Perdi um Sorriso

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Em uma das esquinas da vida, me perdi. Espero que um dia qualquer, sem hora nem local marcado, eu me encontre novamente e com bem menos machucados...

Inserida por DBL

A morte ...
O grande destruidor de vidas ... o grande separador de famílias.
Hoje perdi um tio, muito querido por sinal. Ele tinha muitos sonhos, mas, foram quebrados pela tão famosa morte. Um cara bacana, trabalhador, de bem com a vida, mas pelo visto a vida não estava de bem com ele. Sentir-se sozinho, quem nunca passou por esse momento ? Pena que ele não resistiu a esse momento, saiu pra tentar curar essa angústia com bebidas. E infelizmente aconteceu essa tragédia. Vai com Deus meu tio

Inserida por lalaemo

"Perdi um amor e às vezes faz frio. Ando de casaco, mais um na multidão. Juro pra quem passa na rua que um dia eu era dois. Na divisão de bens, a loucura ainda é minha."

Inserida por Sonhador27

Quando eu cai,eu perdi pra mim mesmo. Eu Não errei por ter dado um voto de confiança,Nem errei quando decidi perdoar. Eu também cometo erros e gosto de ser perdoado.
Eu errei quando decidi dar mais de uma Chance para quem não merecia,
Errei quando cai nas chantagens.
Eu não sabia se teria coragem de se matar Ou não,e eu não queria sentir ''a culpa'' De Saber que alguém poderia morrer por Mim,por causa da paixão. Hoje eu sei que Tudo era mentira...Perdi meu tempo,perdi Sonhos,perdi pra mim mesmo,quando Acreditei em naquele teatro dos horrores.

Inserida por LeonardoCabral

Um anjo disse-me assim quando baixamos a cabeça e dizemos a nós mesmos não dá mais. Perdi a esperança, o Deus que há em nós também baixa a cabeça e diz; perdi um homem. A doçura do Perdão traz a esperança e a paz, eu confesso tem horas que minha esperança é mais teimosa do que eu, minha esperança acho que ela é imortal. Sei que não dá para mudar o começo, mas com esperança dá para mudar o final. Boa noite

Inserida por Gilbertofdeoliveira0

Minha mente é um labirinto, me perdi nela e não me encontrei.

