Perdemos o que Deveria ser nosso
A gente é contemplado a fazer parte desse mundo tão lindo, mas cada dia que passa, perdemos para nós mesmos. Em atitude descabível de tanta dúvida, não ver desdobramentos corretos do errado..
A gente é contemplado a fazer parte desse mundo tão lindo, mas cada dia que passa, perdemos para nós mesmos. Em atitude descabível de tanta dúvida, não ver desdobramentos corretos do errado.
Perdemos a vida tentando mapear o oceano da nossa alma para quem só possui a capacidade de navegação em águas rasas.
*REVENDO CONCEITOS*
Nós, homens, hoje, perdemos a visão do que significa a mulher; e a mulher de hoje, perdeu a visão do seu signo; do que ela própria representa.
Talvez, revisitando os enlaces do passado longínquo consigamos rever e refundar o sentido de tão forte relevãncia da mulher; e daí, ressuscitar a inconfessa intenção do terno buquê das rosas vermelhas, que encerravam desejo e afeição.
Quiçá então ela se reinvente; e possamos redescobrir de fato, juntos, homem e mulher, o que outrora sempre nos uniu; e ressurgindo na graça volte vivo o mistério do que está por trás dos véus.
Por conseguinte nos permitamos, mais que nunca, respeitá-las e amá-las como merecem; revivendo como dantes, sem medo, e sem pacto antenupcial, tudo o que de fato repreende o homem: a beleza e o poder da mulher. (Victor Antunes)
Vamos repensar?
Sêneca — “Não é que tenhamos pouco tempo, é que perdemos muito.”
“A maior pobreza humana não é a falta de tempo, mas o desperdício da consciência. Muitos não vivem pouco; apenas passam muito tempo ausentes da própria vida.”
Carlos Eduardo Balcarse
A decadência da humanidade não começou quando perdemos valores; começou quando perdemos o valor dos valores.
Vivemos a era da informação, mas padecemos da escassez de discernimento. Nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento e, ao mesmo tempo, tanta dificuldade em compreender a realidade. As distrações geraram distorções; as distorções alimentaram alienações; e a alienação transformou o pensamento em repetição.
O homem conquistou o mundo, mas continua derrotado por si mesmo. Aprendeu a desenvolver tecnologias capazes de ampliar a própria voz, enquanto atrofiava a própria consciência. Trocou essência por aparência, caráter por personagem, reflexão por reação e sabedoria por opinião.
O ego convenceu o homem de que vencer discussões é mais importante do que encontrar a verdade. A inteligência passou a impressionar; o discernimento deixou de importar. Confundimos velocidade com evolução, exposição com existência, informação com formação e liberdade com ausência de limites.
A maior tragédia da humanidade nunca foi a falta de inteligência, mas o abandono da consciência. Porque uma mente sem discernimento transforma conhecimento em manipulação, liberdade em escravidão e progresso em decadência.
Talvez o verdadeiro fim da humanidade não aconteça quando deixarmos de existir, mas quando deixarmos de pensar por nós mesmos. Afinal, toda civilização entra em colapso quando prefere o conforto das respostas prontas ao desconforto das perguntas necessárias.
Carlos Eduardo Balcarse
11/07/2026
Às vezes pensamos que vencemos o jogo, mas na verdade perdemos.
Aceitamos, respiramos e vivemos o automático a todo instante para sobreviver ao lado de quem amamos, nos anulamos e nossos sonhos vai morrendo lentamente.
Viver o incrível de outra pessoa não é nada incrível quando o outro te destrói. O que vale apena no amor mesmo? Trilhar um caminho de insegurança, medo e negação, para onde foi aquela garota?
A morte!!!
Quando morremos, entramos em um sono profundo: perdemos a consciência de tudo e de todas as memórias. Permanecermos em sono pós-morte até que sejamos concebidos novamente. Ao nascermos, recebemos novamente o sopro da vida e teremos um novo ciclo de vida — como uma folha em branco. Não trazemos nada, lembranças ou ideias da vida passada. E assim a vida se repete. Não existe céu ou inferno, apenas um sono pós-morte.
