Perdi meu Melhor Amigo

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"Não consigo perder o que já perdi, nem ganhar o que já ganhei, meu apetite esta nos sonhos que somos "squads smarts", seria, esse pensamento, coisa de, "familiares inteligentes", no mundo dos negociadores"

E no meu maior lugar da minha vida, fui derrubada novamente, por mais um amor que perdi, por mais um amor que só foi ilusão.
Então pra que amar se isso só te faz sofrer...

Sinto que já perdi o meu poder masculino. Quando aconteceu, não sei. Não houve aviso, nem ruptura visível. Apenas acordei, um dia, neste quarto escuro da vida, onde a luz parece ter-se esquecido de entrar.
Furucuto, 2026

Eu perdi o meu pai
No auge da pandemia
Quando a vacina ainda não vinha
E o silêncio do mundo era feito de incertezas
Sem proteção, sem respostas —
Só a dor crua da perda.


Quatro anos depois
Perdi a minha mãe
Quase lado a lado com os seus aniversários:
Ela em 19 de dezembro,
Ele em 20 de janeiro…
Como se o calendário guardasse um luto
E os dias se recusassem a passar
Sem lembrar de quem tanto amei.


No meu mundo existem memórias,
Milhares de lembranças que doem
E me moldam,
E me ensinam que a ausência é presença disfarçada:
Nos risos que ecoam,
No silêncio das manhãs vazias,
No sabor da saudade que não se despe.


Saudade do filho caçula
Que mesmo sem vocês
Segue o legado.
Segue a força, a coragem e a verdade
Da Família Araújo de Vasconcelos —
Que não se acaba,
Que não se perde,
Que vive em mim.


E no meu eu…
O amor permanece,
Imenso, indelével, eterno.

É que me perdi dentro do meu próprio ego. Nas entrelinhas de palavras repetidas, vi que já não havia mais nenhuma outra palavra que pudesse me fazer voltar ao que era. [...]

⁠Costumo dizer que perdi meus dois grandes amores: você e o meu filho. Às vezes é insuportável viver assim.

⁠Perdi o amor da minha vida e perdi meu único filho. Só me restou a fé em Deus!

Às vezes você bagunça minha razão, invade meu coração, leva embora minha emoção. E eu me sinto perdida!

Flávia Abib

O segredo da dor. Meu filho morreu... perdi para as drogas...um grito de dor!!!
Fiquei sem ouvir, ai foi quando ouvi
Rompeu-se o tímpano, mas o coração ouviu
A palavra silenciosa, que só o coração sente.


E agora sou espiã dos lábios
Decifrando os segredos, dos olhos vendados
Quando fiquei doente, foi quando fiquei boa
A presença me envolveu, como um manto de paz


Agora tenho uma herança de ouro, ela é a observância.
A atenção plena, que me fez ver além
Quando parei de trabalhar, foi quando trabalhei
A mente em silêncio, o coração em oração


Quase orando, chorei
E a palavra se fez carne, em meu ser
E nesse silêncio, encontrei a voz a voz
do meu filho, que me chama,a dor e a transformação vem com a perda de um ente querido quando perdi, ganhei muitos filhos e filhas e irmãos jogados nas calçadas do mundo. Leila Boás 04/12/2025

Perdi meu eu,
Já não sei quem sou,
Um labirinto.

Perdi meu filho
Sem chance de abraçá-lo
Perdi em mim
A fonte segura
De mãos pequenas

Que vinham
Me tocar
Meu filho
Nosso filho
Filho da eternidade

O amor
Compreendeu a dor
De nossa separação
Deus sabe
A verdadeira razão

De seu retorno

Sozinho

Te amo,
E com meu grande amor,
Te perdi, te vi partir
Por um erro,
Um erro bobo que cometi.

Hoje nao a tenho mais,
Mas meu amor,
Meu amor ainda perco noites por ti.

Caí no golpe do amor. Não perdi dinheiro, e sim meu coração.

Coração Amargurado

Coração amargurado,
perdi meu grande amor.
E disso sou culpado,
carrego em mim essa dor.

Nos perfumes de uma flor
me pego a indagar:
será que a saudade e o sofrimento
nascem juntas pra caminhar?

Saudade é o gosto estranho
de algo que não está mais aqui.
E o sofrimento é a pergunta
do porquê não vivi
cada instante como único,
como se fosse o fim.

Hoje, as lembranças me queimam,
inflamam meu coração.
Mas o tempo — esse bombeiro ausente —
não apaga essa combustão.

As chamas sobem sem medida,
um fogo difícil de conter.
Pois o que mais me fere na vida
é não poder mais amar você.

Ah, se eu tivesse amado
cada manhã qualquer,
cada espreguiçada cansada…
talvez não sofresse por essa mulher.

Faz tempo que não sei da alegria,
meu sorriso já não é meu.
Hoje ele vive nos outros,
ecoando o que se perdeu.

E a culpa foi minha — eu sei —
por perder aquele olhar de amor.
Quando, embriagado por uma doença,
escolhi a ausência
em vez do seu fulgor.

