Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
O que serei?
Se não sei o que busco,
Se meu coração está avulso,
Dilascerado em mãos alheias.
Se o que me presenteia,
Traz bem mais do que um presente.
Sei o que os deixa contente!
É se não o egoísmo;
Que é se não o próprio abismo,
Que a sua alma se enleia.
A boneca de porcelana
Quando eu era criança eu quebrei uma boneca de pano de cabeça de porcelana que pertencia a minha Vó. Compelido pela culpa e pelo medo a escondi na própria estante onde ela ficava de enfeite, entre outros trecos e troços lá guardados a escondi junto com seus próprios cacos.
Se passaram dias e a culpa em mim se estendia e eu me perguntava o porquê de eu não ter feito diferente, mas já era tarde, já o tinha feito, já tinha quebrado a boneca de minha vó.
Quando resolvi consertar o erro sem conserto, me fiz de espanto: A boneca não estava e nem mesmo seus cacos.
Mas onde será que estava a tal boneca? Jogada fora provavelmente... Ah... Minha culpa não passou, ela continuou a me ferir, veja bem, a boneca escafedeu, sumiu dali!
Os dias se passaram e a boneca apareceu!
Já não mais naquela mesma estante estava.
Minha avó tinha colado caco por caco, pintado novamente traço por traço!
Então lhe perguntei:
- Vovó, a boneca ainda prestava? Fui eu quem a quebrou vovó, me desculpe, estou muito triste por isso.
- Nem a sua tristeza meu filho e nem a culpa consertariam a boneca, apenas cola, muita paciência e amor. Ingredientes que você não possuía, só eu. Deveria ter me procurado e eu te ensinaria a consertar seu erro.
Escondemos o nosso erro, não buscamos resposta de Deus, o ignoramos completamente, esquecemos que quem nos ensina, que nos mostra como mudar o caminho, consertar os erros, refazer a nossa Historia é DEUS.
Busca resposta de Deus e os seus problemas podem ser resolvidos muito antes do que você esperava. Amém?
Por: Igor Improta Figueredo
Às vezes a reflexão é séria
Às vezes quem não pensa, as marés o levam
Às vezes quem malda demais, a ignorância o dilacera(Antonio Ferreira)
DEVIR a ser,
Sendo,
É.
Espaço entre linhas escritas,
Sirius.
Bardo de serenos olhos,
Brando.
Astro luzente,
Na constelação do canto direito da tua face.
Verdes avindo,
Nos lírios límpidos,
Adentro,
Agudo,
Aorta.
No latíbulo cerne,
Eixo central,
Minha utopia poética,
O meu amor.
18/06/2018
Bom dia
Em clima de seleção,
Tá demais se partir para nova decepção.
Brasileiro é tido como sofredor, mas não se separa do clima de sofrência.
Às vezes usa o alibi do sofrimento para esconder as próprias deficiências.
É bem "tipo brasileiro", tem que pagar para ver, se deixar rolar, relaxa.
Só no blá, blá, blá não dá para crer.Tem que ser no "toma lá da cá"!
Time que vence é time de constelação e não apenas de estrelas isoladas,
tem que haver união, caso contrário deixa de ser time e só milagre para resolver.
Bem...,
Com seleção ou sem seleção a vida continua e os compromissos não esperam é igual carnê das Casas Bahia,
não honrou na data lá se vai juros, multas e outras "tretas"(lista de devedores).
Sentar e chorar não resolve!
Então...,
O negócio é "partir para a vida com resolução e se superar com determinação!"
Bom dia efusivo!
"Com muito calor nos embates e, que no final não hajam simplesmente vencedores e perdedores,
mas aprendizes de toda lição que a vida tem a oferecer,
num galanteio de baila e amor!"
TRILHA
Não quis ser estrada asfaltada
Desisti de ser trilho
Resolvi ser uma trilha
Sem saber aonde vai dar
Emaranhada
Sinuosa
Quero ser chão de terra
Barro seco
Que bebe cada gota de chuva
Se alarga
Se estreita
Se transforma
Desobriguei-me da obrigação de ser perfeita.
Amor,
O que é amor?
Em suas diversas formas, como dor
Eu queria saber o que significa
Uma emoção?
Uma reação!
Logo que devemos sentir
Ou expelir?
Eu nunca fui amado
Talvez porque não fui suficiente
Para que ser?
Se nem eu posso me ver!
A dor que me corrói
É simplesmente a mesma que me destrói
Como um vento
Vou com o tempo
E sempre que sou deixado para trás
Sem me questionar, me pergunto
O que significa amor?
