Poeira
A CADA DIA PRECISAMOS NOS REFAZER, SACUDIR A POEIRA E COMEÇAR DE NOVO,TALVEZ SEJE DIFERENTE DESSA VEZ.
Dust In The Wind/Poeira Ao Vento - Kansas
I close my eyes
Only for a moment and the moment’s gone
All my dreams
Pass before my eyes, a curiosity
Dust in the wind
All they are is dust in the wind
Same old song
Just a drop of water in an endless sea
All we do
Crumbles to the ground though we refuse to see
Dust in the wind
All we are is dust in the wind
Don’t hang on
Nothing lasts forever but the earth and sky
It slips away
And all your money won’t another minute buy
Dust in the wind
All we are is dust in the wind
(all we are is dust in the wind)
Dust in the wind
Everything is dust in the wind
(everything is dust in the wind)
Eu fecho meus olhos
Somente por um momento e o momento se vai
Todos os meus sonhos
Passam diante de meus olhos, curiosamente
Poeira ao vento
Todos (os sonhos) são poeira ao vento
A mesma velha canção
Apenas uma gota d'água num mar sem fim
Tudo o que fazemos
Desmorona no chão, embora nos recusemos a ver
Poeira ao vento
Tudo o que somos é poeira ao vento
Não fique esperando
Nada dura para sempre, exceto a terra e o céu
(tudo) desaparece (evanesce)
E todo o seu dinheiro não comprará um (outro) minuto
Poeira ao vento
Tudo que somos é poeira ao vento...
(tudo que somos é poeira ao vento)
Poeira ao vento
Tudo é poeira ao vento...
(tudo é poeira ao vento)
Esta música marcou minha infância e adolescência.
Considero-a uma das mais fantásticas letras de música/poesias já feitas. Simples e completa...
Sugiro que a ouçam na Internet.
Abraços!
CARÊNCIAS
Caminho, neste instante,
no deserto das palavras
carregando a poeira dos poemas
e o vento da falta de sentimentos.
O céu está cheio de estrelas,
mas nenhuma a mim pertence
Nem a lua, nesta noite,
pode ser minha confidente.
Estou abandonada na estrada,
sem caminhos, sem moradas
para desespero de minha alma
que não consegue ficar silente.
E neste marasmo imponente
pareço uma bêbada sem rumo
contorcendo o corpo de ressaca.
Careço, neste momento, do alento dos movimentos
das doces e leves loucuras dos dias efervescentes
e até uma estrela cadente,me é suficiente
para preencher a minha madrugada vazia.
No fundo, CAREÇO DE POESIA.
Mario Quintana, o vento é livre! Quando quer ser colorido o vento levanta poeira e balança qualquer paleta de cor. Pergunte ao mar e a Rita Apoena
Tire a poeira da vida morna dos olhos e experimente deixar o vento lubrificar suas lentes...
E quando estiver a caminhar por alguns desses atalhos que o tempo e o destino se encarregam de marcar...
Não se esqueça, se der de cara com aquela alma florida que te deixa em êxtase...
Que te toca a alma como uma linda melodia tocada por um violão...
Que te toca a mente como uma linda paisagem da qual você sempre quis estar...
Que te toca o coração como num filme de romance, daqueles que te arrepiam e te fazem faltar o ar...
Se entregue, pois essa pessoa é a essência que faltava para seu jardim ser completo.
A verdade é como poeira que fica circulando pelo ar. Às vezes só se enxerga quando há uma fresta de luz entrando pela janela.
O dia em que os esdrúxulos olharam para o nada, e do nada colhiam poeira, que com a brisa carregava as cinzas do senso da sabedoria.
O que resta para nossas vidas é apenas a poeira que fica pesa em nosso sapato, e que é o que resta de alguém que já se foi...
solidão
O vento brando
poeira sutil
poesias decrescem numa vida senil
a solidão que permeia os cômodos
tomam de lágrimas minhas melhores lembranças
o tempo de outrora, melancolia iminente
a voracidade dos impulsos, vastidão inexistente
um homem solteiro
antes de tudo sozinho.
NO PRETO E BRANCO
Um romance de amor na parede
em moldura de um tempo sem cor
à poeira que queimou nosso verde
um amor que a prisma registrou.
Os abraços e beijos...
No branco, e no preto ficou
os desejos e ensejos
suspenso na parede... Amarelou.
Flores e jardins, no chassi, estão cinza
E o arco-íris...
Um surreal preto esvoaçado no ar.
Pássaros sob espaço
chuva de risco
lágrimas pontilhadas
olhos de carvão...
Água branca para matar a sede
venha menino...
Vamos com essa vida rindo
Me de a sua mão.
Antonio Montes
O TOPO
Estrondo no topo
olhares para o morro
é chuva apagando poeira
é agua despencando na ribanceira
Os bêbados...
Estão todos encharcados
Os relâmpagos...
Com seus pontos e encantos,
correm costurando as nuvens
tudo sempre foi como esta.
Maria pra que falar mal...
Corra, corra! Corra...
Vá recolher as roupas do varal.
Antonio Montes
A vida é assim...
Tropeços, quedas, machucadas...
Sacudir a poeira, sarar as feridas...
E seguir em sempre.
Eu sou uma poeira, e tem um grande aspirador de pó chamado "Tristeza" me sugando, e eu não posso e nem consigo lutar..
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