Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
Me aproximei timidamente e meio desajeitado, abraçando-a e beijando-lhe o rosto.
Então surpresa, ela me responde:
- O que está fazendo?
- Estou semeando amor.
Um gostinho... bom...
Um rosto em meio de uma pista
olhos perdidos a procura
um sorriso de menina,
um corpo de dar inveja
e vc não passou despercebida.
Olhar e não reparar,
era impossivel,
em um corpete preto,
prendia a atenção de todos, ou melhor de todas!
Deliciosamente dançava
e sem se importar com o mundo a sua volta
era envolvente,
e encantava!
Ao chegar e pedir seu nome,
um friozinho...
Ao receber retorno, ali fiquei
e por ali dancei, olhei...
conversei, admirei...
me encantei...
e então...
Beijei...
eis que então, singelamente:
_suspirei...
...meio que sem querer....
Olhos e cabelos negros
pele branca e macia
Suave!
jeito e face de menina
corpo e mente de mulher!
Linda!
Cativante
Falante e estontiante.
Daquelas que vc passa horas conversando
conhecendo...
...e naturamente se envolvendo.
Deitar e pensar em você foi gostoso
sensação boa que a tempos não sentia.
Sem medo de me entregar
deixo seus encantos me delirar,
e o restante, o tempo e o destino vão nos levar...
A natureza é um palco sangrento,
com muita friesa e sofrimento,
entre a selva no meio da floresta,
talvés você até pode,
fazer alguma prece,
o silêncio do forte,
apenas prevalece
se alimentando dos fracos,
e fazendo a festa,
chacina diaria, e morte violenta,
no qual seus nervosos,
ao presenciar, essa cena,
nem mesmo aguenta,
pois é nesse mundo,
em qual eu vivo,
onde a humanidade,
se auto corrói
engulindo uns aos outros,
para se suprimir,
sem conciência,
ao ponto de até mesmo
de se auto-destruir,
gerando negligência,
aonde a perfeição,
ne nossa nação,
é apenas o grande objetivo,
para ter progresso,
e poder aquisitivo,
o que falta nas pessoas, é apenas o amor,
o remédio gratuito, para amenizar a dor,
que aquece a sua alma, gerando prazer e calor,
no meio dessa triste cena,
com muito rancor.
Na companhia da Lua
Deito na terra de olhos pro céu. No meio da noite escura a Lua é a única luz que ilumina a minha solidão. Estamos sós! Ela, sem a companhia das estrelas, eu, sem a companhia de um coração. A saudade aperta, as lágrimas não demoram a rolar, daqui do chão vejo a Lua esbaçada, lá do alto ela me ver despedaçar.
A madrugada é fria, sinto falta do calor dos teus braços, do beijo que encontrou os meus lábios, do afago das tuas mãos. A Lua some. Não deixa rastros. É mais um dia que me desgasto te tendo apenas na imaginação.
Em meio a lágrimas a sorrisos
saiu um amor infinito
que ninguem pode descrever
ninguem pode conecer
o que eu sinto por você
Em meio a natureza
a vida deu
o dom de amar
de se alegrar
de entrar na magia
de entrar em plena fantasia
“E é quando o coração se cansa e a esperança se vai que as coisas acontecem e em meio a nossa busca por respostas nos deparamos com alguém que chega e muda todas as perguntas"
17/01/12 - 07:50 hrs
Procuro em você o que outro
me proporcionou. E insisto em
meio ao vão; Pela distância e
frieza estampada no silêncio
do teu olhar. És falso e
não sabes disfarçar.
Quero esquecer os dois!
Contemplar-TE em meio
a tanto desamor é abrir a janela
pra a vida e se conscientizar de que
vale a pena existir.
Autoria: Leila dos Reis
Há cabeças que
Entopem o quadro.
Elas são moldadas.
A partir de triângulos
Em mentes do meio
Ao cumprimento do lado.
