Poema Azul
Um novo dia que se chama domingo...
Acordo para ver o céu azul
Sozinho em um banco sentado
Olhar perdido ao horizonte
Não é preciso dizer nada, permaneço calado
Pois em mim mora pensamentos infinitos
E mesmo não tendo um bom amigo ao lado...
Continuo sonhando que no próximo domingo seja mais bonito
Sobre a pia da cozinha azul estavam dois pratos na casa de uma menina onde escritos em sua identidade - solteira - e jurava de pés juntos que sua idade era menos 5 números "inventados" pelo documento.
Com a cozinha vazia, porta do quarto fechada e - sem querer - portal da entrada aberto. Morava na capital, por segurança era com três trancas na porta que se podia descansar em paz,porém era de se perceber que a distração foi tanta que nem encostar a porta foi possível.
No quarto os lençóis estavam embolados, mas a algum tempo estavam frios e sozinhos. O chuveiro estava ligado, e seus corpos se entrelaçavam em baixo d'água. Reparando novamente nas pias, nesse banheiro havia apenas uma única escova de dente, o que dava a entender que aquilo "envolvido" no boxe não era o que se chamava de um casal.
A imagem que acabava embaçada era refletida em um espelho imenso que faz qualquer um achar defeitos em si. Mas, ali estavam dois perfeitos. Um para o outro, mas infelizmente o destino traçado nem sempre é cumprido, ali se amaram, mas não se amariam para sempre.
O céu é tão azul
Ele é tão leveque te conduz
te da conforto
para pensar na vida,
ti da paz para admirar o quantos és bela a natureza!
ti da principios para lutar,
ti da força para amar,
para sofrer e se apaixonar
A PUREZA ME LEVA PELO MAR A PROCURA DE UM AMOR PARA ME AMAR
Hoje estou feliz, mais feliz que o normal.
Hoje o céu esta azul e isso me anima muito, me anima
a escutar aquelas músicas que me fazem de lembrar
de momentos felizes e pessoas boas.
Assim como eu, o céu também tem seu bom-humor, a
diferença é que o meu humor depende do dele.
Ah! Como eu queria ser o mar, o céu azul e as estrelas. Tudo aquilo de mais belo que existe. Também queria ser aquelas flores que vc colheu no jardim e ser também aquela garota que você sempre oferece flores.
Queria ser aquelas folhas que caíram sobre seus lindos cabelos castanhos.
Também queria ser aquele brinquedo mais engraçado, no qual quando você olhasse, eu poderia ver brotar um sorriso dos teus lábios...
Ponto Belo - ES - 14/10/1985
Clareou o mar, o sol desceu na orla
correu no azul dos olhos dela,
teceu à renda a mão ,
a mesma mão que guarda a ilha
E o tempo em nós, sagrado saber
qual mar que nos une até o fim do mundo
e constrói aqui um só continentes
Psiu!
Sente?
Sente sim...
Olha essa chuva que cai...
Olha o céu q vem logo atrás
Olha esse azul!
Vê a força que você não pode controlar
É a vontade do mundo
É a ação e a reação
É o sim pelo não
?
Não, é apenas o seu coração.
Volta pra casa.
Sente, olha e vê.
O que é?
É lindo...
É a vida, a sua, a nossa...
A deles, e de Deus, e dos deuses
Lava... passa e solta
Sorria...
Vê, olha e sente.
É apenas você.
Você pode escutar?
O barulho é familiar...
É a tua alma que toca algo puro
Limpa, organiza, e semeia
Desbloqueia.
Olha, sente e vê essa chuva
Psiu...
Repousa nas suas emoções...
E sempre que precisar
Escuta a chuva,
Pois ela te escuta.
O sol sob o céu azul
O brotar da grama
O verde vivo das folhas
O brilho chamativo das flores
Às formigas nos seus corre corre e etc...
Ha um chamado da natureza furiosa e gritante.
Com todos os seus batimentos cardíacos.
Devorada a tarde azul pelo laranjado solitário
Em um instante um reflexo-memoria; lembranças da pele clara é tão bela...
Caísse o sol no poente horizonte ouro,a tarde dolorida vermelho aquarela
Impiedosamente a noite engole o dia em um céu baunilha
Desperto sobre a luz da lua desaparecendo eu e o dia no horizonte traumático solitário a luz se dobra sobre o mar, opaca tão desigual
Em lamento minha alma suspira o coração inquietude nesta tarde tão tétrica
No estalo do sol sobre rocha um lamento fel
Você não retorna, a noite vem só...
Nas partículas turva sublinhadas meus olhos desamados em um estandarte mortal
Nas alamedas sinuosas produzo ventos em silencio segredos imparcial no escarnio do prazer laminados
By Charlanes Oliveira santos
Meu rosto abissínio cafrino meus olhos teleguiados a redes móvel e azul esverdeado seleciona as estrelas no manto prateado e sua boca ardente desce... ácidos málicos mel e fel tédio se desfazendo melancolia na frenesia que cuida como morfina...
