Poema de Mãos

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"Segure as minhas mãos,deixa eu te conduzir rumo ao meu coração;
Segure as minhas mãos,deixa eu te amar,mesmo que o mundo diga não;
Segure as minhas mãos e dance comigo essa canção que inunda meu ser com essa doce paixão..."

Tatiane-23-09-2012

Inserida por TatiBellaOliveira

Pra fazer verso e moda boa Deus me deu inspiração
Uso com honra e respeito
O dom que tenho em mãos

Agradeço a capacidade
De criar versos e rimas
Coloco tudo de mim
Em cada letra, em cada linha.

Muitos possuem o mesmo dom
Mas poucos sabem usar
Verso de amigo meu
Eu não ouso copiar

Tomar posse sem permissão
De algo que não é meu
Mamãe disse que é muito feio
E que não agrada a Deus

Já tive versos copiados
Mas não vim aqui pra julgar
Esse dom pertence a Deus
Somente ele pode usar

E pra quem ainda não me conhece
Meu nome eu já vou dizer
Sou Josielly Rarunny
Goiana com muito prazer.

Inserida por JosiellyRarunny

⁠Porquê não perde esse medo. E então busque as minhas que mãos está desejando ir ao encontro de seu corpo. Deixe elas lentamente irem caminhando buscando descaradamente os seus mais escondido prontos de desejos. Serei eu cordialmente manipulador com fervor ao seu amor. Então deixaras seus medos e com carinho receba-me dentro de ti. Com amor sentirei sua respiração ja ofegante movida pelos desejo em delírios por mim. Então saberei que deixou o seu medo e assim a alegria de um instante saberei eu que irei te possuir.

Jose A Nascimento

Inserida por JoseaNascimento

Tens em mãos, a dadiva da vida e no seio o alimento.
Amor bendito de Mãe Nova, Nova mãe da Nova Vida.
Transpareço o Amor contigo dobro e quase só, você triplica
Integra, forte, mulher de pudor e dor.
Atenue linha nos envolve,e de dois, somos três.
Na barriquinha de nova mãe, há nossa quimica em fusão
Entrelaçando nas entranhas do teu amor.

Inserida por Brunoh

⁠pés no chão
olhar pro céu
cabeça nas nuvens
mãos na terra
toda ouvidos
lábios cerrados
joelhos dobrados e
alma de fé.

anatomia.

Inserida por paulinopris

PRO SEU CORAÇÃO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Na manhã de neblina bocejo e fumego;
minhas mãos "quentam frio" numa esfregação;
me recolho e me pego em lembranças remotas
que me levam pra "ontens" de muitas histórias...
É manhã de saudades grisalhas e lentas
diluídas do véu onde os ventos se filtram,
assoadas das ventas da temperatura
delicada e grotesca; dama bipolar...
Quase durmo acordado no banco do clima
e minh´alma já sonha no hall da estação,
sobre a crina da brisa que o momento amansa...
Inspirada manhã que floreia o meu tino;
nebuliza o meu ser pra respirar poesia
que refino e repasso pro seu coração...

Inserida por demetriosena

⁠BRASIL SÉCULO XXI

- Perdeu! Perdeu! Mãos na cabeça! Isto é um DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA!
... ... ...
Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

⁠Rasgue o Verbo

Justiça também se faz com as mãos, mesmo que de forma pacífica, muitas das vezes a coisa certa a fazer é rasgar o verbo.

Inserida por Ladyadyforever

⁠"Tudo bem, pode ir, antes de ti eu já estava só.
Acostumei-me ter a felicidade em minhas mãos e vê-la virando pó.
Desejo o seu amar, por amor e não por dó.
Me vem a lembrança do teu beijo e a garganta dá um nó.
Ter você, longe ou perto, eu não sei o que é pior.
Minhas juras e os nossos sonhos, ainda sei de cor.
Se tento ser algo bom é para junto a ti, ser melhor.
Mas você se foi e me deixou amarrado em um sentimento, em que não desato o nó.
Mas tudo bem, pode ir, pois antes de ti, eu já estava só..."