Inserida por EzequielPaulo

FILAMENTOS DE UM PÔR-DO-SOL ANDRÓGINO (*)
Admirava-o. Não perdi a admiração. Acredito que ela tenha aumentado. O bizarro, é que nunca cheguei a pensar como tudo havia acontecido. Eu era, testemunha ocular de um gesto que o personalizou, ainda que não tenha tido a intenção, seu trabalho bastaria, como bastou. Entre os estandartes da demência e da genialidade, fez-se eterno.
O vermelho deslizava-lhe pelo pescoço, avolumando pequenas poças, coágulos, gosmas, querubins malditos, formas mortas, abortos, abutres, assentados nos pêlos da sua barba. Seu olhar fixo, sem nenhum tremor, como se nada acontecesse, e não fora ele o autor, intérprete, diretor, cenário e palco do monólogo vermelho. A colcha que cobria a cama ganhava nova coloração e forma, pintura primitiva, esvaindo-se das minas da carne, viscosa e quente, contrastando à indiferença do seu olhar, parede e alcova, da emoção. O corpo demonstrando declínio ante a dor não exposta e fraqueza natural, quedou-se devagarzinho, de encontro à cama.
O instrumento cúmplice, banhado de vermelho, parecia um bumerangue aborígene, pássaro apocalíptico da trilogia da negligência. Nós éramos mórbidos epigramas do triângulo em gestação. Cortado pelo gélido pincel, foi-lhe a carne dividida, lembrando o pão da santa ceia, às avessas.
Ela estava arrancada dele, definitivamente separados. Não fiz nada. Senti que não deveria interferir. No entanto, não poderia abandonar aquele momento trágico e sedutor, sem pegar um souvenir.
Quanto tempo sonhei com aquela tarde no Louvre. Lá estava eu, entre dezenas de grandes mestres, todos fascinantes com seus estilos, e rupturas que marcaram época, contudo, queria encontrá-lo, devorá-lo ao vivo, longe das reproduções e slides, que durante anos foram companheiros nas salas de aula. Somente ele, nenhum outro, de tal forma, conseguia desequilibrar-me, colocando-me à deriva emocional. Diante da sua arte, caminhava entre as plantações de trigo, girassóis e moinhos. Nessa viagem, frenesi de quem parte sem ausentar-se, somente retornava a mim mesmo, quando os alunos em coro, chamavam-me.
Andando pelos corredores do Louvre, escarnavam-me o olhar babando as gosmas saborosas das retinas, Delaroche, Velasquez, Picasso, Gaugain, Renoir, Monet, que me provocou compreensível – breve – parada. Ele, de certa forma, bordava as lantejoulas do meu frenesi. Continuei a busca, com a certeza da sua proximidade. Subitamente, como se algo, chamasse-me a atenção, tocando-me às costas, virei-me, e o paraíso descerrou as cortinas – a luz amarela – estrela vésper da sua pintura, mergulhava na umidez vermelha dos meus olhos.
Ignorando as pessoas em volta, perdendo com mais intensidade a noção do tempo, ao êxtase tântrico pictórico, minha alma alada, já não era alma. Era um arco-íris pousando no útero da tela, onde fiquei, até que uma voz – sempre elas – trouxe-me de volta para o outro lado – a terceira margem do rio do tempo – ao insistir que estava na hora de fechar o museu.
Saindo do Louvre, meus olhos garimpavam o transe. Na indiscreta verticalidade do abismo, encontrei o metal cortante. Minhas náufragas, suadas digitais, revelaram a dissimulada atração. Ao guardá-lo, no bolso esquerdo da jaqueta, forte era a sensação de Ícaro, cujas asas a monotonia, não mais haveria de derreter. No balanço do meu andar, o metal batia e voltava sobre meu coração, como chibatadas, açoitando a dolorida ansiedade.
A uma quadra do hotel, resolvi parar num café, escolhendo uma mesa na calçada. Após a primeira taça de vinho tinto seco, vejo-me novamente em seu quarto. Ele com o instrumento em riste, no topo da orelha, não ousava dizer absolutamente nada. Quedou silente. Os músculos de sua face e seus olhos eram os mesmos bailarinos paralíticos, completando a alegoria do hiato, antecedendo ao gesto. Sua mão, única expressão de vida, desceu num frêmito impulso guilhotinador. Um desejo irremovível de amputar. Em queda, as gotas de sangue eram filamentos de um pôr-do-sol andrógino.
Sentado no café, o garçom perguntava-me se queria outra garrafa. Pedi a conta, ao mesmo tempo em que apalpava os bolsos da jaqueta.
Chegando ao hotel, peguei a chave, tomei o elevador. Dentro do apartamento, ouvi o farfalhar das asas de dois pássaros vermelhos, fui ao lavabo, postei-me frente ao espelho, retirando, primeiro do bolso esquerdo da jaqueta, o dócil e inofensivo cortante metal. Depois foi a vez do souvenir. Ao empunhar o metal sobre minha orelha, no canto esquerdo superior do espelho, Van Gogh, observava-me passivamente. No mármore do banheiro, a orelha de Van Gogh, já não estava sozinha.
(*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Biógrafo e Redator publicitário. Pertence à UBE - União Brasileira de Escritores. Colaborador da ADESG, AMORC e do Greenpeace. Autor de nove livros publicados. Gestor e fundador da Hórus/9 Editora e Diretor de Redação da Revista Panorama Goiano.

Inserida por DraJaneCostaRebello

IMPORTÂNCIA

A primeira vez que me deixaram...
Me perdi no sono, acordei sob choro
de um pesadelo incontentável e a
noite, sob minha solidão... Vaguei
pelos passos pesados das passadas
da lua. Atirei minhas lagrimas
na calçada da rua, até então, crua.

A segunda vez... Chorei, chorei
... Chorei como alma desvalida
encharquei meus olhos com aquela
neblina árdua e atrevida.

