Poema curto

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É impossível esquivar-se
de todos os golpes do destino.

Não há como burlar
as emoções para sempre.

A dor é inevitável;
uma hora ou outra
a gente sente o drama.

Inserida por KellyLobo

⁠Ponto Fraco

Meu coração
Já foi ponto de visitação

Hoje já não aceito
Turistas nem fotos
Se chegar até meu leito
Exijo promessas e votos

Mas se você vir
Pode sentar na cama
Deixo você mentir
Contar da sua fama
Deixo até bagunçar minha paz
Mas
Só se for você
Só você

Inserida por HigorMartins

Saudades das noites vazias
Que deitado viajava
Olhando o céu escuro de luzes cintilantes
A conversar com os meus amigos em prozas semoventes

Inserida por rodrigo_matheus

⁠Coaxando à beira rio
Me enamorou
Lavando o pé no fio,
Quando me viu pulou
Quando te encontro distraída,
Caçando em banho de sol,
Jacente na vitória régia,
Sereia!
Eu te amo, como amo a lagoa,
As poças, a chuva e moscas...
Te quero toda minha,
Sapinha linda.

Inserida por denison_ramos

⁠⁠35 & Still The Fk'n Rocket Man!
Ame o que você faz, apenas certifique-se de que o que você faz não é tudo o que você ama.
A lenda do belo soldado.
Estamos à beira de um mundo de ouro e glória.

Inserida por richard_felix

⁠Hibisco vermelho
Cor da paixão
Bem me quer
Estou mal
Mal me quer
Estou bem
Bem me quer
Estou mal
Estou bem ou estou mal
O que você me faz

Inserida por marciliotom

⁠'' Quando a dor bater-lhe a porta,
abra as janelas;
ela verá que está vazio.''

Inserida por itamar_fs

⁠Ao Observar as crianças
Brincarem com seus,
Amigos imaginários percebi,
O quão ser, solitário não te,
Faz sentir-se sozinho.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Cansei de sentir-me culpado pelo Fracasso finalmente compreendi que relações são mútuos encontros
Laços de companheirismo
Até chegarem ao fim.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Entre milhões de olhares reencontrei-me:
Dentre o oposto
No meu eu, feminino
Ali congelado e obcecado
Me, mantive.

Lhe Olhando feito um jovem
Nascido no interior,

Deslumbrado pela companhia
De teu amor próprio.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Ficar só “INTEIRAMENTE”

É ao mesmo tempo
Angústia de perder-se
E oportunidade
De olhar pra si
E cuidar-se!

Inserida por tania_junia_soares

⁠⁠Nada feito

Lá se foi um verso inteiro
e eu não disse coisa alguma
Esse aqui já é o terceiro
e a rima mal se arruma

desperdiço meu tinteiro
escrevendo, assim, ligeiro
antes que a palavra suma

Inserida por mnora

⁠Biblioteca

Entre gritos abafados
no silêncio da Babel
Pensamentos empilhados
entre sonhos de papel

Ideais catalogados
deuses, reis empoeirados
Um inferno! quase céu...

Inserida por mnora

⁠Assombro

O nó seco na garganta
O meu passo meio manco
Nada disso me espanta
É preciso ser bem franco

O Terror que me encanta
vem da alma sacrossanta
dessas páginas em branco

Inserida por mnora

⁠Nu (flagra)

Quem pegou o meu soneto
e jogou metade fora?
Encontrei só um quarteto
Ai, meu livro! e agora?

Quando abri o meu terceto
Eu flagrei meu poemeto
Com redondilhas de fora

Inserida por mnora

⁠Escalando As Montanhas

A inércia dura e fria
da granítica muralha
que se ergue sobre a via
da humana e vã batalha

Guarda, em si, como quem cria
em seu ventre a fantasia
de um sol que não se espalha...

Inserida por mnora

⁠Passo

Sinto aperto no meu peito
Sigo andando meio manco
Sigo, canso e me deito
Sinto, tenho que ser franco

Num poema tão sem jeito
Eu percebo só ter feito
outra página em branco

Inserida por mnora

⁠Fogueira

Se pensar é meu pecado,
a caneta - qual cilício -
me flagela e vou, calado,
escrevendo meu suplício

pelo qual eu sou julgado,
torturado e condenado.
Eis aí meu Santo Ofício!

Inserida por mnora

⁠Livre-arbítrio

Quanto bem fica de lado
nas escolhas que alguém faz?
Lá, perdido no passado,
quanto amor deixam pra trás?

pensa Deus, desconfiado...
Com razão, pobre coitado...
Escolhemos Barrabás!

Inserida por mnora

Pindorama

Solo santo invadido
Transformado em nação
Fruto podre, corrompido
Sem raíz, sem coração

Hoje o chão é devolvido
a um índio bem vestido
em camisas de botão

Inserida por mnora