Poema de Justiça
Homens ou mulheres, negros ou brancos, índios ou europeus, grandes ou pequenos, nada disso faz diferença; toda vez que a autoridade instituída for parcial na sua avaliação e em suas tomadas de decisão, favorecendo um grupo em detimento a outro, teremos injustiça, caos e desordem.
Mulher sem mordaça é símbolo de liberdade e resistência, uma voz que se recusa a ser silenciada e luta por igualdade e justiça.
A uns, Deus concede vida longa; a outros, poucos anos. Não que o Eterno seja injusto, mas justamente a Sua justiça prevalece.
Quando um poder legítimo e democraticamente constituído se sujeita a um poder mau externo, desconhecido ou conhecido, todo o discurso e ações, ainda que feitos em nome da defesa da democracia, não passa de mera hipocrisia, de mentiras que tentam se passar por verdades, em total desrespeito à independência de uma nação, negando-lhe o legítimo e abençoador direito de vivenciar suas próprias escolhas expressas constitucionalmente.
“Eu quando nu, em minha pele, não encontrarás cicatrizes, pois as mesmas encontram-se adormecidas na arte do Guernica em minha mente.”
A visão acolhedora, compassiva e não crítica da sociedade em relação às pessoas deficientes é essencial. Assim como criar um ambiente acessível para que as pessoas deficientes possam atuar e viver de maneira mais adequada.
Todos os líderes que detém algum poder sobre um povo, sabem que é mais fácil manter à ordem sob mentiras que através de verdades, sejam elas políticas ou religiosas.
Sob força da injustiça, um povo estará condenado a um futuro de incertezas até mesmo da própria vida.
A experiência pessoal de viver sem cuidados médicos adequados gera políticas mais compassivas e justas.
