Perigo
O perigo de falar em nome de Deus sem sua aprovação.
Vivemos tempos em que muitos usam o nome de Deus para justificar suas próprias ideias, manipular os outros ou ganhar prestígio. No entanto, a Bíblia deixa claro que Deus abomina aqueles que falam falsamente em Seu nome. Em "Jeremias 23:31-32", Ele condena os que dizem "O Senhor disse", quando na verdade Ele não falou.
Essa prática é perigosa por várias razões. Primeiro, desonra a santidade de Deus, apresentando-o como cúmplice de mentiras. Segundo, engana pessoas sinceras que confiam no que ouvem, desviando-as da verdade. Por fim, atrai sobre quem pratica tais coisas um severo julgamento, como nos alerta Hebreus 10:37: "Aquele que vem virá, e não demorará."
Deus é justo e virá julgar cada palavra e atitude. Por isso, precisamos ter reverência ao falar de Sua vontade. Antes de dizer "Deus mandou", pergunte: isso está alinhado com a Palavra dEle? Foi realmente inspirado pelo Espírito Santo?
Seja um canal da verdade de Deus, e não um agente de confusão. Lembre-se de que, no final, todos prestaremos contas ao Justo Juiz. Que nossa boca seja instrumento de edificação e não de engano.
O verdadeiro perigo não são as redes sociais, mas sim a tentativa desesperada de silenciar o povo para manter-se no poder sem enfrentar críticas.
Avisos de perigo não improvisam, eles se mostram no caminho, sinais são as evidências destes anúncios repetitivos, quem avisou do risco foi o amigo rejeitado que viu mas não foi acreditado.
O líder e o chefe. O apóstolo Paulo advertia sobre o perigo que todos corriam no navio em que estavam. Já o centurião fazia o papel de chefe, não dava ouvidos ao líder Paulo.
José Guaracir
Sobre os dons Espirituais John Wesley afirmou:
“Talvez o perigo seja, considerá-las muito pouco, condená-los completamente; imaginar que não havia nada de Deus neles, e eram um obstáculo à sua obra… isso não deveria nos fazer negar ou subestimar a verdadeira obra do Espírito. A sombra não é a depreciação da substância nem a falsificação do diamante real”.
Exatamente sei, o que é cantar no deserto, e estar no território do perigo, chorar sem ter um Lenço para enxugar .
Quando se conhece o perigo pessoalmente, ele não parece ser tão assustador, como dizem que assim ele é, até porque venci meus medos, e não temo mais a morte.
E hoje por mim mesmo, eu sei que não é tão feio como se pinta, e porque também aprendi e fiquei sabendo com lhe dar com isso!
Existem momentos que corremos do perigo errado, vamos para os braços das pessoas erradas, e morremos na esperança da salvação.
Perigo doce
A cada segundo, a magia que você lançou em mim se espalha como fogo lento, invadindo cada canto da minha mente.
A cada segundo, eu te desejo mais perto.
Perto o suficiente para sentir sua pele,
seu calor,
o ritmo da sua respiração misturando-se à minha.
Olhe nos meus olhos — de perto.
Perto o bastante para enxergarmos o universo que existe em cada detalhe.
Me permita te tocar.
Te sentir sem pressa,
sem barreiras,
sem medo.
Já não posso esperar.
Nunca imaginei desejar algo com tamanha urgência.
É insaciável, é desesperado,
é perigoso.
Você despertou em mim algo adormecido.
Você me libertou.
Mas também me expôs.
E agora…
eu estou em risco.
Mas não recuo.
Porque te querer assim me faz me sentir viva.
sarcástico, irônico, beijos... babilônicos.
o tempo me ensinou a rir na cara do perigo,
criar minha cara de pau ou me acostumar sendo mais um trouxa
que cai em qualquer delírio da sociedade,
em qualquer brecha frouxa.
Roço a língua pelo ar para capturar o gosto do som que adentra meus ouvidos. Sei que é um perigo misturar os sentidos, mas sempre arrisco um pouco mais. Vale a pena e a tentativa. Sou atravessada por histórias que nunca ouvi e, apesar da contra-intuição, são meus poros e não meus olhos quem mais absorvem o que vejo. Sou feita de remendos alheios e nem conheço os nomes das personagens principais, porque, se existe algo do qual não posso me gabar, é da minha memória. Até tento, mas já descobri que tentar não é suficiente. Sou apanhada por refratários retoques das lembranças que permeiam meu cérebro. Cérebro não me parece uma palavra poética, todavia sempre me questiono se o que escrevo pode mesmo ser chamado de poesia. Não basta rima e nem sempre ela é imprescindível. Conheço gente que faz da vida uma poesia e poesia que se presta a ser gente. Fico fascinada com estas outras dimensões de nós. Somos, ao mesmo tempo, tão bonitos e tão feios, tão belos e tão asquerosos. Sinto tudo isso no paladar. De vez em quando, é mel; de vez em outra, é fel; às vezes, é sangue atravessando a garganta, cortante, dilacerando todos os sonhos, ceifando pupilas brilhantes, escorrendo mares por outras faces. Não sei, mas algo que começou com tantos sentidos, agora parece não fazer sentido algum. Eu sinto e explico, mas temo que ninguém me entenda, a não ser quem também seja assombrado por estes pensamentos à noite, um pouco antes de dormir. Sempre, sempre, sempre…
Eriec e seu silêncio...
todo mundo fala
do perigo que vem
mas quase ninguém vê
o que já mora no bolso
temem as máquinas que pensam
mas não temem os dedos distraídos
que matam em silêncio
com um “só um segundo”
o futuro assusta
mas o presente... anestesia
enquanto a vida passa
no reflexo da tela
todo mundo critica o novo
mas quase ninguém questiona o velho
que já virou hábito
mesmo quando sangra
e se o problema não for a máquina?
e se for o piloto que não olha pra frente?
ou pior — que olha,
mas finge que não vê?
porque pensar dói,
e assumir... mais ainda
então seguimos:
acusando espelhos
pra não encarar a própria imagem
Julgar com olhos vendados só faz sentido se a venda não esconder preferências: o perigo está na transparência da injustiça.
