fé, que deveria acolher, se torna instrumento de controle quando usada para validar narrativas de exclusão, discurso de ódio, intolerância ou superioridade moral.


Quando a Janela do Discurso se move por esses vetores, não estamos apenas assistindo a uma mudança de ideias.


Estamos permitindo que conceitos sagrados e instituições essenciais sejam descaradamente arrastados para a seara da manipulação.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas valer-se das autoridades presumidas para inviabilizar o debate e a crítica é de uma sordidez sem precedentes.


E isso, sim, é digno de temor.


Tenho medo…

O mundo que tentam Destruir, Dominar ou Suportar, sempre esteve, está e sempre estará nas mãos do Filho do Homem.


O mundo que por vezes tentamos carregar nos ombros, dominar com nossas próprias forças ou até destruir com a nossa cegueira, nunca deixou de estar nas mãos do Filho do Homem.


Há quem se esgote tentando sustentá-lo sozinho, há quem se iluda acreditando ser dono dele, e há quem, por desespero ou revolta, queira vê-lo em ruínas.


Mas o mistério maior está em compreender que não fomos chamados nem para destruí-lo, nem para controlá-lo, e muito menos para suportar seu peso sozinhos.


O convite do Cristo é outro: confiar!


Confiar que o mundo repousa seguro em Suas mãos.


Confiar que nossa parte é ser presença de cuidado, de amor e de esperança dentro dele.


Quando aceitamos essa máxima, o peso diminui, a vaidade perde força e até a destruição parece inútil.


Porque se o mundo já está nas mãos do Filho do Homem, cabe a nós apenas abrirmos as nossas para servi-lo.

Mãos de cinza, pés de barro, um corpo frágil.
No peito, um coração que esconde uma relíquia guardada, talvez o amor.
Um tesouro que não se perde, um fogo que arde sempre, mesmo na mais fria das noites, mesmo na dor do abandono.

A vida pode quebrar, pode machucar,
porém o amor resiste, não se desfaz.
É a chama que ilumina, é a força que me faz um refúgio seguro, um porto no mar cheio de conflitos.
(Saul Beleza/Leni Freitas)

Trauma


Às vezes me deito e revisito o passado,
os dias que deixei escapar das mãos,
os risos contidos, as chances adiadas,
os momentos que não vivi com a coragem que o coração pedia.


Carrego uma vontade
antiga de chorar,
não só pelo que doeu,
mas pelos amigos que
Ficaram pelo caminho,
pela ingenuidade de sonhar
uma vida perfeita
sem saber que ela também fere.


Fui machucada por mãos confusas,
por palavras que diziam amor
e entregavam espinhos,
por quem tocou minhas
Inseguranças como se fossem brinquedo, e eu aceitei…
porque amar, pra mim,
sempre foi acreditar demais.


Aprendi, mudei, cresci —
mas nunca o bastante pra não sentir.
Ainda coloco esperança onde não há promessa, ainda espero verdade em gestos rasos, mesmo sabendo que isso me quebra.


No fundo, entre erros e tentativas,
descobri a parte mais dura do amor:
por mais que eu sonhe em ser abrigo, no final das quedas
sou eu quem recolhe
meus próprios pedaços.