Perdas
Se pensarmos tal qual a natureza entenderíamos que além de não haver perdas, tudo se abastece e tudo se renova.
Além do mais, não emitiríamos carências por entender que tudo nos supre, porque tudo é!.
As dores e as perdas, são difíceis de serem compreendidas, com tudo, se tornam fundamentais para o nosso desenvolvimento.
O maior ato da fortaleza encontra-se nas perdas.
As pequenas e as grandes, revolução em proporção. Sua forma de viver a vida clama por inovação.
O acostumar-se sem, valoriza o comum e enxergar riqueza no pequeno ato esquecido.
Necessária é a pane no mundo, precisávamos freiar para resgate de detalhes e a obrigação do mover-se.
É tempo de novo normal e resgate de afetos. Também tempo de notar, o peso da empatia.
Tempo da restrição e de apontar o quão dependemos do outro para a máquina engrenar.
Ela passou por perdas,
Superou uma longa tempestade, desapegos.
Teve que juntar todos os caquinhos dentro de si para voltar a sonhar.
Aprendeu com a dor, erros e tropeços que Deus sempre tem um propósito para ela.
Foi a luta e voltou vitoriosa.
Hoje ela ousa porque sabe que nasceu foi pra voar.
Superação é seu nome, mas todos a conhecem como vencedora!
Não existe vida feliz sem tropeços. Todos nós passamos por perdas, dores e conflitos, por isso é fundamental se apoiar e encontrar apoio profissional para seguir mais forte.
__Patricia Tavares
@caminhos_coracao
Não compare suas perdas com as dos outros,você não sabe o custo das conquistas das pessoas...
Você nao sabe o tempo,o esforço nem a dedicação que a pessoa se propôs para conquistar aquilo que perdeu,seja la o que for...
A nossa vida não se trata só de perdas, as vitórias estão a caminho para aquele que não desistiu e tem fé, a colheita é só questão de tempo e espera.
“São tempos de incerteza, preocupação, confusão, perdas, tristezas, compaixão. São tempos em que temos tempo para enxergar melhor o que sempre esteve ao lado, o simples, o valor. Tempo de preservar o que pode, o que se consegue. Tempo de ganhar uma memória infinita de alguém que amamos. Tempo que não vai voltar atrás. Tempo que precisaremos aprender a lidar, caminhar nele, que apesar de ser tão desconfortável está nos trazendo grandes lições de vida. Cada um no seu tempo. Vivendo o seu momento. Adoecendo ou enriquecendo a alma, se perdendo ou se encontrando, lamentando ou se encantando. Paciência. Respeito. Fé. Para os tempos de hoje e para todo o tempo do mundo.”
Se pudéssemos controlar o tempo, se pudéssemos voltar no tempo, resgatar as perdas que fizeram-nos perder um pedaço do coração, trazê-las para o presente e transformá-las em "vidas" novamente... seria egoísmo ou milagre, felicidade ou martírio, loucura ou amor?
Flávia Abib
“Não precisa ser perfeito. Precisa viver a realidade, que é regada de altos e baixos, perdas e conquistas. Não precisa correr. Precisa respeitar seu tempo. Não precisa ser forte o tempo todo. Precisa também sentir quando necessário, chorar, cansar, para descansar e descarregar, desacelerar. Somos constantemente cobrados de forma direta e indireta a sermos perfeitos, a conseguir tudo sempre, mas esquecemos dos mínimos detalhes que nos engrandecem tanto. Não somos máquinas, somos seres humanos, passíveis de erros e acertos, com sentimentos, coração, saúde a zelar, carinhos a compartilhar e uma vida imprevisível a viver. A todo momento nos lembramos que a vida é um sopro. A vida é única. E viver, que é algo tão intenso e necessário, está sendo esquecido.”
Diante da soma de incontáveis perdas, renasce no coração, um senso profundo e real de gratidão, diante de pequenos gestos, que soam como uma nobre e distinta ação, o amor de Deus em ação.
As perdas ensinam mais sobre a vida que os ganhos, então se hoje tem perdas, pense que vais aprender tanto que será capaz de valorizar suas derrotas.
Algumas batalhas são verdadeiros troféis para os perdedores. Perdas que nos ensinam e nos preparam para a vida.
Precisamos aprender a lidar com as perdas e as frustrações desde cedo, para quando os dias maus vierem, já estejamos treinados ao ponto de não desistirmos da vida e nem daqueles que amamos.
A ideia de homens totalmente desconhecidos não me excita
Em vez de superar as perdas, tornei-me refém do passado, para mim a confiança é determinante na amizade e no amor, escolher amores no aplicativo não me firma em nenhum propósito, não consigo passar uma semana nisso.
Desenvolvo primeiro uma bela amizade, a gente sai para conversar com a certeza que a noite ainda é uma criança, disfarça o ódio por alguns assuntos, faz pose com a expectativa do que a gente se tornou.
Percebi que éramos diferentes, muito diferentes, ele mais terra, mais vítima da vida, menos saciado com a igualdade de todos. Já eu, forcei logo uma intimidade, coloquei a palhacinha da turma em funcionamento, ela está no meu subconsciente.
Quem é salvo, quer salvar era a filosofia dele, tinha virtudes do caráter, ética e equilíbrio. Ele não cumpriu minha expecta, reclamei, resmunguei e me senti incomodada. Pensei comigo: Eu mesma posso ser a fonte da minha felicidade.
Tudo isso faz com que eu me sinta adulta, refletir sobre alguém tão fora da minha órbita e por outro lado alguém interessante. Eu e ele não conseguíamos nos separar.
Quando a intimidade chega, a gente começa a usar apelidos ridículos, começa a respeitar os sagrados momentos, já avisa que não adora dançar, desfazendo aquela mentira para conquistar.
Era fascinante para mim, perceber que não estávamos jogando, que necessitávamos de cura do relacionamento anterior, que perdemos um amor que acreditávamos e que a entrega e as rememorações do seu tempo era singela e como parte da vida.
Ele tentou, mas parecia empolgado. Estava um apaixonado crônico, estragava minhas expectativas porque ia com muita sede ao pote. A imaturidade dele era tão grande que procurou consolo em cartomantes que disseram do nosso final feliz.
Ele jogava o cabelo para trás a cada três minutos, ele fazia atitudes repetitivas e eu o achava emocional demais. Eu era a fria da história. Não tenho aparência adorável, não sou leve, sou um tiquinho materialista e me enfiei num buraco que não acredito.
Numa guerra interior, entre a nossa consciência e o nosso coração, cuja as perdas emocionais são inevitáveis, e as materias podem ser irrecuperáveis, porque perdas sempre comprometem o nosso equilíbrio, o inimigo somos nós mesmos, e quanto mais nos consideramos combatentes valentes e autossuficientes para enfrenta-la, desprezando a importância da humildade para pedirmos ajuda, a paz jamais ganhará território em nós. Uma bravura inútil que só nos derrota