Inserida por wikney

O Olhar da Fé

No silêncio onde o mundo duvida, ela semeia sonhos com mãos nuas, regando esperança na terra fria, de olhos voltados às luas.

Não vê caminhos, apenas sente que algo além já a espera, como se o invisível, paciente, trouxesse luz à primavera.

Seus passos, firmes na névoa espessa, trilham pontes de confiança e calor, porque a fé não precisa da promessa: ela já vive dentro do amor.

E então, um dia, o que era crença se veste em forma, cor e som; o invisível torna-se presença, e o impossível diz: "sim, sou dom."

Inserida por fluxia_ignis

⁠Silêncio que Cura

Depois que se atravessa a noite sem estrelas, sem mãos, sem vozes, sem abrigo, descobre-se que a luz que salva mora no peito, e não em promessas.

Você aprende a costurar os próprios cacos sem plateia, sem aplausos. E nesse silêncio cheio de dor, o ego se desfaz, e nasce a essência.

Então, quem fica… fica porque caminha ao lado, não porque carrega. Porque depois da queda vivida em solidão, a companhia vira escolha, nunca mais muleta.

Inserida por fluxia_ignis

⁠No âmago das nossas vidas, um eterno artesão se esconde. Com mãos invisíveis, esculpe o futuro a cada gesto e escolha que fazemos no agora. Cada suspiro, cada batida do coração, torna-se o cinzel que molda o mármore do tempo.
A manhã que desponta no horizonte, ainda envolta em névoas de mistério, é o reflexo direto das sementes plantadas no presente. Assim como um agricultor, que com dedicação e cuidado ara a terra e lança as sementes, somos os lavradores dos nossos próprios destinos. O solo pode ser árido e repleto de desafios, mas é no enfrentamento desses obstáculos que a verdadeira força é forjada.
Quando a luz do amanhã tocar nossos rostos, será o brilho do esforço diário que iluminará nossos caminhos. Cada escolha cuidadosa, cada ato de coragem, é uma promessa silenciosa de uma colheita farta e próspera. No jardim da vida, não há espaço para o acaso; a providência é o fruto do trabalho e da perseverança de hoje.
E assim, seguimos em frente, com a certeza de que o futuro, ainda que incerto, é um campo fértil aguardando para ser desbravado e cultivado. Pois sabemos que a colheita de amanhã, com suas flores e frutos, depende intrinsecamente da lavra e da semeadura deste instante.

Inserida por fluxia_ignis

⁠Poetas da Construção

Sempre ouvi falar dos pedreiros em piadas e comentários. Dizem que têm mãos de ferro, a famosa cantada que nunca falha, e até um prato digno de um banquete. Mas será que realmente entendemos o valor desses mestres das construções?

Escolhemos casas para morar sem imaginar o quanto de suor e dedicação foram investidos para que elas se erguessem. Quando algo quebra ou precisamos de uma reforma, imediatamente chamamos um pedreiro, pois não sabemos fazer o que eles fazem. Estudamos, obtivemos diplomas, somos reconhecidos na sociedade, mas diante do trabalho desses artífices, nossos títulos se tornam meros papéis. Eles não nos ensinam a construir um lar, onde começa uma família. E para formar uma família, começamos com uma casa, erguida pelas mãos calejadas de um pedreiro.

Outro dia, da minha janela, vi os pedreiros trabalhando no condomínio ao lado. Trabalhavam como formiguinhas, em uma dança harmônica de risos e piadas. Paravam para tomar café, dividindo tudo entre si. Compartilhavam um velho rádio, vibrando com as músicas que tocavam, e cada um cantava mais alto que o outro. Havia pedreiros de todas as idades, e um deles parecia ter uns 20 anos. Pensei comigo mesmo: como seria maravilhoso ter a amizade dessas almas vibrantes, que faziam do seu tempo de trabalho um momento de irmandade e fraternidade.

Aqueles pedreiros eram como poetas da construção, escrevendo versos em tijolos e cimento, compondo uma sinfonia de gestos e sorrisos. Suas mãos ásperas contavam histórias de resiliência e amor pelo que faziam. Cada parede erguida era um testemunho de sua maestria, cada lar construído um poema de dedicação.

