Pessoa Triste
Na dança das emoções, um triste giro,
Transformei amor em ódio, suspiro.
Cruel destino, caminho incerto,
Enterrar o afeto, num túmulo deserto.
No coração, flores murchas de um passado,
O amor que vivia, agora sepultado.
Despertei o ódio para libertar,
A dor que sufocava, era hora de acabar.
Cortar os laços, desfazer a trama,
Doce amor agora na lama.
Sepultei sonhos, enterrei o querer,
Para renascer, preciso esquecer.
No solo do adeus, planto a saudade,
Memórias desfeitas, na escuridão da verdade.
Ódio, um veneno que liberta a prisão,
Do amor que se foi, na última estação.
E nesta data mais do que especial, te desejo duas coisas.
Tudo e nada.
Nada que te faça triste e tudo que te faça feliz.
💖💖Feliz Dias das Mães💖💖
A chegada do momento da inutilidade traz consigo a triste realidade do descarte, sujeitando-nos a uma medida dupla e relegando-nos ao papel de bodes expiatórios, sem a oportunidade de sermos verdadeiramente ouvidos. No isolamento, guardamos dentro de nós as palavras não ditas, as visões não compartilhadas e as emoções não expressas. No entanto, mesmo diante do julgamento sem uma verdadeira escuta, é crucial lembrar que a culpa imputada muitas vezes é injusta e irracional. Devemos buscar forças para transformar essa profunda e dolorosa
Finados...
Hoje não é dia de ficar nem triste,
Nem depressivo, não esquecer
As pessoas que se foram
E sim de aprender a valorizar quem está vivo!
Edvan Pereira "O Poeta"
A maior alegria de satanás, é ver você triste e depressivo, mesmo em grandes vitórias, o grande regozijo de Cristo é ver você alegre, mesmo nas grandes dificuldades e aflições.
Fico triste em saber que o amor de meus sonhos, vive triste, incompleto, em sobreviventes suspiros por esperança, por que ainda não nos sorrimos por olhares e não nos conhecemos.
Um pouco alem da dor da solidão vem o triste abandono com um único possível amargo remédio veneno. Escolher generosamente uma direção para dar em dobro o que nunca se teve, não julgar o mérito e se submeter.
Não é ficção e sim realidade vergonhosa e triste do estado cultural brasileiro que muitos dos maiores e mais importantes baluartes de nossas artes e de nossas culturas tenham que chegar ao final da vida enfrentando abandono, grande miséria e fome, dependendo exclusivamente da boa vontade, caridade de alguns fieis amigos e da realização de shows beneficentes.
Choro e fico triste sempre pela morte das crianças inocentes e das grandes almas mas diante aos adultos e velhos que não foram grande coisa nem boa pessoa em vida não derramo uma gota de lagrima se quer. Nem pelo dito cujo e muito menos pelas famílias e pelas comunidades que viverão alegres agora pois afinal ficaram livres dos desgraçados.
Vivemos em uma triste época da cultura da criação com uma amarga cor, pouca luz e um calor minuano como o atrofiado movimento artificial de muitos pintores entre o não dialogar quase inaudível de poucos artistas e o nosso tempo.
