Perder o Entusiasmo Provoca Rugas na Alma
O medo reina a nossa alma,
medo de perder o que achamos que é nosso,
porém nada que encontramos livre deve ser nosso por assim dizer
pois se assim o for, estaremos a aprisionar em uma cela,
como um escravo de nossas vontades pessoais.
Medo de encontrar o novo,
o mistério de como será, como acontecerá,
de descobrir novos motivos,
novos caminhos,
novo amor,
Nova razão de viver.
Medo de assumir este amor,
medo de não saber fazer com que o novo
também o ame,
assim, com os seus defeitos,
seus erros,
Medo,
impera nossa alma,
mas o medo também nos fortalece
se assim o permitirmos,
e deixarmos sentir através de nossa alma com a mesma intensidade
com que se mostra, mas de forma a nos confortar com a esperança
com a vitalidade de um novo amanhecer
assim sendo, alegria e felicidade,
com o mesmo terror que nos afligia,
um novo começo,
a força e coragem de um novo caminho a seguir.
MEDO e AMOR - DOIS SENTIMENTOS QUE VIVEM EM PLENA HARMONIA
PARA NOS GUIAR A EVOLUÇÃO E AMOR PRÓPRIO.
(Italo Leonelo Junior - D Leon Junior - em 06/11/2013)
O nosso era um mundo em que as espadas davam status, e esquivar-se da espada era perder honra, por isso corri na frente, com a loucura enchendo a alma e a exultação dando-me um poder terrível enquanto escolhia minhas vítimas.
"Pior que a própria morte, é o homem perder as suas raízes, suas memórias e sua história. Dar as costas para aqueles que são de sua casa, às vezes por motivos fúteis e mesquinhos, leva a enfermidade para sua alma, seu coração e sua vida. O tempo perdido jamais se recupera, mas o remédio e a cura Deus nos dá: a graça e poder de voltar atrás, converter-se em direção onde a semente foi lançada um dia, e de reencontrar-se consigo mesmo, com sua história e as pessoas que verdadeiramente nos ama, e o milagre de sempre, sempre poder recomeçar."
A pertubação da Alma
As pessoas vivem correndo contra o tempo
pensando que não podem perder as oportunidades mas
eu não preciso me apressar porque não tenho nada a perder
minha vida é a miragem da suposta paz pois ela é muito tranquila
mas por dentro é o verdadeiro caos, a inquietação da alma incomoda a muitos
mas eu convivo com isso, não como se fosse um fardo
mas sim um modo de viver...
Quando a Alma Desacelera
Há fases da vida em que o ruído do mundo começa a perder importância, e o que antes era urgente simplesmente deixa de chamar. A alma pede silêncio, e o coração passa a escutar com mais atenção o que antes era abafado pela correria. As vozes externas diminuem de volume, e o que sobra é o eco das escolhas que realmente importam.
Já não há tanta sede de provar nada para ninguém. O olhar fica mais seletivo, as palavras mais pensadas, e os afetos mais escassos — não por frieza, mas por lucidez. Não se trata de isolamento, mas de discernimento. Entende-se que nem todo vínculo é raiz, nem toda presença é companhia. Algumas ausências trazem mais paz do que muita presença barulhenta.
Começa a haver um certo prazer em dizer “não”, em recusar o que desgasta, em proteger o pouco que ainda faz sentido. A maturidade não vem gritando como uma conquista; ela chega devagar, sem holofote, e se instala em pequenos gestos: no silêncio que não constrange, na companhia que não oprime, no tempo que não é mais desperdiçado com o que esvazia.
O tempo, aliás, deixa de ser moeda de troca. Passa a ser sagrado. Cada minuto investido em algo ou alguém precisa fazer sentido, precisa voltar em forma de vida — e não de exaustão. O olhar se volta pra dentro. Há uma faxina de afetos, de ideias, de hábitos. Nem tudo segue. Nem todos ficam. E isso não dói como antes.
Dói diferente. Dói limpo. Porque já não se espera tanto. Já não se exige tanto. Há mais leveza. Há mais entrega no que é simples, e menos esforço em manter o que não retribui. Aprende-se que paz tem custo — e que, às vezes, ela cobra solidão, distância, silêncio.
Mas paga-se. Paga-se sem reclamar. Porque a maturidade é isso: abrir mão do que pesa sem precisar justificar. É aceitar que não se precisa de muito pra viver bem — apenas de verdade. E que, no fim das contas, o que salva é sempre a escolha de permanecer inteiro, mesmo num mundo que insiste em nos fragmentar.
REFLEXÃO:
Quando tudo parecer perder a razão, o sentido e lógica, quando não lhe faltar motivos para reclamar, chorar e gritar. Pare, respire, esvazie-se de si, procure as feridas e de a elas a atenção devida. Proporcionar a cura necessária para a alma pode ser vital.
Espero que, quando o teu olhar se perder no vazio,
Busque em vão o brilho que eu te oferecia,
E que a tua alma, sedenta por afeto,
Se lembre da água que eu te dei, e que agora te falta.
"O tempo esculpe histórias no rosto e sabedoria na alma. Envelhecer não é perder a juventude, mas ganhar a profundidade dos dias bem vividos."
Roberto Ikeda
Amar é ir além. É multiplicar os sinônimos, conjugar o verbo a dois, é perder os sentidos e ganhar novos sentimentos todos os dias. É perder a bússola para se encontrar. É se perder nos limites sem fim para recomeçar. É fazer uma história em segundos e registrar um momento como secular. É infindável o romance, porque busca sempre o amar.
Amar é ação. Faz amor nos gestos proferindo palavras gentis que tocam o coração. Arrepiando a pele que tocada pelo amor dança uma valsa. É calma a paz que o amor canta sua canção. Dedilhando o interior transborda a essência da alma.
Amor é amar. Sem querer mudar, transforma e direciona o que melhorar. Porque o amor cresce, amadurece, evolui e compreende. O amor é. Não deseja ser. O amor é. Não impõe o querer. O amor é. Do jeito que for. Porque o amor não se nega a nada. Compõe o todo. O amor é tudo que nos faz amar sem sofrer. Porque o amor é o único e verdadeiro poder.
Perder a Alma —Sabe o que significa?
Significa que seus valores estão escassos, ou nulos. Mas a Fé
—Garante é diz:
—Aproprie-se de si mesmo agora!
Dê valor a sua existência e vida.
Aprender é um ótimo método
Alma fria e coração duro, mais duro que uma pedra. É triste perder a capacidade de se comover com as situações mais simples e encantadoras da vida.
