Pessoas que Conhecemos
Conhecemos os amigos pelas suas atitudes e não por suas palavras, pois a amizade se constrói na prática e não na teoria.
A amizade não esta em uma grande multidão, não conhecemos nem a si mesmo com plenitude, quanto mais uma multidão que nos cerca com muitas gargalhadas e dizendo que nos ama.
Será que de fato nos conhecemos? E por quantas vezes nos faremos de tolos ao nos doarmos em nome do amor e da amizade?
Por anos achamos que estamos caminhando lado a lado e inesperadamente descobrimos que nunca estivemos do mesmo lado, apenas fomos usados de apoio ao longo do caminho. E palavras medidas de forma carinhosa agora lembradas como calculadas por de trás de interesses se tornam ríspidas e agressivas porém finalmente honestas. Então descobrimos que de fato tudo foi em vão. Oferecemos da nossa própria moradia, do nosso próprio alimento, recebemos de braços abertos na nossa vida e no nosso coração. Fomos atenciosos, amorosos, companheiros dedicados e leais. Engrandecemos seus egos com tamanha demonstração de afeto. E mesmo assim, infelizmente, somos tratados de forma injusta, leviana, e nos sentimos traídos, porque tudo que fizemos além de não ter sido recíproco foi ignorado com uma enorme ingraditão.
Descobrimos que quem supostamente caminhava ao nosso lado, estava do lado oposto e hoje demosntra desrespeito, repúdio, egoísmo, maldade, arrogância e incapacidade de amar...
Então me pergunto. Até onde nos conhecemos?
Quanta inocência acreditar que conhecemos alguém pelo que diz, posta ou pública. Só sua consciência pode te julgar, uma vez que seus pensamentos mais perversos, profundos e íntimos, nunca são ditos
Nós somos quem conhecemos, Nós valemos o que temos na sociedade de hoje infelismente é o que provemos...
Recordação
Eu as vezes fico lembrando de como nos conhecemos.
Você, cabelos curtos e lisos, calça justa, blusa solta,
uma boneca.
Teus olhos eram doces,teus cabelos castanhos.
Tamanho, eras baixinha um metro e meio talvez tivesses,
um jeito sério, mas não eras séria nunca, brincavas
muito com todos, eras social, e alegre.
Assim te vi, assim te quis, assim te quero até os dias
de hoje.
Teus cabelos,não são mais curtos,e os brancos tens que
esconder.
Baixinha ainda és, séria nunca vais ser, ainda brincas
bastante, só que agora com os netos.
Continuas social, deixastes as calças pelas saias,das blusas
ainda gostas, és linda de qualquer jeito.
O meu querer é o mesmo, acho que ainda maior,te vejo como
te via, moça de olhos meigos, amor de há muito plantado,
continuas o sonho que eu sempre quis pela vida ter levado.
E hoje juntos levamos, o que de bom pelos nossos caminhos,
foi colocado.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Existem problemas na vida é verdade,alguns bem difíceis, mas quanto conhecemos a Deus, temos, além da certeza que vai passar ,o sentimento de uma vitória que foi avisada pelo próprio Deus.
Portanto, como não conhecemos o que é o original de Deus, tentamos buscar esse original num homem inventado, num homem de ficção, e a busca da perfeição se faz a partir da realização dos ritos nos campos da
política, religião, arte e cultura e, mais tarde, nos meios de comunicação.
Cada lugar novo que conhecemos de beleza natural, aprendemos como os humanos jamais terão uma beleza tão natural assim... aliás são raros ‘
"Quando conhecemos o inimigo e natureza da sua luta, a vitória sobre ele vem da verdade que nos serve de escudo."
"Quando conhecemos realmente um ao outro, até o silêncio diz o que as palavras não foram capazes de nos dizer."
Lenilson Xavier (lexgrafia 20/06/2017)
Todos conhecemos os céticos.
Eles pedrificaram seus sentimentos.
Criaram uma defesa amarga.
Rejeitam qualquer nova doçura.
Tudo pelo medo de sofrer.
Ninguém é feliz com medo!
A autopiedade é um dos mais infelizes e desgastantes defeitos que conhecemos. É um entrave a todo progresso espiritual e pode interromper toda comunicação eficiente com nossos semelhantes por causa de sua excessiva exigência de atenção e simpatia. É uma forma piegas de martírio no qual nós nos damos ao luxo, doentemente.
