Perdi quem Amava
Olhar do Desatino
Perdi-me em labirintos
Onde a alma se desfaz
E a dor tece seus hinos
Busquei em sombras frias
O eco de um amor
Que em mim, só ardia
Vi o tempo em descompasso
A esperança em desalinho
E o futuro, um mero passo
Mas em cada desatino
Encontrei a força oculta
De um destino peregrino
E agora, em paz serena
Na vastidão do infinito
A alma se torna plena
Não fui
O que os outros foram
Não vi
O que outros viram
O que amei, amei sozinho
Eu não tenho dúvidas que eu perdi tudo.
Agora e deixar eles serem felizes, ela com um novo amor e novas experiências.
Meu filho em sua nova jornada de irmão mais velhos.
Eu pretendo ficar sozinho e esperar que chegue minha hora de partir, sinto que não tenho forças para me reconstruir, Meu meu último amor e não quero mais amar ninguém.
Foi bom fazer parte das vidas de vocês, saibam que sempre os amei mais que tudo nessa vida.
Me pergunto onde eu me perdi ou talvez devo perguntar, onde me encontrar?
Já não sei mais quem sou!
Apenas deixo o destino me guiar e para onde?
Eu não sei, mas quando meu coração sentir paz, eu saberei que encontrei meu lugar...
In-dentidade
Passei a vida sendo alguém que não era
Me perdi em um personagem que criei
Hoje é tão difícil encontrar meu real ser
As vezes me pergunto se ele ainda existe
Nessa casca frágil que chamamos de corpo
Me tornar eu mesmo, é meu escopo
Estamos vivenciando um período marcado por contradições e dualidades, onde as pessoas se veem perdidas e sem saber qual direção tomar, ao consumirem loucamente mídias as mais variadas, povoadas de perigosas Fake News, que divulgam uma enxurrada de informações desconexas.
A saudade, é mesmo essa busca insana, quase desesperada, de encontrar no presente o que ficou perdido na estrada.
Sildácio Matos
Não perdi tempo com as pessoas, apenas adquiri mais experiência para resistir as oscilações da convivência!
Devaneios da Paixão!
De tanto te querer me perdi...
Meu corpo arde em febre por ti
Já não sei mais o que fazer...
Sinto que estou pra enlouquecer!
De paixão estou cego por você...
Os meus olhos em cada rosto te vê.
São os devaneios da minha paixão,
que fazem com que eu perca a razão!
Minha alma congelou sem teu calor...
Meu coração sangra a falta do teu amor!
Nunca tive medo da tristeza
Muito menos da solidão
Mas depois que te perdi
Minha vida eu expeli
Você, meu Tuca e aí.
Ainda estás em mim
(...) Perdi o medo do desconhecido,
hoje sigo meu caminho em busca
do novo, não importa por onde vou
caminhar, trago pouca bagem, deixo
apenas pagadas do amor, aroma
das flores colhidas ao longo do caminho.
"...Não me importo mais com
pessoas de ma Fé. Já perdi muito
tempo tentando amar quem não sabe
o que é o amor. Não me importo com o
que falem ou deixem de falar. Não sou
santa e muito menos perfeita, mais não
saio por ai ferrando com a vida de ninguém,
muito menos prejudicar alguém por inveja,
ciumes ou despeito. Se você haje assim, só
posso ter pena, mais não vou me rebaixar,
vai se engasgar com seu próprio veneno.
(...) As vezes dói. Já perdi a conta de quantas vezes
caí. Mas Deus sempre me segurou, me tomou pela mão
e nunca me deixou desistir. E esta Fé que arde dentro de
mim, é que me faz levantar, mais determinado e mais forte,
e mesmo com meus pés feridos e minhas mãos calejadas,
sei que serei vencedor. Deus esta no controle, Creia.
O amor encontrou o seu lugar
❝ ... Me perdi em teu sorriso, seu abraço
Aquece minha Alma, sua vós me arrepia.
Tentei desviar o meu olhar do teu, tentei
Não te amar, quis ser teu amigo, mas
Confesso que o Amor encontrou seu lugar...❞
-------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
Ciclos
Perdi as contas de quantas vezes morri
Algumas vezes fui apunhalada sem misericórdia
Assassinada pelas mãos de quem jurou estar ao meu lado
Outras vezes fui levada ao suicídio
Pelo desejo em findar a dor
A dor das feridas abertas em minha Alma.
Perdi as contas de quantas vezes morri
Mas todas as vezes que a morte me beijou a vida me abraçou
Me fazendo perder as contas de quantas vezes renasci.
Acelerado caminho a passos largos
Em alta velocidade seguro a sensatez
Perdi a calma em pensamentos vagos
Parou-se o tempo, rompendo a lucidez
Vivi momentos de caos, na escuridão
Nos meus lamentos me afoguei sozinho
Ganhei desprezo de quem estendi a mão
E vi cavarem covas no meu caminho
A chuva lá dentro encheu minhas cisternas
Acúmulo de águas sem nenhuma saída
Alguns dizem que as dores são eternas
E que a eternidade só dura uma vida
Mas eu só vivo uma vez a cada dia
E toda a vida, por vezes, num só momento
O mundo parece que te afoga em agonia
E a vida mostra a beleza de tal tormento
Sinto pela minha capacidade de sentir demais
Sinto por todas as vezes que perdi a paz
Sinto por correr desorientado na escuridão
Sinto quando precisei, mas soltei minha mão
Sinto pelas vezes que feri e fui ferido
Sinto quando não deixei que o amor fosse nutrido
E quando sinto dói bastante, não vou mentir
Mas a vida é sentir para viver e viver para sentir
