Perdi uma grande Amiga
amiga e uma so para o resto da vida porque quando vc tem uma amiga e não a valorisa perde igual a folheto que vc pega na rua pega amassa e joga fora
AMIGA
Foi quando pra te abri a mão
Que descobri o segredo de uma amizade,
Era verdadeiro o que tinha no coração
E no meu rosto reinava uma enerme verde.
Não sabia como explicar aquele sentir
No teu rosto dava pra ver o começo do futuro,
Assim a minha vida ganhou um jeito de sorrir
Foi naquele dia que nos meus olhos perdeu o escuro.
Quando de te ganhei a confiança
A alegria foi enorme no meu peito,
Senti renascer uma nova esperança
Com aquele seu simpatico jeito.
Foi real aquilo que vi nos seus olhos
Quando me chamou de amigo,
O horizonte estendeu seus espelhos
Onde reflete cada palavra que à te digo.
Amiga, com a força do peito te chamei
E falei que pra te sinto um amor fraterno,
O meu coração batia tão forte pra ti
Quando jurei ser um amigo eterno.
Era tudo naquele dia,
E no momento em que em mim plantou a alegria.
PRA TE, MINHA AMIGA
É feliz quem nessa vida
Tem um colo pra descansar
Quem encontra uma mão amiga
Que não vá te abandonar
Quem na vida tão sofrida
Tem alguém pra lhe ajudar
Hoje uma amiga me disse: "Prefiro ficar magoada do que magoar as pessoas!"
Fiquei com aquela frase na cabeça, pois é uma frase terna, de gente doce...e eu senti que azedei!
Já passou meu tempo de aceitar que me magoem, sei lá, já deixei muita pomba sem vergonha cagar na minha cabeça. Acho que isso me tornou mais atenta, mais disposta a me defender da mira de coisas que vão me chatear, entende?
Se magoar for falar umas verdades ou não engolir sapo nem levar desaforo pra casa, prefiro magoar!
Claro que evito isso à todo custo,mas tem gente que procura, que cutuca, que pede pra gente soltar o veneno...e a gente solta... eu solto! Minha tolerância pra gente que pensa que pode falar o que quer pra mim é zero!
Cansei de ir dormir chateada, revoltada comigo mesma por ter engolido as palavras que deveria ter botado pra fora. Cansei de deixar pra lá, pois no fundo a gente nunca esquece, e isso faz um mal danado (pra gente!) .
Tem gente que magoa as pessoas por maldade, por inveja, gente ruim por natureza, por falta de caráter, e dessas eu me defendo! Comigo o buraco é mais embaixo, e eu demorei pra aprender, viu?
Então eu resolvi fazer a minha própria frase: " Prefiro magoar do que deixar que me magoem!"
Tem quem vá questionar este meu pensamento, mas isso a gente só aprende depois de perceber que a melhor coisa que você pode fazer por si mesmo, é se defender. Sempre!
ÚLTIMA CHANCE
Uma amiga gente boa, leal, honesta e verdadeira me pediu uma sugestão depois de me contar que foi pedida em casamento por um Peter Pan narcisista que não quer crescer e que já lhe deu muita dor de cabeça. Ela, sem muito acreditar nos inúmeros “te amo” que ele gritou para ela e na declaração que ele nunca amou ninguém como amou e ama ela, resolveu dar para ele aquela que seria a ultima chance, depois de outras muitas, querendo ver até onde ele iria. Pagou para ver... como se diz no jogo do Poker. E ficou observando-o.
Em quatro dias ele:
brigou sem conversar
reagiu infantilmente sem pensar
acusou sem escutar
sumiu sem explicar
pretendeu sem dar
provocou sem parar
cantou as amigas sem discriminar,
procurou as amiguinhas para se consolar
mandou recados para a delinquente que queria afastar
deu espaço a gata morta que voltou a se insinuar.
e ainda desfez a amizade com a mulher no Facebook para ela não questionar!
Agora ele aparece como se nada tivesse acontecido, inclusive se fazendo de vitima...
