Perdemos tanto Tempo
Quando a gente é criança,
não sabemos de maldade,
cultivamos amizade,
e não fazemos cobrança...
a vida é uma festança!
Poderíamos crescer
sem nunca ter que perder
nossa velha inocência,
levando a nossa essência
enquanto a gente viver!
Ame intensamente, porém tenha consciência que um dia você será surpreendido com a dúvida sua ou da sua companheira ou companheiro.
Quando a dúvida entra o relacionamento sai!
“O tempo não corre, tampouco permanece estanque; trata com açoite os que temem à morte e maltrata com desdém os que invejam aos amantes.”
"É certo que quando procuramos refúgio, aonde o coração corre o sangue, se busca o tempo, às vezes, no percurso, eis que se faz na doçura do inesperado ou no engulho do óbvio. Tal qual seja a cor".
Não posso voltar ou acelerar o tempo, mas se pudesse o faria. Voltaria no tempo no exato momento em que tive você envolta em meus braços, sentindo seu cheiro e o seu calor. Se pudesse acelerar avançaria os dias que faltam pra poder te ver e estar com você e te ter envolvida em meus braços novamente e não te largar nunca. Mas como não posso voltar e nem avançar no tempo apenas guardo esses momentos na memória e no coração e imagino no futuro tudo acontecer novamente.
A instauração da confiança é sempre um ato unilateral, mas sua progressão vem da ação mútua e do tempo transcorrido.
O bem conhecido tem sido impotente para anular o mal, só mesmo o bem verdadeiro que veio por evolução natural pode fazê-lo. É tempo de se conhecer na Cultura Racional!
[O TEMPO DOS HISTORIADORES]
O tempo dos historiadores ordena (define origens para os processos que examina, atribui-lhes um sentido). Nesta operação, é já também um tempo 'territorializado'. Ao definir sentidos e criar significados para os períodos de tempo que examina, os historiadores exercem poderes de diversos tipos (ou tornam-se instrumentos para o exercício destes poderes).
A demarcação das diversas épocas constitui um dos sinais mais visíveis desta territorialização do tempo pelos historiadores. Estão sempre abertos os limites entre os grandes recortes que são habitualmente denominados de “eras”, “idades”, ou outras designações mais amplas. Quando termina a Antiguidade, e quando começa a Idade Média? Em que momentos(s) esta última já começa a se transformar em uma Idade Moderna? Como denominar cada um destes períodos? Como lidar com recortes e designações que foram herdados de uma cultura histórica que já não é mais necessariamente a nossa, mas às quais já estamos demasiadamente habituados? Quais os limites destas escolhas de recortes no tempo, e quais são os seus potenciais de convencimento como períodos ou épocas que podem ser propostos para serem instrumentalizados, para questões mais gerais, por todos os historiadores?
Delimitar um grande período historiográfico no tempo, separando-o de outro que se estende atrás dele e de outro que começa depois, é uma operação que traz marcas ideológicas e culturais que nos falam da sociedade na qual está mergulhado o historiador, dos seus diálogos intertextuais, de visões de mundo que de resto vão muito além do próprio historiador que está estabelecendo seus recortes para a compreensão da História. Os próprios desenvolvimentos da historiografia – os novos campos históricos e domínios que surgem, a emergência de novas relações interdisciplinares, os enfoques e abordagens que se sucedem como novidades ou como reapropriação de antigas metodologias – trazem obviamente uma contribuição importante para que a cada vez se veja o problema da passagem de um a outro período histórico sob novos prismas. Ademais, é preciso lembrar que, ao se trabalhar sobre um determinado problema histórico, específico de uma certa pesquisa, essas grandes balizas já nem sempre serão úteis para o historiador. Pensar um problema histórico já é propor novos recortes no tempo.
[extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 2012, p.27-28].
Procurando soluções para meus problemas, não consigo achar respostas parando no tempo. Medito, questiono e simplesmente faço.
Eis que o tempo
nos leva no dia a dia,
mesmo sem querer
vamos em frente,
sabendo que aqui na terra,
apenas nos resta
sermos melhor no que pudermos, sempre !
MUITO OCUPADO
Não tenho tempo
Ando muito ocupado
Nem sempre estou aqui
Nem sei porque me ligas
Talvez amanhã eu possa
Quando poderá então?
Nem sei realmente
O trabalho me consome
Talvez a outra semana
A ligar , alguém do Hospital atende
Infelizmente, não há mais tempo
A pessoa deste aparelho, faleceu.
Não modifique os textos de nenhum autor e nem tire a sua Autoria.
Dê- lhe sempre os créditos, pois tudo é registrado.
Com o passar dos anos deixamos de dar importância a tantas coisas, que dávamos quando éramos jovens. Aprendemos a viver o agora e apenas o essencial.
"Ela desfila devagar no tempo
ama dançar com o vento
Sua dança é música para os ouvidos
Ela não é para sentir menos
Ela sabe que a linha tênue entre enlouquecer e se manter sã está na arte
Ela ama natureza livros,filmes,música,poesia
Ela nunca se viu,não sei como se descreveria como uma dessas pessoas que adoram olhar para a lua,ou que passam horas contemplando as ondas,o pôr do sol,o nascer do sol.
Seja como for,ela gosta de ficar assim,mergulhar em uma taça de vinho...lutando contra o frio,e...sentindo a água da chuva penetrando sua camisa,e tocando sua alma.
E do som da chuva batendo nas folhas,ela não quer deixar passar um segundo,não quer deixar de se sentir,porque não quer se perder
De todas as coisas que estão no livro que ela não leu
Essa é ela
Quem teria imaginado??
Ela."
Joyce Amanajas
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