Seu corpo calmo e claro paraíso para esquecer a triste neblina
Viscoso som de olhos verdejante que flui e reflui olfato sugando sua franjas suor e renda vermelha nas bordas raro fórmula que peroliza em sua goela nácar, e me adornar de lampejos de seu ser
Estéril zelo da luz que vai cerrar seus olhos
em silêncio florido... amor vozes e ecos dos sentimentos vão ficar preso etéreo o eterno curtindo no éter almas enluta
Nem inverno prateando ao luar a névoa, a mesma escuridão que nos assombra...
Poesias e escrita tão pungente segredo que transcendente obscura a pedra refulgente que mina a vida... naquela vida rotineira de riquezas amassadora, a incerteza filtro da mascara deste sepulcro caiado e agora os vermes que lambe ti e não sobrou nem seu magro vulto
Sombrio, em ruidoso rígido tumulto
E todo fim tropel de pensamentos em clamor exaltando sem pode escolher de novo
E a vida se esvai escorrendo gota a gota e os olhos empoeirados sem ver a areia escorrendo no frasco frágil da ampulheta
[Céu Azul]
Céu azul por toda a minha mente
Vejam só, as coisas lá em baixo na calçada
Não parecem as mesmas desde sempre
Agindo de forma muito engraçada,
Eu realmente não sei por qual motivo
Por favor! Me dê licença enquanto eu beijo o céu,
Agora não sei se estou descendo ou subindo
Porque ficou tudo azul, meu Deus!
Mestre, estou feliz ou em miséria?
Seja lá o que for, aquela Mulher me enfeitiçou,
Socorram-me, socorraM-mE, lá na vela
Tudo o que você precisa é amor,
Colei o céu azul nos meus olhos
Com isso, não pude saber se era dia ou noite,
Alguém chegou assoprando minha mente
E saiu de passo leve como o vento,
Doutor, isso é amanhã ou só o final dos tempos?
Quem sabe,
Socorram-me! Sim! Venham conhecer!
Diga-me! Diga-me!
Minha Alma...
Tropecei em uma pedra azul chamada destino!
Com o tombo que levei, arrastei em meus caminhos.
A água de muitas lagrimas! Que às vezes pensei ser vinho.
Embebedei com o álcool que eu mesmo bebi sozinho...
Ao levantar vi a pedra, pedaço do céu no chão.
Ou talvez por entre as margens do mar que agora é sertão
A pedra que me machucas! Podes chamar coração!
Ou mesmo a infelicidade, que o homem a tem por irmão...
De todas nossas certezas, uma se vê em razão.
O ser que às vezes amamos, ou que por nós tem suas paixões
Às vezes podes ser pedra, azul ou mesma marrom
As cores ficam na alma, os amores nos corações...
Do azul do céu que hoje brilha, às vezes já o vi marrom
Tem dias que amanheço, só com a alma! E sem coração
Outras tardes anoitecem nas loucuras das paixões
Nas madrugadas da vida! Amores sem soluções...
Sentado! A olhar o mar! Espumas esparramadas
Na alma o vazio fundo, que com o mar se compara.
Entre o céu e o inferno! Ás vezes a alma paira
Escolhendo seu caminho! Desce-se, sobe, ou como a minha! Ela para...
(Zildo de Oliveira Barros) 23/05/12
Sonho
És tu que estremas de ouro
o crepúsculo da manhã.
E cobres de estrelas
O infinito azul da existência humana.
'PROSAICO'
Linhas trançadas e o azul meio amarelado amorna o infinito.
Acima das águas turvas, acinzentada com as mãos entrelaçadas no medo. Tenta gritar, mas ele afugenta-se.
Direciona-se à alma, espetando o sol sem reflexo.
Mutilado em pensamentos, o azul subterrâneo transforma-se ...
E a pausa, agora loucura, fez-se revoada.
O trilhar da esperança, face oculta dos sonhos, deixa a clarão do rosto sombria.
E a fantasia da felicidade, fez-se gelo.
Escorregadia rumo à mãe terra, esfacelando-se no ar.
Voltando de onde outrora saiu medonho.
É assim que direciono o teu rosto: prosaico e sem flores.
O céu de um azul perfeito.
Nós últimos dias estive pensando em como seria voltar no tempo. Acordar em um simples dia é ver minha amorosa mãe, ouvindo os sons de instrumentos musicais de sopro. Fazendo seu Maravilhoso bolo de cenoura, com o leve gosto de Manteiga.
Sinto falta da minha Infância. Quando eu apenas Sentia o doce cheiro de frutas maduras, e tudo estava bom.
Sinto falta de sair correndo pelos campos, com pequenas gotas de água, caindo em meu corpo, e o cheiro de terra molhada que tanto me alegrava.
Eu amava Deitar Debaixo das Árvores de Carvalho Branco, e ficar olhando o céu de um azul perfeito. Com aquela maravilhosa luz débil, de cor azulada.
O céu está azul, de repente escureceu e vem um tempestade na sua vida, lembra que depois da tempestade v a Bonanza
Paz e amor !!!
Autor desconhecido
Mar de açoites esverdeado transparente
No céu azul, lençol meio rasgado
Tal juras estelares na expansão quente
Estrela cadente cai no abismo, é passado.