Sei, pois o silêncio diz;
Diz a solidão.
Fala da escura e densa falta
Que soa do meio da fronte,
Em tom grave e díssono;
Que se ouve só ouvindo
De olhos quase fechados.
Eu sou meio de Lua... tem dias que estou cheio... outros que estou vazio.
Oscilo repentinamente.
Até quando penso que estou mal na verdade estou tão bem que nem percebi.
Afinal eu não me compreendo.
Em meio há tantas decepções,
Perdido em certas desilusões
Mesmo que não seja bom tenho que admitir…
Todas já me fizeram sorrir.
E se a vida for feita de apenas ilusão
Que no fim me reste sempre um pouco de inspiração.
As flores no meio do caminho
Dão leveza e perfume
Às vezes passam despercebidas
Ali na beira da estrada
Ignoradas
Marginalizadas
Mas são tão belas
Em sua simplicidade encantam
Colorem a estrada
São amarelas e frágeis
São lindas
As flores no meio do caminho
São tudo que o próprio caminho tem de melhor...
Letícia Andrea Pessoa
Pensamentos invadem o meio termo entre imaginar o inimaginável e desejar o indesejável.
E o que fazer quando não se pode lutar contra a ordem natural das coisas?
Recomece, apenas recomece.
O perímetro da vida é a paciência
Uma hora e meia dentro do meio tempo. Dentro da meia metade, do pedaço e do inteiro.Pouco tempo dentro da lâmpada, da chama, do gelo. Pouca hora, pouca cor, pouco nós.Novamente como uma fada em chamas. Novamente como um soldado sem farda. Novamente, novamente… Como faz para se ter uma nova mente?Muito perto, muito perto da distância, do silêncio, da ignorância.Muito longe, muito longe do primeiro, do segredo, da repugnância. Muito tempo, muito tempo, muito templo, muito tento. E quando o muito se torna pouco, que os pensamentos tomem o lugar do vento.
Muito vento, muito vento, pouco tempo.
A Graça do perdão de Deus, por meio de Jesus Cristo, é uma proposta de Liberdade e Nova Vida a todos os seres humanos. Essa Graça quando recebida gera no coração, gratidão e fé que atuam por meio do Amor e, uma vez este vivido, gera “Liberdade”.
Isto é, a Liberdade de ser, viver e se expressar é fruto que nasce no coração como resposta à proposta do Perdão.
Não é a minha escolha que propõe, não é o meu arrependimento que gera perdão. Não é a minha liberdade que me conduz ao compromisso com Deus.
É o contrário; A Graça, e somente a Graça, que se encarnou e que se manifestou como gente na pessoa de Jesus de Nazaré, é que propõe Vida. É o Seu Amor que gera em meu coração arrependimento. E é o compromisso com Sua Palavra que me conduz à Liberdade de ser eu mesmo.
Em outras palavras, quanto mais eu me rendo à Sua Graça, vivendo em Amor ao meu semelhante, mais liberdade eu tenho em Deus para ser Luz diante de toda criação, expressando a Vida que é muito mais do que a existência. Afinal, todos existem, mas somente pela Graça recebemos a dádiva de Viver!
Não há verdadeira Liberdade sem que o coração se “renda” à bondade da Graça e à consciência do perdão imerecido.
Lembremo-nos: nós O amamos porque Ele nos amou primeiro. O amor não nasceu em nós e sim Nele. Não é o homem que vai a Deus, mas é Deus que veio ao homem, pois Ele é o Emanuel “Deus conosco”.
E a “loucura” da Graça é que Deus se fez carne e escolheu ser amado no próximo. De maneira que, se eu confesso amor a Deus mas desprezo o meu semelhante, estou negando a Deus, o qual, na expressão máxima de Seu Amor, simplesmente se fez homem para a Liberdade de todo àquele que Nele crer.
Em Jesus, em quem a Liberdade é Amor e o Amor é Liberdade.
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