Expande, contrai,
Liberta, aprisiona.
Consciente Onipresença,
Inconsciente presença.
Oh! Viajor, aqui estou
No seu: EU SOU UM com o TODO CRIADOR.
Que fazes de teu livre arbítrio? Em que te comprazes ainda?
Liberta-te dos apegos ilusórios que te cegam para o verdadeiro sentido da vida: o Incondicional e imortal Amor.
Solitário, solidário.
Eis a jornada luminosa e edificante do navegante.
Embarca só e
Desembarca só, em meio ao mar da vida,
Que o convida como tripulante à pilotar o veleiro ao destino certeiro da Luz, não olvidando de ser solidário aos que na nau conduz.
Solitário, solidário.
Eis a jornada luminosa e edificante do navegante.
Lágrimas salgadas, Gotas de Prata
Escorregou magoada e aos poucos foi secando.
Não se sabe se foi por não ser mais amada ou por não estar mais amando!
Talvez por ser a personificação da saudade gerando nela uma forte emoção,
Não sei, mas sei que ela nasceu nos olhos e se petrificou no coração!
Foram de olhos doces que surgiram as gotas salgadas.
Olhos de um rosto meio triste, de uma face meio amarga!
Lá da alma foi possível ouvir um grito ecoar
E eu não pude ficar inerte a vendo sofrer e chorar.
Abrace-me forte, usa-me como teu abrigo,
Serei teu lugar oculto e estarás segura aqui comigo!
Não posso arrancar de você toda essa dor,
Mas o poeta disse: “só quem cura um amor é outro amor!”
Quero ser teu guia, a bussola que aponta teu norte e mostra teu Sul,
Deixa-me ser teu rumo certo, o Sol que ilumina esse teu olhar azul!
Seria mentira se eu te dissesse que você não mais iria chorar,
Mas eu lhe prometo estar perto para que não as deixem derramar!
Suas lágrimas são preciosas demais para não ser amparadas,
São adornadas com pingos de prata e não podem ser desperdiçadas!
Juntarei gota por gota,
Assim poderá regar o seu jardim.
A sua alegria é minha força
E suas lagrimas guardarei em mim!
Igor Improtta
Amor amigo
Sei que não dá para falar de amor quando se quer falar de solidão...
Sei que não dá para falar de alegria quando é a tristeza que paira no coração!
Sei disso, por isso ofereço minhas mãos para te ajudar...
Ofereço-me a estar com você, ofereço-me para te amar!
Deixe-me deitar ao seu lado e respirar as suas lágrimas quando você precisar ampará-las...
Deixe-me sentir sua dor junto com você já que não posso arrancá-la!
Deixe-me ser o alguém de quem você precisa,
Deixe-me ser o motivo de sua felicidade!
Deixe-me ser o sorriso de sua alegria...
Deixe-me te mostrar como é amar de verdade!
Sua felicidade será a minha felicidade...
Seu lindo sorriso de alegria será sua reciprocidade
Vou responder-te só com um sorriso mutuo e demonstrar o que sinto!
Pois o meu amor ele é muito mais que amante, o meu amor também é amigo!
Igor Improtta Figueredo
Com ou sem você
Suas atitudes não me fazem mais chorar...
Suas palavras já não me fazem mais cantar!
As canções tristes e versos melódicos, que compus pra você voltar...
Você já não me faz mais gritar, não me faz mais clamar...
Por seu nome...
Por você!
Por quem eu tanto amei.
Por quem eu tanto chorei.
Por quem eu não mais quis...
Por desistir de viver assim!
Não te amo mais e isso é um alivio!
Não te amo mais e agora posso sorrir novos risos!
Ah me deixa ser feliz!
Deixar-me ser assim,
Como eu sempre quis!
Como eu sempre sonhei!
Como eu sempre desejei!
Ser feliz assim como agora eu sou, com ou sem você!
IGOR IMPROTTA FIGUEREDO
Palavras
Minhas palavras hoje me cortam,
As escolhi como assassino escolhendo um punhal!
Mesmo sabendo que as palavras que ferem um dia voltam,
Escolhi dizer-te mesmo sabendo que podia fazer-me mal.
Te ver sofrer deveria ser algo bom para meu ego,
Assim eu saberia se um dia realmente você me amou!
Mas te ver sofrer me desespera, quebrou da alegria o meu elo,
Trouxe angústia e a tristeza me entornou!