O que vocês aconselhariam para a minha amiga?
Eu tenho uma ideia...
21-05-2015
Uma amiga minha foi dar um passeio,
O nome dela era Ana Marieta,
Tinha sofrido um acidente um dia desses,
E tinha que andar de muleta,
De repente desequilibrou-se,
Escorregou e caiu em uma valeta,
Consequentemente teve algumas escoriações,
E o caso mais sério foi ter rasgado sua calça.
Amiga,
Aprendi com você uma das coisas mais importantes da vida: jamais podemos julgar alguém como tímido ou reservado sem antes conhecê-lo verdadeiramente. Você me mostrou o lado bom de ser alguém especial. Aprendi que, mesmo uma amiga que te conhece há anos, pode, sem querer, prejudicar outra pessoa que você acabou de conhecer.
Os melhores momentos são aqueles em que aprendo coisas novas com você sobre o lado bom e o lado ruim das amizades. Você me enche de alegria quando estou triste, se preocupa comigo quando brigo com alguém e sempre tem um conselho para me dar depois.
A amizade é feita de alegrias e tristezas, mas eu sei que, quando temos uma amiga de verdade, ela nunca busca conflitos. Pelo contrário, ela faz de tudo para preservar a amizade, até mesmo reconhecer os próprios erros ou abrir mão de estar certa.
Por isso, eu te agradeço imensamente. Obrigada por entender meus sentimentos e por aceitar quem eu sou.
Hoje uma amiga me falou com naturalidade que só se relaciona com homens que tenham carro e que paguem coisas. Aí eu falei: 'Mas qual a diferença entre você e uma puta?" Resultado: ela desmoronou! E ainda brigou comigo! Mas quantas mulheres casadas, respeitadas e valorizadas socialmente se prostituem com seus próprios maridos? Quantas moças são educadas para só se casar com homens que lhes possam dar conforto e dinheiro? Quantas mulheres solteiras só aceitam ir para um motel com um homem se antes ele pagar o jantar num restaurante caro?"
Uma frase que me irrita :
"Ai "amiga" que invejinha branca de você"
Isso me soa tão FALSO!!
Não que não sinta inveja eu sinto sim!!!
De gente educada, de gente phina, de pessoas que tem um coração puro!!
Para essas pessoas eu "pago pau" eu sinto tudo!
a prova de uma amiga
eu ti amo amo muito vc. amiga sem vc eu seria um nada. mas deus te coloco aqui para me transformar em uma estar como vc.vc e muito mais do que uma simples pessoa vc e meu amor minha vida meu mundo minha força o meu querer o meu motivo do dia a minha melhor amiga
Hoje encontrei uma antiga amiga, e por um instante foi como voltar no tempo.
Mas foi penas por um instante, logo voltei, e percebi de fato que as pessoas podem até mudar radicalmente, e se isso é bom, eu já não sei, só sei que as memórias prevalecem mesmo depois da mais triste mudança de CARÁTER.
Aline
Aline,
Amiga, amada, sublime
Se estivesse em uma vitrine
Quem poderia lhe comprar
Pois seu carater não tem preço
Entendi desde o começo
Que minha sina é te amar...
Amar
Esse seu jeito de menina
Onde sorrir é uma rotina
Que faz a vida melhorar
Por ser tão rara tua beleza
Em um corpo de princesa
Resolvi te presentear
Compreendi o ''motivo'':
Eles estão presentes em nossas vidas,
Em uma palavra amiga, no gesto de bondade,
Pois é... Amizade é isso! Meu aniversario já passou... Mas pessoa amiga ainda fica desejando tudo de bom! Isso é muito especial.
Não tenho mais palavras para agradecer,
Só tenho vontade de fazer, mas um bolo ficar
Nessa fantasia de intensidade tão especial, que é uma palavra amiga.