E assim, entre risos e música, eles transformavam um simples canteiro de obras em um palco de emoções. Eram artesãos da felicidade, criando sonhos em concreto, moldando o futuro com suas próprias mãos.

Inserida por fluxia_ignis

Tem tempo que se pensa demais e age pouco, e tem tempo que se deixa escapar dentre as mãos o que nunca se teve...
só que não se sabe porque o coração aperta tanto...depois de muito tempo...
Se a dor é do que se teve...
ou pelo menos do que se viu...
Tem tempo que não se quer mais pensar, e sim agir, e tempo que quer pegar com a mão o que está no ar a se perder...
A vida vale tão pouco neste pequeno espaço de tempo, que se quer eternizar o que realmente vale a pena..
& pena de penúria & não de tristeza amarga que amarga a vida.

Inserida por Luizdavi

O Rei Jesus estendeu suas duas mãos na Cruz, e um salvou .

⁠Não há homem que neste mundo passou ou venha passar sem sentir, seja cansasso, seja fome, seja sede ou qualquer outro desconforto, pois esse é o que se passa neste mundo, pois é do corpo humano essas fraquezas, mais em fraquezas o nosso Deus eterno, se tornou fraco em Cristo Jesus, para se igualar a um pobre homem cheio de defeitos, que somos nós, e em fraqueza e humildade, ele o poderoso desceu, e descendo mais ainda, passou muita fome, sentiu-se extremamente cansado, sentiu sede desmaiada e terrível desconforto na cruz, não para se vangloriar, mais para salvar até o pior dos pecadores, e alcançar a um, tentou a dois mais salvou um, que estava a seu lado a saber o ladrão na cruz.

Poesias Líricas ao Rei Jesus.

Inserida por Luizdavi

⁠Minutos, horas, somam-se anos...

A vida surge nas mãos postas.

A cada dia novos desenganos,

Tantas perguntas sem respostas.

Minutos, horas, os anos passam...

No íntimo resta uma esperança.

construir um mundo em que se enlaçam

O amor e amizade sem cobrança.

Inserida por Morrot

O privilégio de ver na eternidade está, única
e exclusivamente, nas mãos de Deus, por meio da autoridade
de Jesus Criso.

Inserida por HelgirGirodo

O privilégio de viver na eternidade está, única
e exclusivamente, nas mãos de Deus, por meio da autoridade
de Jesus Cristo.

Inserida por HelgirGirodo

Somos aferidos constantemente pela balança da eternidade, e o Eterno criador tem em suas mãos o fiel da balança. Cada um sabe de si, quando certo ou errado tem procedido no viver. Precisamos errar no varejo, porque errar no atacado é complicado assim viver. E muitos na sua altivez, ignoram fazer juízo de si, estufam o peito e com tantos defeitos, ignoram o porvir.
Mas o fim vem, sobre todos sim, e se eu me portar errado, ai de mim.
Misericórdia senhor, Eterno Pai celestial, Altíssimo criador.

Inserida por Claudiokoda

⁠Programado

Eu, Eu... Eu vi...
Eu vi minhas poesias escorrerem
Entre os dedos das mãos
Descobri no meu mundo
A inconstância do ser a vagar na razão
Movimento perdido, espírito adormecido
O desertar de um corpo
Eu, eu...
Eu era a seta
Mas não acertava o alvo
Por não estar plugado
Entre o mim e o EU
Espírito e alma, amor e calma.
Me procurei em mim
Mas eu não estava lá
Dei de cara com o vazio
De minhas angustia
Descobri que ao procurar
Nem sempre a gente
encontra o que busca.
Tudo isso é fruto do medo
Implantado em nós
Somos muitos, mas não podemos
amplificar nossa voz.
Eu, Eu...
Qual robô eu era programado
pra dizer sim ou não
Pra satisfazer você,
Mesmo que ferisse a verdade
do meu coração.
Em vez de Deus, consultamos Freud
Somos mantra do que pode
ou não pode.
Maquiagem a cobri semblantes triste
De atores tristes de um filme triste

Inserida por marcosdeclie