Amar não é o bastante, se falta um forte alicerce!
O amor jorra de varias fontes, procure a que você merece!
Eu imploro a Deus que me ajude a resolver a confusão dos meus sentimentos...
Não sei se acredito em suas lagrimas, nas suas palavras e no triste lamento.
Não serei eu de novo a confusão da sua alma. Não serei eu o gosto ruim colocado em suas águas!
Prefiro estar onde estou... Um dia eu encontro um novo amor.
Eu estava de olhos fechados
Concentrada e feliz
Por um segundo espiei
E não acreditei no que vi
Fechei os olhos novamente
Transbordei de alegria
Me perco nessa mania de querer
O impossível
Será irreversível?
Pois que se mantenha distante e invisível
O que eu não puder tocar.
Caraminholas na cachola
Imaginação admirável
Bom humor impecável
Sonhos (im)possíveis
Realizações
Emoções inocentes
Sensações ardentes
O famoso “contentamento descontente”
Em uma fração de segundos
A mudança de uma vida inteira
Expurgar
O poeta tem que expurgar de si tudo o que lhe atrapalha...
Como tocar fogo na palha, do que resta do capim,
Explodir a sua ultima granada, se for preciso assim.
Se assim não for ou se for algo mais,
Não mais será o poeta e o escritor tão voraz!
O meu único problema é expurgar o que me atrapalha
Já que é você, minha amada, que não me deixar escrever!
Para ser poeta eu teria que também ser um pouco triste,
Mas a infelicidade não existe já que eu tenho você!
E sendo assim abro mão das minhas palavras,
Guardo-as em bolsas fechadas para ninguém mais ler...
Se um dia eu as abrir será para escrever a minha ultima sentença,
Pois descerei lá na arena, para com a morte lutar!
E se não for por isso, um dia abro e te digo,
Não mais amo quem tanto eu vivi a amar!
Tudo o que eu escrevo pode não acontecer,
Pois, meu amor, eu sou poeta e eu nasci para escrever!
IGOR IMPROTTA FIGUEREDO
E digo a quem fez a justiça, condenando meu amor por ti...
Por tua razão não fui julgado, eu confessei ter errado!
Só por ter amado e cravado seu pensamento com tanto amor assim!
Hoje eu senti o teu toque...
Mesmo sem ele na real presença em mim!
Sei que foi à necessidade que tenho do teu toque,
Lembrando que não posso esquecer-me de ti!
Sabe...
Não quero falar sobre saudade,
Já que inerente é esta desmedida vontade...
(De você!)
Sabe... Não tem pra que dizer que te quero de verdade,
Nem dizer o sabor dos lábios da tua face,
Do que é mais magno em você!
Não preciso mais afirmar,
Nem com grandiloqüência lhe dizer!
Já que claro e cristalino é que sem ti não sei viver!
Falo sobre você, dormindo,
Falo sobre você rindo...
Lembrando das doces loucuras de você!
Falo de você sentindo...
Falo de você quando estou indo,
Ou quando vou embora de você!
Lembro de você sorrindo...
Lembro de você partindo,
Lembro das voltas de você!
Poetizo quando eu não te vejo...
Poetizo quando eu mais te desejo!
Ou quando simplesmente estou perto de você!
Não te amo só quando te escrevo...
Eu te amei em pleno desespero!
Todavia te guardei em meu peito,
Naquele lado esquerdo, onde mora você!
Perdendo-me em bobas palavras
Pedi a Deus que fosse ti, a minha namorada,
Que fosse a minha amada, a amada que nunca irei esquecer!
Ate agora nada pode me impedir...
E faz-me rir,
As barreiras que me impedem de ver a ti!
Depois te todas as palavras,
Deixa eu te dizer e faz-me ouvir...
Que eu amo a ti, tu amas a mim!
CANÇÃO ILUSÓRIA
No mistério do cerrado
estórias e mais contos
E, nos contos, alados
e, nos alados, pontos
nos pontos narrativa
e, elas, em confrontos
entre a quimera e o real
no voo da imaginação viva...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
ITINERÁRIO
Ainda deslizam fantasias pelos
meus cansados, tristes dedos,
na saudade vã do passado,
em copioso senso alienado.
Todos os dias ainda presente
no pensamento descontente,
a insistente dor na inspiração,
ó doidivanas e dura sensação.
Não sou mais do que um peregrino
viajante solitário no meu destino,
que a sorte me guia de mão dada,
pelos devaneios da vida, mais nada...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
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