Ana Sara Manso
"MAMÃE-LIMÃO"
"Eu sou amiga de poucos, mas muito bons. Isto é uma coisa que vai nos ocorrendo com o passar do tempo. Quando se é mais jovem, a quantidade parece ser algo indispensável, pois, só assim, temos a prova de que somos realmente queridos e felizes. Tolice.
O mais interessante é que amigos nos trazem novas famílias. Sim. Porque a gente não é só amigo de Luiza... mas, de sua mãe, seu pai, seus irmãos, daquela prima dela, que vem para a nossa cidade nas férias de fim de ano, e por aí vai. Quando a gente se dá conta, termina por achar que é mais ‘da família’ que aquele tio que só aparece nas festas de aniversário. Enfim...
Foi nessa de quase ser ‘da família’, que conheci tia Dulce - mãe de uma das minhas melhores amigas, a Camila. Desde o primeiro dia, Mila me disse: ‘essa é minha mãe, a ‘mamãe-limão’. Eu achei engraçado, sorri com ela, mas não cheguei a perguntar o porquê daquele apelido.
Seguimos pro quarto... músicas, histórias, fotos. Aquela velha rotina de sábado e, sem dar conta, já chegava lá chamando a tia Dulce de ‘mamãe-limão’. Era tão natural, que, às vezes, tinha que me esforçar para lembrar o seu nome verdadeiro.
Os anos passaram. Certa noite, já adulta e com a cabeça cheia de pendências a resolver, liguei para Mila, mas quem atendeu foi sua mãe. Sabe quando a gente está tão ‘inflado’ com os problemas do dia a dia, que só quer um pedacinho de atenção e se esborrar num ombro que se mostre amigo? O dia era esse. Mas, contive a agonia e perguntei por Mila. Ao notar a minha pequena decepção por saber que ela havia saído e esquecido o celular em casa, tia Dulce perguntou se podia me ajudar em algo.
Essas coisas são feito manteiga no pão quente: deslizam.
Então, acabei por desabafar toda a angústia que me tomava naquele momento. Falei do quanto estava frustrada, cansada e desapontada, com a vida, comigo mesma, com o tempo, com as pessoas. Ela foi ouvindo tudo, quietinha, sem nada dizer. Eu chorei, engoli o choro, chorei de novo. Só silêncio. Mas, aquele silêncio que soa compreensivo, sabe? Então, finalmente, ela se pronunciou: “querida, permita-me dizer algo. Se eu pudesse lhe trazer para dentro de mim, dentro do que sou hoje, seria a melhor fórmula para lhe mostrar o quanto esta aflição que sente é passageira. Como, infelizmente, isto não é possível, cabe, a mim, apenas dizer que tenha calma. Há coisas na vida pela qual temos que passar. Ainda que pareçam, de certa forma, injustas, são necessárias. Ao fim, seremos produto de todas as nossas experiências. Mas, é preciso saber pelo que sofrer. Lembre-se de que há sofrimentos inevitáveis. A gente se acostuma com as complicações da vida de uma forma tão cega, que nem sempre percebe que cria ciclos de autossofrimento. Mas, tudo bem. É tudo humano. Acalente seu coração. Respire e deixe que as coisas aconteçam no tempo que têm de acontecer. Lá na frente, tudo será história para contar. Tudo se resolve, de uma forma ou de outra’.
Senti, naquelas palavras, um calor tão grande. Elas tomaram meu corpo, fazendo as lágrimas secarem e o coração acalmar. Tomaram meu espírito, e senti paz e leveza. Agradeci e desliguei.
No outro dia, Mila me ligou. Tia Dulce não chegou a comentar sobre o conteúdo da nossa conversa; apenas, deu o recado sobre a minha ligação. Desta vez, não quis deixar passar a oportunidade. Perguntei o motivo do apelido. Ela riu, e disse: ‘achou que é porque mamãe é ‘azeda’, chata ou coisa parecida?’. Eu disse: ‘até pensei isto, por anos, mas não sei se estou certa. Ontem mesmo, ela me falou coisas tão incríveis ao telefone. Aí, lembrei de como a chama. Fiquei confusa’.