Raphael Bragagnolle

Se a melancolia tivesse dentes primeiramente ela morderia meu ser aflito, que passa escondido, perdido no abril que passou e arrastou os dias de minha alegria, que floresce no mês seguinte, haja vista que a desilusão me enche de potência, já que não habito o outro e só me resta a consciência vagando na sala serenizada que explode em cores na introspecção de uma artista que se demora ao pintar sua obra. Se ontem eu te amei a ponto de te odiar, hoje acordei calma e desculpo o seu erro de tom. Os loucos e sua submissão que abunda no quartos amarrados, contidos, sujeito a perigos. Mas isso não tem nada haver com isso, se você não conhece uma instituição e não sabe o preço do abandono. Mas esqueça, em sua sala burocrática tome seu café pequeno. Deixe os loucos e suas loucuras, duras, que são muito engraçadas quando já não falam. Mas esqueça. E eu não consigo esquecer se novamente me vejo amarrada, contida, sem perspectiva de vida. Mas se estou em casa minha alma descansa e agradeço cada minuto do meu sossego, e agradeço esse lar que muito mais representa a mim. Cada alimento, eu agradeço, porque tudo reconheço, se tudo me foi negado. E quando deito minha cabeça no travesseiro, volto a ter nome e identidade. E sonho com o paraíso de flores e águas cristalinas. Eu até que estou indo bem. Tomo meus remédios e, se já não trabalho, tenho um dia produtivo, de cores e letras. E enfim me esqueço se o passado institucional perde seu peso. Eu não quero lembrar, pois sofro e não sei chorar. Se a madrugada tivesse ossos de vidro, eu pisaria descalça na memória de minha infância até sangrar luz na manhã que nasce como se fosse uma semente de vidro que faz crescer os vitrais das grandes catedrais góticas, em que o sagrado se vestia de preto e era luto todos os dias da alegoria, nas velas que acendem orações que rogamos milagres, já que o terreno não basta, e ao etéreo se levantam as mãos como uma dança da chuva na tribo das simbologias ocultas. Eu conheço bem a fonte que desce daquele monte e é um frenético discurso religioso e suas liturgias pagas a prestação. Dentro do meu silêncio quando ninguém está olhando o mundo, dorme em meus olhos uma coruja altiva que quanto mais olha, mais julga e não tem palavras para nomear. A coruja é o símbolo da sabedoria, haja vista que vê e nada fala, mas guarda na lembrança da sala o saber que não passou imperceptível. E acusa sem falar quando pisca seus enormes olhos cor de mel. É como se ela dissesse: Eu sei, eu vi, e isso basta para que as almas se apequenem com culpas ocultas de quem se sabe observado, no esplendor da carícia de um gato alado que voa a atmosfera no azul celeste da terra que se sonha esfera. É uma fera. E todos nós somos também feras, se temos dentes e mordemos. Se o tempo apodressece como uma fruta esquecida sobre a mesa de Deus, de minha infância sairia o cheiro do mesmo, que se repete absurdamente já que a vida é só presente e não passa, não evolui, apenas é um filme mudo com os mesmos gestos, como a vida que estagna as melhores memórias da retina e o cotidiano é uma mentira de Deus, como uma maçã que retorna ao estado de semente e todo vivente é demente e esquece o próprio nome na amnésia das línguas fugitivas de seu lugar comum, a comer as estações e tarda o outono e suas folhas no chão, a clamar libertação de nosso sangue irmão.

Perdi meu grão de loucura agora sou insanidade pura

Eu esqueci que amar é viver,
me perdi no peso do sentir.
A dor do meu corpo transborda,
inunda o que há em mim.
É um silêncio que grita por dentro,
um cansaço que não quer cessar,
e no meio de tudo isso
eu esqueço de me amar.
Helaine machado

Amor, volta para mim? Sem você, eu confesso que perdi o meu chão e já não sei mais como é viver. Eu te quero aqui, do meu lado, preenchendo cada espaço vazio que você deixou.
Eu te amo com uma intensidade que as palavras mal conseguem explicar, mas quero passar o resto da vida te provando isso em cada gesto, em cada abraço e em cada detalhe. Você é o meu mundo, e a minha única certeza é que a vida só faz sentido se for com você. Volta para os meus braços?

Se eu fosse falar a verdade
Talvez você se comovesse.
Perdi meu pai aos onze anos — e com ele, o lar.
A casa deixou de ser abrigo, tornou-se lembrança.
O conforto e a segurança que uma infância promete
se desmancharam na poeira do tempo.

A vida se desenrolou como um fio invisível
que eu apenas seguia, sem saber aonde levava.
Mas não escrevo para comover ninguém.
Sou um homem realizado no pouco que premeditei:
ser poeta — não por escolha, mas por destino.

Desde menino, tive uma clarividência silenciosa
sobre o que viria a ser.
Uma voz interior me dizia
que havia um mandato das alturas:
cantar, mesmo que o canto fosse triste;
dar forma ao invisível;
soprar o fio de Ariadne
que me conduziria pelo labirinto da vida.

Entre fragmentos e quedas,
fui forjado por dores que não escolhi.
E nelas, descobri a necessidade inevitável
de escrever — sempre com lágrimas,
sempre com o sangue secreto da alma.

Não havia mapa, só o instinto e a necessidade.
E foi nas escolhas, muitas vezes cegas,
que aprendi a me reconhecer.

Hoje compreendo que minha existência,
apesar de comum, sempre esteve repleta de sentido:
era o ensaio do homem que eu me tornaria —
um ser moldado pela perda,
mas iluminado pela busca.

"Olho para o meu interior e tento me encontrar, pois me perdi no brilho do teu olhar, no encanto do teu sorriso e no calor dos teus abraços tentando encontrar razões que me fizessem acreditar que a vida ainda vale a pena, mas acabei descobrindo que tudo só faz sentido quando voce está por perto... Preciso de voce!"

Inserida por Carton