Perdemos o que Deveria ser nosso

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"O movimento de pinça da mão aumenta a facilidade de aprendizagem; quando perdemos o tatear para o clique, baixamos o coeficiente de retenção"


(PERRONE FILHO, 2024)

​"Quando esquecemos quem Deus é em nossa jornada, perdemos a nossa essência mais profunda. Ao deixar de confiar naquilo que Ele pode realizar, cometemos o erro de depositar toda a esperança em nossa própria força. Passamos, então, a viver apenas pelo 'nosso próprio braço', esquecendo que o fardo se torna pesado demais quando tentamos carregar sozinhos o que só a fé pode sustentar."

Na velhice, perdemos muito: amigos, força, ilusões… e a paciência para lidar com quem nunca somou nada. Com o tempo, a gente entende que não vale mais desperdiçar energia com pessoas vazias, conversas inúteis e atitudes pequenas. A maturidade não nos deixa mais fingir, nem carregar pesos que não são nossos. Na velhice, não é que ficamos mais duros, é que finalmente aprendemos a enxergar quem realmente faz falta e quem nunca fez.

Não perdemos os amigos… perdemos a ilusão de que todos eram.

⁠"Quando nos perdemos em nossos pensamentos, tudo ao nosso redor parece distante e insignificante."

A vida não se mede pelo que conquistamos nem pelo que perdemos, mas pelo que tivemos coragem de não trocar por nada, porque é nesse resto irredutível que mora a verdade de ser humano.

A morte!!!

Quando morremos, entramos em um sono profundo: perdemos a consciência de tudo e de todas as memórias. Permanecermos em sono pós-morte até que sejamos concebidos novamente. Ao nascermos, recebemos novamente o sopro da vida e teremos um novo ciclo de vida — como uma folha em branco. Não trazemos nada, lembranças ou ideias da vida passada. E assim a vida se repete. Não existe céu ou inferno, apenas um sono pós-morte.

Prof. Mendes

Aprendi que, quanto mais vivemos, mais nos damos conta de que perdemos pessoas que fizeram parte da nossa jornada: alguns morrem durante a caminhada, outros separam-se de nós.

Por mais forte que sejamos queira emocional, sentimental e espiritualmente, quando perdemos alguém que amamos ficamos abalados.

O que perdemos no palheiro nunca mais se encontra, a menos que o palheiro seja desfeito.

Às vezes só aprendemos a voar, porque perdemos o chão.

A dor de viver vem quando perdemos algo, a sensação de se sentir vazio, sem motivação, deprimido, solitário, sem sentido, perdido é a pior sensação que podemos sentir. Tudo isso pra quê?, vivemos uma vida longa, as vezes feliz, as vezes terrível, as vezes curta; Tem pessoas que acreditam em algo maior, vida pós a morte, ressureição e etc... Mas e quem não acredita em nada, o que sobra?, pra mim isso é perda de tempo, viver uma vida de mágoas, acho certo que quando uma pessoa vive sem sentido tire a própria vida, pra quê ter uma vida assim?, é melhor ver o que nós espera na morte...

⁠Toda vez que perdemos a noção de futuro, retornamos para o passado...

Foi num carnaval...




Foi num carnaval, que sorrimos, nos abraçamos e nos perdemos pela primeira vez,


Bloco, chuva, calor intenso, bebidas a se perder, sonhos a se realizar,


Alegria presente, corpos em parafuso, coração latejando, conexão ardente,


Foi num carnaval que fizemos nossos votos de pra sempre.

"Todo ser humano nasce virgem, pois a vida é a nossa virgindade, quando a perdemos é eternamente. Não volta mais. Não há segunda chance. Não há outra oportunidade."

Nunca perdemos tempo quando vivemos de verdade ,Sempre há
chance de reviver e recomeçar!
Lembre-se: existem dias ruins e dias bons. Sobreviver ao tempo é um luxo valioso.

“Quando perdemos o controle sobre o próprio ritmo, deixamos de ser os organizadores da nossa experiência e passamos a operar dentro de um fluxo que não definimos. Continuamos ativos, mas essa atividade já não é necessariamente orientada por uma intenção própria. Respondemos, consumimos, alternamos estímulos, mas raramente paramos o suficiente para perguntar o que, de fato, estamos fazendo.”

-Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

Quando perdemos o controle sobre o próprio ritmo, deixamos de ser os organizadores da nossa experiência e passamos a operar no automático.

Alguns fracassos nos ferem demais, não pelo que perdemos, mas por revelarem nossa imaturidade.

Às vezes recebemos de Deus um tesouro raro, mas não lhe damos o devido valor. Quando o perdemos, passamos a procurar em outros corações aquilo que um dia foi nosso, e talvez nunca mais encontremos.