Então, ela concluiu: ‘mamãe-limão é uma espécie de incentivo diário, que ela mesma criou. Nunca lhe disse; você nunca havia perguntado... mas, minha mãe tem sérios problemas de saúde... luta contra um câncer há anos, que insiste em ir e vir. São dores e medos que batem à porta dela todos os dias. Ela faz tratamentos e mais tratamentos, que nem sempre surtem o efeito que se pretende, mas, no fim, acaba reagindo bem. Nem sempre é fácil. Há dias em que a tristeza bate, que a dor aumenta, e ela não pode fazer nada com isto, a não ser ter paciência e mais paciência. Acabou, então, criando um hábito, que mais parece um ritual mesmo: em dias assim, levanta da cama, com muito esforço, vai até a cozinha, corta uns limões e faz uma limonada. Ela acredita que, enquanto tiver forças para fazer de um limão, que é tão azedo e quase intragável, uma limonada, tudo poderá. Assim, renova as suas forças e acredita, com mais fé, no dia seguinte’.
O silêncio tomou conta.
Mila me perguntou, tentando me distrair: ‘mas, me fala, o que houve ontem?’. Eu respondi: ‘hum... posso ligar daqui a pouquinho para você?’. Ela: ‘claro, espero!’.
Desliguei.
E fui fazer a minha limonada”.
Ano passado, na festa de despedida de uma amiga, ouvia calada e com atenção seu dolorido discurso sobre o quanto ela se preocupava com a decisão de ir embora. Dizia se preocupar com a saudade antecipada da família, com a tristeza em deixar um amor pra trás e com a dor de se afastar dos amigos. Ela iria embora para Londres com tantas incertezas sobre cá e lá, que o intercâmbio mais parecia uma sentença ao exílio.
Dentre dicas e conselhos reconfortantes de outras amigas, lembro-me de interromper a discussão de forma mais fria e prática do que gostaria:
“Quando você estiver dentro daquele avião, olhar pra baixo e ver todas estas dúvidas e desculpas do tamanho de formigas, voltamos a falar. E você vai entrar naquele avião, nem que eu mesma te coloque nele.”
Ela engoliu seco e balançou a cabeça afirmativa.
Penso que na época poderia ter adoçado o conselho. Mas fato é que a minha certeza era irredutível, tudo que ela precisava era perspectiva. Olhar a situação de outro ângulo, de cima, e ver seus dilemas e problemas como quem olha o mundo de um avião. Óbvio, eu não tirei essa experiência da cartola. Eu, como ela, já havia sido a garota atormentada pelas dúvidas de partir, deixando tudo pra trás rumo ao desconhecido. Hoje sei que o medo nada mais era do que fruto da minha (nossa) obsessão em medir ações e ser assertiva. E foi só com o tempo e com as chances que me dei que descobri que não há nada mais libertador e esclarecedor do que o bom e velho tiro no escuro.
Hoje a minha amiga não tem mais dúvida. Celebra a vida que ela criou pra ela mesma lá na terra da rainha, onde eu mesma descobri tanto sobre minha própria realeza. Ironicamente – e também assim como eu – ela aprendeu que é preciso (e vai querer) muitas vezes uma certa distancia do ninho. Aprendeu que nem todo amor arrebatador é amor pra vida inteira. Que os amigos, aqueles de verdade, podem até estar longe, mas nunca distantes. Hoje ela chama o antigo exílio de lar, e adora pegar um avião rumo ao desconhecido. Outras, como eu, e como ela, fizeram o mesmo. Todas entenderam que era preciso ir embora.
É preciso ir embora.
Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua pegada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso.
É preciso ir embora.
Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália. Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.
Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.
As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.
O que dizer de uma amiga tão linda, tão simpática e tão amável como você! Deus lhe abençoe e proteja sempre. Beijos.
Quer ver uma guerreira? É só olhar uma Dani. Determinada e valente, ela é uma vencedora. Amiga para todas as horas.
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