As outras vezes que me deixaram...
Não sei, não sei, não sei como fiquei!
Já não chorei para os olhos, apenas,
esfreguei minhas pálpebras, e
enxuguei minha pupilas feridas...
Hoje eu entendo, que em todas as
vezes, eu dei mais importância mesmo
para minha incansável vida.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Um Brilho

Na noite que me perdi
Naquela vasta escuridão
Um brilho puder vê

Um brilho tão pequeno
Tão intenso, porém calmo
Calmo o suficiente para me tirar da escuridão

Iluminando meu caminho
O brilho tão intenso
Brilhou em minha alma

O que antes era apenas um vazio
Que nem mesmo a luz poderia ocupar
Por um simples brilho pode ser preenchido

Naquele bosque das incertezas
Tiver apenas uma certeza
Que ela estará comigo.

Inserida por DBF

" De um segundo a dois
Em meio perdi o tempo
Logo sem tempo só vácuo
E mais não penso, não existo

Sem agora, antes ou depois
Um espaço vazio, sem vento
Uma frequência, vagando no espaço
Cor já não tenho, roupa já não visto

Errante frequência sem sintonia
Uma ideia alastra-se e ecoa
Não se escuta, se sente a harmônia

Não ha ideal, não ha equação
Mas a imperfeição da ideia
É onde buscamos a solução"

Inserida por henriquesilva5

Um dia eu fui feliz e por um erro consciente perdi quem eu realmente amava.. O pior é descobrir que realmente ama quando falta o ar ao saber que não haverá mais abraços, beijos, amor!.. Pior que o erro é errar com a pessoa certa.. Ao te perder me vi perdida..completamente, e nos primeiros meses me torturava, mais o tempo que tudo passa, me mostrou que INFELIZMENTE eu estava VIVA, para vê-lo distante! E que FELIZMENTE eu estava VIVA, para seguir em frente e dar a volta por cima, não para tê-lo de volta mais sim, para te-lo para sempre um dia!


'Daniele Lemos-

Inserida por danielelemos

Dezoito.

Estranho me definir nestes últimos anos. Isso me parece um tanto insano.
Perdi e ganhei tanta coisa, coisas que me ensinaram a ser quem sou ou quem eu deveria ser hoje.
Idas e vindas como um metrô em um dia comum, tudo em seu horário de pico.
Você chega aos dezessete pensando que já viu de tudo, afinal você já conhece este mundo. Porque dezoito seria tão diferente e especial? Não vejo motivos para nomear tal.
Sorrir, chorar, muitos esperam este momento para se libertar.
Se eu te disesse o quanto mudei nesses últimos anos... Não sei se há motivos para se orgulhar ou decepcionar.
A decepção e a vitória são maneiras estranhas que te fazem mudar o percurso da sua história.
Odiava livros, nunca pude ler um por inteiro, e não pense que seja por falta de interesse ou tempo. Hoje não só leio um como sonho em poder escrever, escrever algo que todos se interessariam por ler.
Mudei minha maneira de observar pessoas, ás vezes a personalidade pode valer mais do que a aparência. As vezes a aparência se sobressai.
Manter algo pelo tempo ou até mesmo segurar coisas que não foram feitas para serem presas, não é a resposta para sua incrível solidão e falta de compaixão.
Cada dia que se passa é único, mesmo que na noite anterior você tenha chorado a madrugada inteira. Um dia após o outro; Vá atrás daquilo que você denomina ser seu "ouro".
Dezoito significa para mim não só o começo de mais um ciclo da vida, significa que todas as coisas que aprendi não foram em vão, que todas as pessoas que passaram por mim me trouxeram uma lição. Pegar delas um pouco ou jamais ser igual a elas.
Viva por você e por aquilo que você acredita.
Passados dezoitos anos, achando que a morte antes deste dia viria ao meu encontro, hoje vivo por aquilo que acredito que consigo alcançar.
Ninguém vai viver por mim ou comigo para sempre. Um dia as coisas acabam e quando isso acontece só lhe resta seguir em frente.
Uma nova oportunidade, um sonho restaurado, um futuro que tanto venho aguardado...
Bem vindo novo ciclo de vida!

