Poemas sobre Dor
No emaranhado do tempo, uma história de amor, Que transcendeu a vida, mesmo após a dor. A saudade invade a alma, como uma brisa fria, Lembranças do passado, que ainda ardem em agonia.
Não existiria "aquele amor de novela" se não houvesse uma primeira dor de cotovelo que acabou em tragédia!
A dor da perda é um vazio profundo, Um sentimento que abala, que nos faz imundo. Mas mesmo na escuridão, há sempre uma luz, A esperança de um novo amor, que nos conduz.
A minha dor perene não é corporal; sinto dor na alma porque assisto gestores exangues, midiáticos e dissimulados.
O teu sangue me dá vida. O meu desprezo te envenena. O meu olhar profundo torna a tua dor mais amena, ou te condena?! O meu sorriso te apavora?! Devias ver-te! pois a tua dor agora é tão horrenda! E não há ninguém lá fora! Ninguém! Já é chegada a hora! Eu sou a lenda que desvenda os teus mais terríveis mistérios. Beijarei a tua boca fria cheia de medo e agonia. Mostro-te meus encantos, minha sedução e também a minha ironia ... E então, hipnóticamente, tu me mostrará o teu macio e saboroso pescoço e eu o morderei com minhas presas afiadas. E para comemorar a noite sangrenta e sombria Eu a levarei sob minhas asas ao meu antigo cemitério! Eu lhe trarei vergonhas e vituperios ... E destruirei teus impérios de falsas alegrias! Amo noites silenciosas e frias! Ninguém ouviu o teu último canto! Mutilei com palavras cruéis o teu coração! Quem se importará com os teus prantos?! Você ficou presa numa grande teia de ilusão e amou-me tanto que fantasiou um amor puro e eterno! - Mas você se esqueceu que aqui, para vocês pobres mortais, tudo é passageiro! E você não viu que eu era para ti noites frias de inverno enquanto você queria ser para mim o manto e o travesseiro! Desde o começo eu era o teu fim!... E mesmo assim você sente um louco fascínio e não se esquece de mim!... Eu sou o teu pior pesadelo e não vou deixá-la em paz! Eu sou incessante e voraz! Não vou deixá-la jamais!... Não... não adianta gritar! Em meu macabro mausoléu pela eternidade tu irás morar!... Não adianta chorar! Quem mandou um dia você me amar!?... Eu sou o Drácula... Vampiro... Mefistófeles... E você não pode me enfrentar! Pois eu sou o teu mestre E vou te escravizar! O meu mausoléu será o teu eterno e glorioso lar!...
Nossa vinda a este mundo foi cercada de tensão, sangue e dor. Fomos arrancados de lugar, que se supõe acolhedor, para pesadamente cumprirmos nossa rotina mediocre de convencões vulgares, com relações íntimas envoltas em látex e falsos sorrisos. Abreviemos tamanha agonia e sigamos ao cadafalso
Nos momentos de dor e aflição, Jesus nos estende a mão com ternura e emoção. Ele nos conforta, nos fortalece e nos acalma, Em seu amor encontramos verdadeira calma.
Sejamos os donos de nós mesmos para que não precisamos depender dos outros.A dor que dói na Alma, jamais será medida! Pois , a régua que mede tua dor, jamais será a suficiente para medir a dos outros.
Do tempo o tempo vai, assim superando a infinita dor por si causada. Deveras são as coisas passadas, que de pesadas se esvairiam. Sem penar ou pesar, simplesmente passam e repassam essa dor adiante. Por quanto tempo o tempo será assim, severamente complicado enquanto necessário? Dentre tantas e tantas, vive-se com o tempo, aturando-o na medida do possível, já que das graças faz-se as coisas, enquanto o tempo assim permitir.
O que mais me doeu (...), além da dor da ausência das pessoas queridas, é perder os interlocutores das minhas lembranças mais remotas. (...) Recordações partilhadas são uma necessidade. (...) Nosso passado não passa, é um pretérito que mantemos vivo a poder de lembranças.
escrevi versos de amor quando joguei fora os de dor, agora que vejo a cor, me inspiro com a flor, observo o brilho da luz natural, que ilumina o dia, que traz a tona a vida, me indignaria se um dia o que eu mais desejasse fosse dizimado, minha alma em frangalhos, não valia cascalhos, mas era mais um macaco no galho.
"Eu não consigo me controlar. A dor é cada vez mais aguda e a automutilação se tornou um refúgio para aliviar um pouco do desconforto. É como se a dor que sinto no corpo me levasse para um lugar onde eu posso tentar aliviar minha ansiedade e angústia. Mas nunca é suficiente. Eu só quero ter um momento de paz e sossego, mas eu simplesmente não consigo me controlar. É como estar mergulhado em um mar de dor e angústia sem saída. Não sei como encontrar uma luz no fim do túnel."
A dor que sinto é tão profunda que nem mesmo os poços mais profundos tem a dimensão do tanto que afundei e estou suportando a escuridão
Se o nosso prazer vem antes da dor do outro, então não há dúvidas: estamos profundamente adoecidos na alma. Necessitamos de hospital espiritual com urgência.
