Plano
Quando entendemos o plano de Deus pra nossa vida, vemos que nosso passado é a chave pra destrancar a porta para o futuro que ele planejou.
No plano interno, os países colonialistas enfrentam contradições e reivindicações operárias que exigem o emprego de suas forças policiais. Além disso, na atual conjuntura internacional, esses países necessitam de suas tropas para proteger o regime. Enfim, conhecemos o mito dos movimentos de libertação dirigidos a partir de Moscou. Na argumentação apavorada do regime, isso significa: "Se as coisas continuarem assim, os comunistas vão acabar se aproveitando desses tumultos para se infiltrar nessas regiões".
” Eu prefiro falar da morte porque ela sempre está no fim do plano, a morte me persegue quando eu ando, a morte me persegue quando eu acordo, a morte sempre persegue quem amo, a morte sempre persegue tudo que eu construo, no final e por isso que eu destruo, porq tudo que eu faço eu faço com vida”
Como vemos, as carências da burguesia não se manifestam unicamente no plano econômico. Tendo chegado ao poder em nome de um nacionalismo limitado, em nome da raça, a burguesia, a despeito de declarações muito bonitas na forma, mas completamente desprovidas de conteúdo, manejando numa completa irresponsabilidade frases que saem em linha direta dos tratados de moral e de filosofia política da Europa, vai demonstrar sua incapacidade de fazer triunfar um catecismo humanista mínimo. A burguesia, quando é forte, quando dispõe o mundo em função de seu poderio, não hesita em afirmar ideias democráticas de pretensão universalizante. É preciso que essa burguesia economicamente sólida sofra condições excepcionais para ser forçada a não respeitar sua ideologia humanista. A burguesia ocidental, embora seja fundamentalmente racista, consegue, na maioria das vezes, mascarar esse racismo ao multiplicar suas nuances, o que lhe permite conservar intacta sua proclamação da eminente dignidade humana.
A burguesia ocidental instalou barreiras e grades suficientes para não temer de fato a competição daqueles que ela explora e despreza. O racismo burguês ocidental em relação ao negro e ao bicot é um racismo de desprezo; é um racismo que minimiza. Mas a ideologia burguesa, que é a proclamação de uma igualdade de essência entre os homens, empenha-se em permanecer lógica consigo mesma, convidando os sub-homens a se humanizarem por meio do tipo de humanidade ocidental que ela encarna.
O racismo da jovem burguesia nacional é um racismo de defesa, um racismo baseado no medo. Não difere essencialmente do tribalismo vulgar, e até das rivalidades entre çofs e confrarias.
O humanismo disfarçado de cristianismo fala de evangelho, mas coloca Jesus Cristo em um plano periférico. Quando São Paulo diz: “tudo posso naquele que me fortalece” o cristianismo humanizado com uma dose moderna de antropocentrismo pode até repetir o mesmo pensar, mas a mente entenebrecida interpreta assim: tudo posso, o que vem depois não me importa.
Cristocentrismo ou antropocentrismo?
Rever é bom e se mover nesta direção é melhor:”prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (São Paulo - Fp 3.14)
A Fé no ETERNO e na eternidade é a melhor opção. E se não for como cremos, por mudança de plano ou por má interpretação?
- Não haverá frustração, porque sem plena consciência não há recompensa, tampouco condenação.
Projectar o futuro é projetar ou preparar o melhor que podemos ser.
Assim como o plano de negócios é essencial para as empresas o planejamento pessoal é essencial ao desenvolvimento humano.
Devemos crer no projecto para não alcançar o que não foi desejado.
VIDA LIPADA
Acorda cedo
Convicto e determinado
Ou indeciso
Confuso e indefinido
Com um plano furado
De tentar fazer bonito
Correndo, errado
Sem medo
Da incerteza e da dúvida
Na loucura
Sem pretexto
De escrever o texto
E com astúcia
Derramar o medo
Dentro do cesto
Sem embaraço
Seguindo o rastro
Corajoso e destemido
Descuidado
Esquecido do perigo
Mas com respeito
Pra não perder a bravura
E com efeito
Bater no peito
E dizer com jeito:
Debulha, debulha, debulha...
Dentro do mato
Subindo o morro
Como um macaco na selva
Subindo o galho
Saltando solto
De árvore em árvore
Dentro do mato
Subindo o morro
Fazendo trilha
Sem ter um mapa
Andando solto
Chegando em Nárnia
Seguindo em busca
De uma aventura
De manhã, de tarde e de noite
No sol e na lua
No seco e na chuva
Na certeza e na dúvida
Sem dar desculpa
Um guerreiro sem arma
Um tigre sem dentes
Um guia sem mapa
Um cabeleireiro sem pente
Um açougueiro sem faca
Um óculos sem lente
Um fotógrafo sem máquina
Um cupido carente
Vida Lipada
Não se prende a planos
Segue sempre no agora
Junto com os lipanos
Sem perder a hora
Sem dar o cano
Sair do nosso plano de vida aqui sem a sensação de que realmente vivemos, deve ser uma dor maior do que a angústia da partida.
Você não precisa ter medo da morte. Não é um fim, mas um renascimento pra outro plano de existência.
Havia os sentimentos comuns, como a separação ou o medo, mas continuavam a pôr-se em primeiro plano as preocupações pessoais. A maior parte era sobretudo sensível ao que perturbava os seus hábitos ou atingia os seus interesses.
Da mesma maneira que fé sem obra é morta, metas e sonhos sem um plano definido, sem ação, também são mortos.
Coragem não é alcançar o que é impossível
Nem fazer do pensamento positivo o plano
Isso é loucura, é fé imatura, coisa incábivel
Coragem é apenas a própria intuição seguir
É a audácia de pegar o caminho do coração
É seguir sozinho aonde só você pode sentir:
- Seu silêncio conhecer
- Bem lá dentro de você
- Sentir o coração dizer
É ter capacidade de ouvir o soar do vento
No mundo cheio de covardes barulhentos
O corajoso campeão aceita o próprio coração
E, destemido, segue a música da sua intuição
Não tenha medo de mudar. Mudar de plano, de opinião, de conceito, de escolha, de sonho, de trabalho, de curso, de casa, de vida... Mudança não é sinal de fraqueza, mudança é sinal de inteligência!