Inserida por Grazinardari

Tou aqui perdida, me sentindo um passarinho sem asas... Ah sei la perdi o senso... Esse mês de dezembro hummm, vai ser o dia De pra mim. Tenho que decidir se fico ou saio da sua vida..
Afinal você vai ficar noivo... não sei ate onde as minhas forças vão.

Inserida por Alolu

UM DIA...

UM DIA...
QUANDO REINAR A PAZ EM MINHA VIDA
PODEREI DIZER DO AMOR QUE PERDI
DOS SONHOS QUE TIVE
DA REALIDADE QUE DEIXEI
UM DIA...
QUANDO O SOL MAIS BRILHAR
PELA BELEZA DE UM OLHAR
COM UM SORRISO DE CRIANÇA
PODEREI REVELAR O ENCANTO DE AMAR
UM DIA...
NO AZUL CINTILANTE DO CÉU
COM OLHOS COR DE MEL
BASTARÁ UM SORRISO
BASTARÁ UM OLHAR
DE UM OLHAR DE MENINO SEM JUÍZO
O QUE IMPORTA O QUE EU FAÇA?
SE O IMPORTANTE É O QUE EU SINTO!
SERÁ QUE IRÁ SER SÓ UM ENCANTO?
E NÃO HÁ QUEM NÃO OLHE, E VEJA EM MINHA FACE
O GRANDE AMOR QUE TENHO PARA DAR
ESTRELAS A BRILHAR NO REMANSO DO MEU MAR
AMOR, NASCE DE TUDO, E A VEZES DE QUASE NADA.
PELO ARCO-ÍRIS NO CÉU,PELAS ONDAS DO MAR
PELA BRISA DO VENTO
SORRINDO COMO CRIANÇA
PODEREI REVELAR O ENCANTO DE AMAR...

Inserida por rubiamiguel

Me perdi e me achei
Dentro de mim mesma

Antes eu era um deserto
Hoje tenho destino certo

O sol me aquece
E a lua me encanta...

Inserida por EliPalombo

Em um rancho do Mississípi, eu me perdi. A estrada era longa e o número das placas se embaçavam na neblina do outono. E, mesmo que se continuasse a doer eu percorreria milhas e milhas até naufragar num pedacinho de terra abandonado. Eram vários modelos de couro legitimo nas botas, os cinturões refletiam as luzes dos lampiões e “Bette Davis Eyes” tocava. Um banjo me envolvia numa dança nada rítmica, mas mesmo assim tudo me divertia. Era maravilhoso começar a passar por mudanças, já estava na hora da minha vida dar um salto, e não digo um salto daqui-ali, digo um salto dos grandes. Sentia cheiro de lavanda e ao fundo uma garotinha perseguia alguns vaga-lumes. O coração sempre dá um jeito de recomeçar e encontrar uma razão nada racional para tentar de novo. A vida é como uma ampulheta, as coisas acontecem, num determinado tempo, e tudo que vai…volta. Valia a pena morar naquele lugar, e valia a pena lutar mesmo que eu tivesse que percorrer mais um milhão de milhas até encontrar você.

Inserida por caaamilici

Se um dia Chorei,não foi porque perdi, mas sim por que amei

Inserida por Andersonpcm

To vivendo um fim de um namoro, homoafetivo. Amo mt ele, foi por causa dos meus erros q o perdi. Pq ser feliz é tao dificil, me ajudem eu amo mt ele. Sol volta pra mim. Lua

Inserida por mendoncavander

Um disparo!
Um diz para!
O outro siga...

Eu no meio da briga,
Dessa luta sem fim.
Já perdi a conta
Das vezes em que separei
O meu eu que aponta
Dos tantos outros que nem sei.
Mas basta uma distração
Já refaz a confusão,
E não sei onde parei.

E me reparto em pedaços
Nos pensamentos que faço,
Ou melhor dizendo,
Que pensei que estava fazendo.
Não entendo.
Fico vendo essas lutas,
Procurando qual daqueles é o judas
Que causa a discórdia e não ajuda
A resolver o "quem eu sou".
Pra onde vou também não sei.

São tantas perguntas.

Inserida por AldoTeixeira

Tornei-me um cético pois perdi a fé na humanidade, meu consolo é que acredito no Criador, senão tava perdido.

Inserida por Cristianooliv