Prof. Mendes
Quantos sonhos perdidos no tempo,porque perdemos a coragem para lutar por eles.Deixamos que o desanimo,os fracassos e as ilusões por coisas sem importância se transformem em grandes barreiras, que somente os corajosos otimistas vencedores conseguem ultrapassar.
Muitas vezes, perdemos um tempo enorme, precioso e gastamos nossas energias pensando, sem parar, em algo que nos aconteceu ou alguém que conhecemos que nos fizeram sofrer, nos magoaram ou a quem fizemos sofrer. Para que possamos caminhar, precisamos nos desfazer desses pensamentos. Se alguém nos magoou ou nos fez sofrer, precisamos desejar que essa pessoa continue sua jornada, sem magoa, permitindo assim que ele continue sua jornada de aprendizado, sem desejar o mal e vingança. Se fomos nós quem praticamos alguma injustiça ou enganamos e, assim, fizemos sofrer, precisamos nos perdoar e também seguirmos em frente, pois o que foi feito está feito e nada poderá mudar isso. Se tivermos a chance de consertarmos o que fizemos de errado ou reencontrarmos alguém que nos fez sofrer, pedir perdão e perdoar,façamos isso. Se tivermos a chance de reparar algum ato que prejudicou ou alguém que nos prejudicou e pudermos corrigir, façamos isso, mas se essa chance não for possível, precisamos parar de pensar sobre isso e caminhar sem magoa sem rancor de ninguém e o mais importante, sem magoa ou rancor de nós mesmos. A nossa vida deve ser o nosso presente e o que estamos preparando para o nosso futuro. O que passou, passou.
Se passarmos um dia inteiro pensando em como seria o nosso futuro, perdemos algo que Deus nos dá a cada manhã o presente, para existir futuro antes deverá existir passado e presente! Viva e se deixe viver!
Não sabemos o que perdemos no meio do caminho até o nosso ego nos mostrar. Só percebemos o que foi saindo de fininho quando não somos mais adorados, ou até mesmo a primeira opção para tudo. É aí que falhamos, deixamos o ego baixar a guarda e notamos o sentimento escondido por trás de todas as armaduras colocadas para nos proteger do mundo. Afinal, do quê nos protegemos?
Parece que respiramos amor ao invés de ar. Alimentamos o ódio ao invés do corpo. Vivemos todos o dias obcecados por ter alguém e por ter ninguém ao mesmo tempo. Queremos tudo e nada. E me pergunto mais uma vez, do quê nos protegemos ? É a mesma pergunta clichê que só nos trás respostas clichês. Quem dera eu torna-la uma charada de mim. Porém, nem eu mesma sei do que me protejo ou de quê protejo eles.
Somos patéticos. Eu sou patética.
Aqueles desagradáveis minutos que perdemos tentando agradar quem não se agrada com nada do que fazemos...
“Ter a certeza que a cada aniversário não ganhamos anos e sim os perdemos. Que cada pessoa faz parte da sua história, que cada amor fica com uma parcela sua pra sempre. Que a tristeza vem, que a saudade vem, mas que um dia elas também vão embora. Que viver é dar adeus e que pra ser feliz é preciso não se apegar. Quem cria raiz é árvore, segue em frente, viva!”
cética
Saudades do teu beijo quente
Teus lábios em meio aos meus, perdemos a noção do tempo
O tocar dos meus lábios em teu rosto tenro.
Tal prazer a te tocar, te sentir…
Quer queira ou não, sinto saudades de ti!
Saiba que teu sorriso me faz sorrir.
Posso não demonstrar, ou nem mesmo pareço..
Mas acredite dou-lhe aqui todo meu apreço.
Mesmo com medo nós tentamos mais uma vez conseguir oque perdemos (amor)......e tentamos ser feliz. Nos temos que ir em frente, mesmo que todos falem que não vamos conseguir. Porque não se trata da felicidade deles, e sim, da sua!!!!!!!!!!
